Sócrates jubila-se com o défice. Barroso regozija-se com a Europa. Sarkozy vem-se com a Carla Bruni.
Alguém nota alguma diferença?
E o burro sou eu?
made in eu
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
estudar, estudar, estudar sempre.
Anos internacionais e estudos mexem comigo.
Um jornal, desses oferecidos à borla, noticiava que um estudo previa que o aeroporto de Alcochete faria diminuir o número de mortos nas estradas. 6 de Janeiro, dia internacional dos orfãos da guerra. Um estudo de uma universidade inglesa chegava à conclusão que as mulheres com as pernas mais compridas estariam menos sujeitas a sofrerem doenças hepáticas. 21 de Fevereiro, dia internacional da língua mãe. O instituto para a constipação, em Gales, após 50 anos de estudos, concluiu que evitar o frio confere alguma protecção contra constipações. 23 de Março, dia mundial da metereologia. Pesquisa inglesa diz que uma dieta rica em carne e pobre em hidratos de carbono, durante a gravidez, pode deixar o bebé stressado. 2008, ano internacional da batata. Saravá, batata.
Quero mais estudos sobre estudos. Quero saber qual a localização da nova ponte que dá mais hipóteses ao Benfica de ganhar e lá se faça a travessia. Quero saber qual o gene que afecta os cientistas e em que testículo, ou ovário, se apresenta em maior percentagem. Quero saber, porque tenho direito ao conhecimento, qual o estudo que provoca maior vómito e qual o que provoca o vómito mais azedo. Qual o que faz defecar em maior quantidade sem comprometer as veias ano-rectais e, finalmente, não um dia, porque é pouco, mas um ano, bissexto, se possível, internacional da peida, aonde todos os estudos e estudiosos deveriam ser metidos e levados a levar.
Alguém para estudar o assunto?
made in eu
Um jornal, desses oferecidos à borla, noticiava que um estudo previa que o aeroporto de Alcochete faria diminuir o número de mortos nas estradas. 6 de Janeiro, dia internacional dos orfãos da guerra. Um estudo de uma universidade inglesa chegava à conclusão que as mulheres com as pernas mais compridas estariam menos sujeitas a sofrerem doenças hepáticas. 21 de Fevereiro, dia internacional da língua mãe. O instituto para a constipação, em Gales, após 50 anos de estudos, concluiu que evitar o frio confere alguma protecção contra constipações. 23 de Março, dia mundial da metereologia. Pesquisa inglesa diz que uma dieta rica em carne e pobre em hidratos de carbono, durante a gravidez, pode deixar o bebé stressado. 2008, ano internacional da batata. Saravá, batata.
Quero mais estudos sobre estudos. Quero saber qual a localização da nova ponte que dá mais hipóteses ao Benfica de ganhar e lá se faça a travessia. Quero saber qual o gene que afecta os cientistas e em que testículo, ou ovário, se apresenta em maior percentagem. Quero saber, porque tenho direito ao conhecimento, qual o estudo que provoca maior vómito e qual o que provoca o vómito mais azedo. Qual o que faz defecar em maior quantidade sem comprometer as veias ano-rectais e, finalmente, não um dia, porque é pouco, mas um ano, bissexto, se possível, internacional da peida, aonde todos os estudos e estudiosos deveriam ser metidos e levados a levar.
Alguém para estudar o assunto?
made in eu
domingo, 13 de janeiro de 2008
ELE, ELA E ESTE BLOG
Ele: - ...
Ela: - Nem imaginas o que me disse a Luisa, ontem no ginásio. Queres tu acreditar que lhe disseram que o chefe da Rita afinal não é como todos pensavam?
Ele: - ...
Ela: - Quer dizer, o homem não é como todos pensam que é, mas na verdade, como nunca se vai saber se é verdade, o homem continua a ser como todos pensam que é!
Ele: - ...
Ela: - Ainda para mais, quando ele fala com a gente, é tão encantador que não custa a acreditar que ele é como afinal parece que não é.
Ele: - ...
Ela: - Parece que não é, quer dizer, parece mas é que a Luisa tem razão, e ele afinal é mesmo aquilo que não parece.
Ele: - ...
Ela: - E o que é que isto tem a ver contigo, sempre aí no teu cantinho?
Ele: - ...
Ela: - É que isto é tal e qual o jogo do gato e do rato, como dizia Marx. Basta acenar com um queijinho ao rato e ele vem logo a correr. Qual banana a escorregar na sua própria casca, parece que é patinagem, mas depois no fim vê-se que é apenas um trambolhão.
Ele: - ...
Ela: - Podias ao menos vir aqui ajudar a tirar os lençóis da corda e dobrá-los...
Ele: - ...
Ela: - E no outro dia? Viste o que a Lurdes trazia vestido por cima daquela blusa ridícula?
Ele: - ...
Ela: - Pronto, lá que não saias daí e que não me ajudes, até já estou habituada, mas podias ao menos responder-me...
Ele: - ....
Ela: - Enfim, de ti pou...
