terça-feira, 3 de abril de 2007

Apenas

Voltando a Jerry Seinfeld, diz ele:

Como é que as mulheres deitam cera quente sobre as pernas para arrancar os pelos pela raiz, e ainda assim têm medo de aranhas.

Evidentemente que isto dava pano para mangas. Podíamos falar de pelos, de raízes, de medo e de aranhas. Podíamos até falar de mulheres, mas como dizem os miudos de agora: "Temos pena".

A morte como liberdade até que nem é um mau tema. A morte como mundo já me parece mais ousado. O mundo como liberdade é uma mentira. Resta-nos o espírito, que nem precisa ser O Santo...
Às vezes dou por mim a querer crer no papa. Há alguma lógica - sim lógica - na igreja católica.
Sobre o sexo, o amor, a vida, o materialismo, o modernismo, a ganância. Eles estão certos. A morte para eles é mais que liberdade e mais que o mundo: é a própria vida, ou o melhor dela.

Nós vamo-nos apenas tentando afastar do fim. E quanto mais tentamos mais ele se aproxima de nós.

made in eu

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