Ele interrompe o discurso dela de forma abrupta, virando-se para ela e deixando o computador, mas sem se levantar da cadeira comprada na promoção do mês: - Porra, pá! Estou aqui na blogosfera, a tentar produzir alguma coisa, e com essas conversas não me consigo concentrar, agora até fiz quatro pontinhos, em vez de reticências! Vou ter que recomeçar tudo de novo, se há coisa de que gosto é de apresentar textos correctamente escritos!
JP+P
Ela: - Nem imaginas o que me disse a Luisa, ontem no ginásio. Queres tu acreditar que lhe disseram que o chefe da Rita afinal não é como todos pensavam?
Ele: - ...
Ela: - Quer dizer, o homem não é como todos pensam que é, mas na verdade, como nunca se vai saber se é verdade, o homem continua a ser como todos pensam que é!
Ele: - ...
Ela: - Ainda para mais, quando ele fala com a gente, é tão encantador que não custa a acreditar que ele é como afinal parece que não é.
Ele: - ...
Ela: - Parece que não é, quer dizer, parece mas é que a Luisa tem razão, e ele afinal é mesmo aquilo que não parece.
Ele: - ...
Ela: - E o que é que isto tem a ver contigo, sempre aí no teu cantinho?
Ele: - ...
Ela: - É que isto é tal e qual o jogo do gato e do rato, como dizia Marx. Basta acenar com um queijinho ao rato e ele vem logo a correr. Qual banana a escorregar na sua própria casca, parece que é patinagem, mas depois no fim vê-se que é apenas um trambolhão.
Ele: - ...
Ela: - Podias ao menos vir aqui ajudar a tirar os lençóis da corda e dobrá-los...
Ele: - ...
Ela: - E no outro dia? Viste o que a Lurdes trazia vestido por cima daquela blusa ridícula?
Ele: - ...
Ela: - Pronto, lá que não saias daí e que não me ajudes, até já estou habituada, mas podias ao menos responder-me...
Ele: - ....
Ela: - Enfim, de ti pou...
Ele interrompe o discurso dela de forma abrupta, virando-se para ela e deixando o computador, mas sem se levantar da cadeira comprada na promoção do mês: - Porra, pá! Estou aqui na blogosfera, a tentar produzir alguma coisa, e com essas conversas não me consigo concentrar, agora até fiz quatro pontinhos, em vez de reticências! Vou ter que recomeçar tudo de novo, se há coisa de que gosto é de apresentar textos correctamente escritos!
JP+P
sábado, 12 de janeiro de 2008
TORRADINHAS REQUENTADAS
Como já há pouca gente que consiga ler este blog todo, como quem lê um romance (felizmente há excepções, que nos deixam orgulhosos desta produção escrita, se bem que é na China!), aqui fica a segunda edição neste blog: A TORRADINHA REQUENTADA! É fácil, vai-se um ano para trás e escolhe-se um texto, faz-se um copiar da ligação directa ao texto em causa e cola-se aqui, para ler basta clicar!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
ESTE BLOGUE ACOMPANHA A ACTUALIDADE AEROPORTUÁRIA
Meus amigos, depois dos franceses avisarem dos perigos de atentados terroristas no Rali, decidem construir o novo aeroporto num Campo de Tiro ao Alvo...???
JP+P
JP+P
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Tive um educação terrível. Frequentei uma escola especial para professores com distúrbios emocionais WA
Tristes não são os que com tristeza vivem mas os que, euforicamente , se sentem alegres e se julgam bons porque alguém, que bom se julga, lhes falou de si, com toda a verdade que há na mentira. Tristes toda a vida sem nunca saberem.
Uma velha anedota diz-nos que os serões do menino pobre em nada eram piores que os do menino rico. O avô dava peidos, os outros acompanhavam e, no fim, riam todos muito.
Não há cura para a euforia e tristeza não tem fim.
Que fazer a quem, sendo triste, se julga bom? Nada. Absolutamente nada. Nem nada comentar, porque, como disse Bertrand Russell: O que um triste idiota transcreve, de alguém não tão pateta, nunca é muito preciso porque, inconscientemente, traduz o que ouve em algo que pode entender.
Ele há gente assim, que julga que sabe que é bom sem saber que triste é.
Deixe que digam, que pensem, que falem…
made in eu
Uma velha anedota diz-nos que os serões do menino pobre em nada eram piores que os do menino rico. O avô dava peidos, os outros acompanhavam e, no fim, riam todos muito.
Não há cura para a euforia e tristeza não tem fim.
Que fazer a quem, sendo triste, se julga bom? Nada. Absolutamente nada. Nem nada comentar, porque, como disse Bertrand Russell: O que um triste idiota transcreve, de alguém não tão pateta, nunca é muito preciso porque, inconscientemente, traduz o que ouve em algo que pode entender.
Ele há gente assim, que julga que sabe que é bom sem saber que triste é.
Deixe que digam, que pensem, que falem…
made in eu
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
bond(age)
Alguém leu algum comentário que alguém escreveu sobre alguma ucraniana?
A nova Bond Girl é Olga e da Ucrânia.
Os "00 setes" devem andar ceguinhos, ou então andamos nós, os nó(ve)s fora nada: cada ucraniana é mais bonita que a outra e cada outra, só, mais que todas as senhoras juntas, de Trás-os-Montes ao Algarve. Das ilhas nem falo. Os governadores, ou lá quem seja que as chefiam, que tratem disso.
Pobre governo o nosso, tão excitado com o défice, que deixou a "diplomacia" ucraniana vencer a portuguesa.
Andam as senhoras de cá, inutilmente, a "plastificarem-se", e a depilarem-se a laser. Alguém lhes explique o limite da tecnologia.
Porque vendo com olhos de ver, ou sem eles, desde 1143 que esperamos, ou sonhamos, por uma Olga.
E o Senhor, nem o D Sebastião nos dá...
made in eu
A nova Bond Girl é Olga e da Ucrânia.
Os "00 setes" devem andar ceguinhos, ou então andamos nós, os nó(ve)s fora nada: cada ucraniana é mais bonita que a outra e cada outra, só, mais que todas as senhoras juntas, de Trás-os-Montes ao Algarve. Das ilhas nem falo. Os governadores, ou lá quem seja que as chefiam, que tratem disso.
Pobre governo o nosso, tão excitado com o défice, que deixou a "diplomacia" ucraniana vencer a portuguesa.
Andam as senhoras de cá, inutilmente, a "plastificarem-se", e a depilarem-se a laser. Alguém lhes explique o limite da tecnologia.
Porque vendo com olhos de ver, ou sem eles, desde 1143 que esperamos, ou sonhamos, por uma Olga.
E o Senhor, nem o D Sebastião nos dá...
made in eu
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
LISBOA - DAKAR, EDIÇÃO 2009
A organização já avisou: em 2009 quer organizar a mítica prova de todo-o-terreno. Outra vez! E já contactaram comigo para me contratarem, de modo a dar ideias de como reformular a prova sem ter que passar em zonas onde o terrorismo é uma arma. Para já, propunha que a prova com os carros terminasse em Vila Real de Santo António, que passando a cidade adoptava o nome de Dacar, oferendo um "car" novo, todos os anos, a um turista acidentado no seu concelho. Passando a cidade deixava de ser Vila, em tempos de república o Real também não faz sentido, e o Santo António é anti-constitucional, pois o estado é laico! Basta reunir a Assembleia Municipal e votar a proposta, e o governo depois aprovar esta mudança. Nada mais simples e prático! Mas, para manter a ligação a África, depois de cortada a meta em Dacar, a entrega dos prémios seria no Funchal, com o Rei dos nativos africanos a fazer as honras da casa, com muito álcool e mais fogo de artifício, muitas explosões mas devidamente controladas.
As etapas passariam por: S. Martinho do Porto, sorteando os carros que se atirariam a rebolar do alto das Dunas, para se captarem imagens impressionantes; Bairro Alto, à noite, sem ajuda de GPS, para ver a malta perder-se na noite de boémia; Musgueira e Chelas, para atropelar alguns nativos africanos ou luso-africanos ou afro-portugueses; Herdades de Beja, para atropelar algum gado ovino; Margem Sul, para aquelas impressionantes imagens da caravana a passar pelo deserto; E já agora, à porta da Assembleia da República e Palácios de S. Bento e de Belém, porque um rallye destes a sério sem camelos não tem graça; Dunas de S. Jacinto, pineleiradas para poderem ser transformadas em troço do Rali, aproveitando para destruir algum arvoredo; Acampamentos no Parque de Campismo da Costa da Caparica, e nos Estádios do Euro, para rentabilizar as estruturas, e também em Faro, para os Motards matarem saudades do Verão! E para testar a dureza de máquinas e pilotos, bastava andar nas estradas nacionais e obrigá-los também a fazer percursos nas horas de ponta de Lisboa e Porto.
JP+P
As etapas passariam por: S. Martinho do Porto, sorteando os carros que se atirariam a rebolar do alto das Dunas, para se captarem imagens impressionantes; Bairro Alto, à noite, sem ajuda de GPS, para ver a malta perder-se na noite de boémia; Musgueira e Chelas, para atropelar alguns nativos africanos ou luso-africanos ou afro-portugueses; Herdades de Beja, para atropelar algum gado ovino; Margem Sul, para aquelas impressionantes imagens da caravana a passar pelo deserto; E já agora, à porta da Assembleia da República e Palácios de S. Bento e de Belém, porque um rallye destes a sério sem camelos não tem graça; Dunas de S. Jacinto, pineleiradas para poderem ser transformadas em troço do Rali, aproveitando para destruir algum arvoredo; Acampamentos no Parque de Campismo da Costa da Caparica, e nos Estádios do Euro, para rentabilizar as estruturas, e também em Faro, para os Motards matarem saudades do Verão! E para testar a dureza de máquinas e pilotos, bastava andar nas estradas nacionais e obrigá-los também a fazer percursos nas horas de ponta de Lisboa e Porto.
JP+P
TERRORISMO NO LISBOA - DAKAR
Foi a notícia do fim-de-semana. Caíu como uma bomba, ou melhor, rebentou como uma bomba escondida na berma do caminho. Cancelaram o Lisboa-Dakar! Porque os franceses aconselharam, ou avisaram que havia perigo de atentados terroristas. Afinal este Lisboa-Dakar foi um Paris-Lisboa-Dakar, quase que voltando aos tempos iniciais dessa prova mítica. Deixou de ser em Paris porque tinham medo que deitassem fogo aos carros, na cidade cuja luz é cada vez mais a dos carros a arder, passou para Lisboa mas quem manda ainda são os franceses. Longe vai o tempo em que os portugueses se lançavam por esse mundo fora, muitos morrendo para defender a independência deste pequeno território de gente que teimou em mudar o mundo. Agora, com umas ameaçazitas de possivel atentado terrorista, abandonaram esta organização mesmo à última da hora, mesmo "à portuguesa". Agora vão pagar indemnizações, mas quem paga depois para limpar a má imagem deixada? Hipóteses de ataques terroristas há muitas, se fossemos a deixar de fazer coisas por causa disso... E se já houve grandes atentados em Inglaterra, em Espanha, nos EUA, no Iraque, em Itália, porque é que os franceses não deixam Portugal aparecer também com o seu nome associado a um grande atentado, ainda para mais quando este até seria noutro país?
JP+P
JP+P
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
neuroses com e sem bananas
Woody Allen come diariamente, há muitos anos, cereais com banana. A banana deve ser, forçosamente, cortada em sete pedaços. Sim, é uma neurose, reconhece ele.
As portuguesas são minhas bananas de Woody Allen, com a diferença que não as "como" inteiras, nem às rodelas, não importa em quantas estejam cortadas.
Magnífica escolha. Elas nada deixam de ganhar. Eu nada perco.
Não há cura para as neuroses. Ainda bem.
made in eu
As portuguesas são minhas bananas de Woody Allen, com a diferença que não as "como" inteiras, nem às rodelas, não importa em quantas estejam cortadas.
Magnífica escolha. Elas nada deixam de ganhar. Eu nada perco.
Não há cura para as neuroses. Ainda bem.
made in eu
sábado, 5 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
to the top
Finalmente uma miss lusa. No concurso Miss Mundo Defeituosa, a portuguesa foi coroada a Nº 1.
Insurgiram-se os espanhóis. A espanhola não tinha peitos. Nenhum. Ambos amputados.
Protestaram os chineses. Um braço e uma perna a menos não foram suficientes para a sua representante.
Incrédulos os australianos. Dois braços decepados e nem nos três primeiros lugares ficou.
À portuguesa nada faltava. Não precisou. Dois seios bateram a falta deles. Dois braços peludos e duas pernas amorfas elevaram-na ao topo da imperfeição.
Foi renhida a luta, mas se a beleza contasse para a deformidade, a vitória seria bem mais clara.
made in eu
Insurgiram-se os espanhóis. A espanhola não tinha peitos. Nenhum. Ambos amputados.
Protestaram os chineses. Um braço e uma perna a menos não foram suficientes para a sua representante.
Incrédulos os australianos. Dois braços decepados e nem nos três primeiros lugares ficou.
À portuguesa nada faltava. Não precisou. Dois seios bateram a falta deles. Dois braços peludos e duas pernas amorfas elevaram-na ao topo da imperfeição.
Foi renhida a luta, mas se a beleza contasse para a deformidade, a vitória seria bem mais clara.
made in eu
domingo, 30 de dezembro de 2007
Paquistomatão
Diz-se que orto vem do grego (ortha-) que significa correctamente. Nesta acredito.
A senhora Bhutto foi assassinada, dizem. Eu não vi, mas também acredito. Lá no Paquistão (um poeta acrescentaria: onde as mulheres são tratadas abaixo de cão), país representado em qualquer mapa ou globo e que eu acredito que exista, não se matam apenas mulheres líderes. Homens são também chacinados, tomem disto nota as feministas.
Ficava mal com a consciência (a dualidade pessoa/consciência com separação de "quero, posso e mando", ainda há-de ser explicada. Acredite quem quiser) se lamentasse o facto paquistanês.
Que me interessa a mim a vida e morte de Benazir Bhutto? Era política e eu abro um espumante barato quando sei da morte de algum do gang. Neste caso não o faço. Guardo o espumante para os da minha pátria. Merecem mais.
Debaixo daquelas vestes, no Paquistão, há "tomates escondidos", ao contrário dos fatos de marca, dos portugueses, que escondem, entre outras coisas, talões de compra de géis depilatórios.
Aqui não se assassinam políticos. Mais fica. Abrirei o espumante na passagem do ano, em que acredito que vamos continuar a ser ortofodidos por governantes sem tomates, ou pelo menos com eles depilados, o que dá no mesmo.
made in eu
A senhora Bhutto foi assassinada, dizem. Eu não vi, mas também acredito. Lá no Paquistão (um poeta acrescentaria: onde as mulheres são tratadas abaixo de cão), país representado em qualquer mapa ou globo e que eu acredito que exista, não se matam apenas mulheres líderes. Homens são também chacinados, tomem disto nota as feministas.
Ficava mal com a consciência (a dualidade pessoa/consciência com separação de "quero, posso e mando", ainda há-de ser explicada. Acredite quem quiser) se lamentasse o facto paquistanês.
Que me interessa a mim a vida e morte de Benazir Bhutto? Era política e eu abro um espumante barato quando sei da morte de algum do gang. Neste caso não o faço. Guardo o espumante para os da minha pátria. Merecem mais.
Debaixo daquelas vestes, no Paquistão, há "tomates escondidos", ao contrário dos fatos de marca, dos portugueses, que escondem, entre outras coisas, talões de compra de géis depilatórios.
Aqui não se assassinam políticos. Mais fica. Abrirei o espumante na passagem do ano, em que acredito que vamos continuar a ser ortofodidos por governantes sem tomates, ou pelo menos com eles depilados, o que dá no mesmo.
made in eu
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Já!
Portugal que assine, e já, o acordo ortográfico, sem pestanejar.
O que era do Português sem o Brasil?
made in eu
O que era do Português sem o Brasil?
made in eu
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
o grande livro das ilustrações
Uma balança sempre na mente, dizia Manuel, para pesar os prós e os contras de tudo.
Pesar? O amigo achava que não era uma questão de peso.
Não compensa. Às vezes a performance sai bem e ela não te larga mais e é aí que torce o rabo, a porca. Aí, é o caos. Aí, tens que lhe contar a verdade e aí ela vai-se sentir traída. Traída por si mesma.
Caos? O amigo não acreditava em relações caóticas.
A verdadeira traição é delas e é essa que lhes dói mais. Elas traem-se a si próprias ao acreditar em contos de fadas. Elas são as traidoras, sabem-no mas negam-no e ao negá-lo transformam-se no que sabemos: algo do qual queremos estar longe.
Estar longe? O amigo não acreditava em distâncias.
Não compensa, amigo. Por um pouco de coisa nenhuma não vale a pena perder tudo, ainda que tudo seja quase nada.
Perder tudo? O amigo nunca perdia nada.
Vamos?
És muito certinho. Olha que só as neuróticas é que gostam disso. As verdadeiras mulheres… a minha é de punho fechado por onde a apanho. Nem o bico abre. É uma santa. Santifiquei-a eu.
Cai o pano. Sem molas da roupa e com o vento, a flanela voou em direcção aos dois amigos que caminhavam e se olhavam com a mesma comiseração.
made in eu
Pesar? O amigo achava que não era uma questão de peso.
Não compensa. Às vezes a performance sai bem e ela não te larga mais e é aí que torce o rabo, a porca. Aí, é o caos. Aí, tens que lhe contar a verdade e aí ela vai-se sentir traída. Traída por si mesma.
Caos? O amigo não acreditava em relações caóticas.
A verdadeira traição é delas e é essa que lhes dói mais. Elas traem-se a si próprias ao acreditar em contos de fadas. Elas são as traidoras, sabem-no mas negam-no e ao negá-lo transformam-se no que sabemos: algo do qual queremos estar longe.
Estar longe? O amigo não acreditava em distâncias.
Não compensa, amigo. Por um pouco de coisa nenhuma não vale a pena perder tudo, ainda que tudo seja quase nada.
Perder tudo? O amigo nunca perdia nada.
Vamos?
És muito certinho. Olha que só as neuróticas é que gostam disso. As verdadeiras mulheres… a minha é de punho fechado por onde a apanho. Nem o bico abre. É uma santa. Santifiquei-a eu.
Cai o pano. Sem molas da roupa e com o vento, a flanela voou em direcção aos dois amigos que caminhavam e se olhavam com a mesma comiseração.
made in eu
"Amar acima de tudo a liberdade" Beethoven
Filhos-da-puta são todos os que acham que devem poder decidir o que os outros podem ou não fazer, ler, ouvir, et cetera.
O clip mostra o nojo dos filhos-da-puta que governavam o Brasil em 1973
O clip mostra o nojo dos filhos-da-puta que governavam o Brasil em 1973
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
HOJE É NATAL
Os bandalhos desejam a todos os leitores uma boa almoçarada, muita felicidade neste dia! Gajas só estrangeiras, gajos podem ser tugas, mas têm que abandalhar bem! Prendas para quê?
Este post RESISTIU aos habituais atrasos com os correios nesta época parva!
Seguem-se as assinaturas dos bandalhos de serviço:
S * Tê * made in eu * rosina ramos * ai o canedo * jc * JP+P * Conde Afonso * Benvinda das Dores e Morais * Pinus * Doutor Zeca
Este post RESISTIU aos habituais atrasos com os correios nesta época parva!
Seguem-se as assinaturas dos bandalhos de serviço:
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
CONSOANTE COM A CONSOADA
Prestem atenção a esta pérola, roubada por aí!
No blogue original chamava-se "NOBEL":
Investigador português descobre doença para a cura do bacalhau.
Para quem não acredita, aqui pode procurar o original: http://souburro.blogspot.com/
JP+P
No blogue original chamava-se "NOBEL":
Investigador português descobre doença para a cura do bacalhau.
Para quem não acredita, aqui pode procurar o original: http://souburro.blogspot.com/
JP+P
domingo, 23 de dezembro de 2007
esse desconhecido...
Esforçam-se pelo raro orgasmo feminino e pelo controlo do seu próprio.
Bem-aventurados os homens porque é deles o "Reino dos Céus".
made in eu
Bem-aventurados os homens porque é deles o "Reino dos Céus".
made in eu
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Exmas Senhoras Donas
As mulheres querem vincar a sua personalidade sendo diferentes umas das outras.
Diferentes mas modernas.
Tão modernas e diferentes, que chegam a calçar botas mais bonitas que elas próprias, malas mais bem feitas e telemóveis mais inteligentes.
Mais burras só mesmo as outras, tão modernas e diferentes.
made in eu
Diferentes mas modernas.
Tão modernas e diferentes, que chegam a calçar botas mais bonitas que elas próprias, malas mais bem feitas e telemóveis mais inteligentes.
Mais burras só mesmo as outras, tão modernas e diferentes.
made in eu
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Tais palavras tirou do experto peito:
Para lá do Marão, mandam os que lá estão.
Brilhante frase. Quem a disse? De onde?
Porque haveriam de querer mandar, para lá do Marão, os que cá estão?
Não sei onde fica o Marão. Para lá do, ainda menos.
Sei apenas que as mulheres de lá são como as miúdas das escolas secundárias, cantadas pelo Grupo de Baile: com mais buço que pentelho.
Assim, mandam os, ou mandam as que lá estão?
Não me interessa. Nem me interessa quem se interesse. Apenas as frases populares e a sabedoria que demonstram.
A dica, a quem quiser demonstrar a glória deste povo em valorosas palavras: Tão paneleiro é o que vai, como o que deixa ir.
E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram.
made in eu
Brilhante frase. Quem a disse? De onde?
Porque haveriam de querer mandar, para lá do Marão, os que cá estão?
Não sei onde fica o Marão. Para lá do, ainda menos.
Sei apenas que as mulheres de lá são como as miúdas das escolas secundárias, cantadas pelo Grupo de Baile: com mais buço que pentelho.
Assim, mandam os, ou mandam as que lá estão?
Não me interessa. Nem me interessa quem se interesse. Apenas as frases populares e a sabedoria que demonstram.
A dica, a quem quiser demonstrar a glória deste povo em valorosas palavras: Tão paneleiro é o que vai, como o que deixa ir.
E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram.
made in eu
minhas as palavras d' ELE
Não devemos ser sérios nos blogues, pois não? Não podemos estar a moralizar o monte de merda que o mundo é. Eu quero que se fodam os políticos e as políticas; os que fazem política e as que fazem broches; os caçadores e as caçadas; as de mamas grandes; os que calçam de 41 para cima; as que usam lingerie mas não engolem; os aeroportos da OTA e de Alcochete; os chefes de governo; os pretos racistas; as putas a despachar; et cetera.
Avacalhar, avacalhar, avacalhar.
Deu-me para me vir para cima da pátria e não para cima das patriotas, de alma ou nascença.
Quando já não der para me vir mais, mijarei para os pés e isso, tal como aos políticos e as políticas, e aos que fazem política, e às que fazem broches... quero que foda.
No hard feelings :))))) *********
Avacalhar, avacalhar, avacalhar.
Deu-me para me vir para cima da pátria e não para cima das patriotas, de alma ou nascença.
Quando já não der para me vir mais, mijarei para os pés e isso, tal como aos políticos e as políticas, e aos que fazem política, e às que fazem broches... quero que foda.
No hard feelings :))))) *********
S
sábado, 15 de dezembro de 2007
perturbação
Louis William pintou gatos. Muitos. São notórios os bichanos pintados no período psicótico de William. Louis era esquizofrénico e a sua realidade (?) aparece nos olhos dos felinos, aos olhos de todos.
Nós somos os gatos do primeiro-ministro. Aos seus olhos, aparecemos distorcidos e com formas fantásticas e hostis.
O escape da realidade é mais grave para nós que para ele. Não somo tintas em tela mas só o sabemos nós; ele julga-se artista e dos bons.
Louis William passou os últimos anos de sua vida, num hospício, pintando gatos. Outra coisa não sabia fazer. Outra coisa não poderia ter feito.
Não imagino onde acabará o primeiro-ministro. O seu, e nosso hospício, é o país esquizofrénico que governa. A sua esquizofrenia é o seu sorriso, e as mentiras, o seu miar.
O nosso gato, por nós alucinado - louco que nos enlouquece – na tela em que nos pinta mentiras, não pode ser mais que uma ilusão, ou a desilusão, de algum louco pintor que julgava ser fácil pintar um filho-da-puta.
Pintou-o, mas foi difícil.
Miau…
made in eu
Nós somos os gatos do primeiro-ministro. Aos seus olhos, aparecemos distorcidos e com formas fantásticas e hostis.
O escape da realidade é mais grave para nós que para ele. Não somo tintas em tela mas só o sabemos nós; ele julga-se artista e dos bons.
Louis William passou os últimos anos de sua vida, num hospício, pintando gatos. Outra coisa não sabia fazer. Outra coisa não poderia ter feito.
Não imagino onde acabará o primeiro-ministro. O seu, e nosso hospício, é o país esquizofrénico que governa. A sua esquizofrenia é o seu sorriso, e as mentiras, o seu miar.
O nosso gato, por nós alucinado - louco que nos enlouquece – na tela em que nos pinta mentiras, não pode ser mais que uma ilusão, ou a desilusão, de algum louco pintor que julgava ser fácil pintar um filho-da-puta.
Pintou-o, mas foi difícil.
Miau…
made in eu
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
sexo em guerra
Nunca ninguém ganhará a Guerra dos Sexos. Há demasiada confraternização com o inimigo.
Henry Kissinger
Henry Kissinger
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
PRENDINHAS DE NATAL BARATAS
Soubemos agora mesmo, de fonte insegura (aquelas que mesmo fechando bem a torneira sempre deixam cair a água em ritmo de ping, ping, ping), que um funcionário púbico, vendo o seu poder de compra diminuido a cada ano que passa, resolveu de forma barata o problema das prendinhas de Natal.
Na impressora do seu serviço, imprimiu dos dois lados em papel branquinho (que pena o serviço não utilizar papel reciclado, ficava bem mais simpático) alguns dos melhores textos deste blog, recortou umas cartolinas velhas e colou umas etiquetas, feitas pela sua imaginação, usando ainda a impressora do serviço, a fazer a capa: AS MELHORES PIADINHAS E TORRADINHAS, e outra: COLHEITA 2006-2007, e na contra-capa outra etiqueta: LIVRO ÚNICO E NÃO PREFACIADO PELO COLECTOR - ANTÓNIO TONI-TONI.
Não gastou dinheiro nenhum, e fez assim 10 livrinhos de alta qualidade literária, para oferecer à família e amigos mais chegados. Prendinhas personalizadas!
A este leitor amigo o obrigado pela divulgação! Um dia instituimos um prémio ao melhor divulgador de piadinhas e torradinhas, o prémio Herman José (sendo que será ele a patrocinar o prémio, oferecendo um pequeno almoço com torradas e tortas na casa das tortas de Azeitão).
JP+P
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
TORRADINHAS REQUENTADAS
Como já há pouca gente que consiga ler este blog todo, como quem lê um romance (felizmente há excepções, que nos deixam orgulhosos desta produção escrita, se bem que é na China!), aqui fica uma novidade neste blog: A TORRADINHA REQUENTADA!
É fácil, vai-se um ano para trás e escolhe-se um texto, faz-se um copiar da ligação directa ao texto em causa e cola-se aqui, para ler basta clicar!
É fácil, vai-se um ano para trás e escolhe-se um texto, faz-se um copiar da ligação directa ao texto em causa e cola-se aqui, para ler basta clicar!
domingo, 9 de dezembro de 2007
Fez-se luz
Il brillait comme un soleil,
Sa chevelure était blonde;
Il n'eût pas eu son pareil,
S'il eût été seul au monde.
Il eut des talents divers;
Même on assure une chose :
Quand il écrivait des vers
Il n'écrivait pas en prose.
La Palisse fez-me ver o quanto estou errado. Se não tivesse visto, julgaria estar certo.
Os portugueses não são burros. Os outros é que são inteligentes.
As portuguesas não são repelentes. As outras é que são atraentes.
made in eu
Sa chevelure était blonde;
Il n'eût pas eu son pareil,
S'il eût été seul au monde.
Il eut des talents divers;
Même on assure une chose :
Quand il écrivait des vers
Il n'écrivait pas en prose.
La Palisse fez-me ver o quanto estou errado. Se não tivesse visto, julgaria estar certo.
Os portugueses não são burros. Os outros é que são inteligentes.
As portuguesas não são repelentes. As outras é que são atraentes.
made in eu
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
O FERIADO NESTE BLOG É NO DIA 7
Por uma rasão óbvia, o feriado neste blog é no dia 7. Hoje nada de novo!
Amanhã, como é feriado nacional, talvez ninguém se lembre de nenhuma piadinha, depois é Domingo, bom dia para também não escrever aqui nada.
JP+P
Amanhã, como é feriado nacional, talvez ninguém se lembre de nenhuma piadinha, depois é Domingo, bom dia para também não escrever aqui nada.
JP+P
guerra dos mundos
O mundo fez em mim uma gigantesca cagada. Fez bem. Nem melhor, nem pior, do que lhe faço eu.
Um dia, mais cedo ou mais tarde, vai dar-me um pontapé no cu.
Engana-se se julga que ficará a rir.
Tenho um mundo só meu. Esse levo-o. Comigo desaparecerá, quando e aonde eu desaparecer, o meu mundo.
made in eu
Um dia, mais cedo ou mais tarde, vai dar-me um pontapé no cu.
Engana-se se julga que ficará a rir.
Tenho um mundo só meu. Esse levo-o. Comigo desaparecerá, quando e aonde eu desaparecer, o meu mundo.
made in eu
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
delas não
É melhor não contar anedotas de portuguesas, digo eu, por outra coisa que disse Confucio: Rir de quem nos faz chorar é a pior das misérias.
made in eu
made in eu
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
aliança luso-britânica
Ouvida de passagem, em plena baixa pombalina, entre uma inglesa e um portuga:
- Do you mean it?
- Yes! If you broche me.
made in eu
- Do you mean it?
- Yes! If you broche me.
made in eu
para osbandalhos ambientalistas, um estudo de quem não tem mais nada que fazer hehe
Divórcio prejudica o meio ambiente, diz estudo
Casais divorciados provocam aumento no número de domicílios
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, indica que o divórcio tem um impacto negativo sobre o meio ambiente, já que a decisão leva a um aumento no número de domicílios e no consumo de recursos cada vez mais limitados, como energia e água.
A pesquisa analisou a situação da moradia em 12 países entre 1998 e 2000, inclusive o Brasil. Os pesquisadores fizeram uma comparação entre o tamanho das casas e o número de quartos em residências de casais divorciados e casados e, a partir disso, fizeram uma estimativa do número de domicílios adicionais criados por causa dos divórcios.
Os dados levantados apontam que, em 2000, pessoas que se divorciaram ocupavam no Brasil 410.413 novos domicílios e cerca de 3,7 milhões de novos quartos.
Em 2005, apenas nos Estados Unidos, os domicílios de casais divorciados poderiam ter economizado 73 bilhões de quilowatts por hora de eletricidade e cerca de 2,37 trilhões de litros d'água se “sua eficiência no uso de recursos fosse comparável à de lares de pessoas casadas”, diz o estudo.
De acordo com Jiangao Liu, que liderou a pesquisa, “o divórcio demanda muita energia, e requer soluções criativas.”
Lixo
Divulgado nesta segunda-feira pela publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o estudo também diz que casais divorciados podem produzir mais lixo e poluição atmosférica, o que contribui para as mudanças climáticas e provoca impactos na biodiversidade.
“Quando o divórcio acontece, alguns objetos compartilhados são jogados fora e novos utensílios domésticos são comprados. É provável que as visitas dos pais divorciados a seus filhos também aumentem o consume de energia e a emissão de gases do efeito estufa”, diz a pesquisa.
Para os estudiosos, o divórcio deve continuar provocando impactos no meio ambiente caso os governos não criem políticas para reduzir a dissolução dos domicílios.
Segundo o estudo, “os impactos ambientais do divórcio e outros estilos de vida, como a separação, devem ser considerados tanto quando são feitas escolhas pessoais como em políticas do governo”.
“As moradias de casais divorciados devem também melhorar a eficiência no uso dos recursos limitados.”
Casais divorciados provocam aumento no número de domicílios
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, indica que o divórcio tem um impacto negativo sobre o meio ambiente, já que a decisão leva a um aumento no número de domicílios e no consumo de recursos cada vez mais limitados, como energia e água.
A pesquisa analisou a situação da moradia em 12 países entre 1998 e 2000, inclusive o Brasil. Os pesquisadores fizeram uma comparação entre o tamanho das casas e o número de quartos em residências de casais divorciados e casados e, a partir disso, fizeram uma estimativa do número de domicílios adicionais criados por causa dos divórcios.
Os dados levantados apontam que, em 2000, pessoas que se divorciaram ocupavam no Brasil 410.413 novos domicílios e cerca de 3,7 milhões de novos quartos.
Em 2005, apenas nos Estados Unidos, os domicílios de casais divorciados poderiam ter economizado 73 bilhões de quilowatts por hora de eletricidade e cerca de 2,37 trilhões de litros d'água se “sua eficiência no uso de recursos fosse comparável à de lares de pessoas casadas”, diz o estudo.
De acordo com Jiangao Liu, que liderou a pesquisa, “o divórcio demanda muita energia, e requer soluções criativas.”
Lixo
Divulgado nesta segunda-feira pela publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o estudo também diz que casais divorciados podem produzir mais lixo e poluição atmosférica, o que contribui para as mudanças climáticas e provoca impactos na biodiversidade.
“Quando o divórcio acontece, alguns objetos compartilhados são jogados fora e novos utensílios domésticos são comprados. É provável que as visitas dos pais divorciados a seus filhos também aumentem o consume de energia e a emissão de gases do efeito estufa”, diz a pesquisa.
Para os estudiosos, o divórcio deve continuar provocando impactos no meio ambiente caso os governos não criem políticas para reduzir a dissolução dos domicílios.
Segundo o estudo, “os impactos ambientais do divórcio e outros estilos de vida, como a separação, devem ser considerados tanto quando são feitas escolhas pessoais como em políticas do governo”.
“As moradias de casais divorciados devem também melhorar a eficiência no uso dos recursos limitados.”
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
PINELEIROS
A defesa do ambiente está na moda, mas muito por causa das leis europeias, que obrigam a respeitar a saúde pública, os recursos naturais, as espécies selvagens e até as espécies domésticas.
Uma das ideias da Europa foi definir um conjunto de zonas onde se faria uma cuidada gestão dos espaços naturais, a Rede Natura, impedindo a sua destruição pelos interesses económicos da população em geral e de autarcas corruptos em particular. Na defesa de um património que nos pertence a todos, e que deveria chegar preservado aos nossos vindouros!
Mas eis que o governo de José Sócrates descobre uma maneira de fazer pescadinhas de rabo na boca com as leis de protecção da Natureza, basta assinar um papel numa reunião de amigos e um projecto que destrói o ambiente passa a ser considerado de Potencial Interesse Nacional, um projecto PIN.
Depois de governos que promoveram a destruição das florestas das nossas serras, através da plantação de eucaliptos por empresas privadas e estatais, dando origem a um novo termo, a eucaliptização (este Verão essas empresas já andaram a sensibornar (sensibilizar para um problema através da oferta de almoços grátis) deputados do povinho eleitor para a necessidade de verbas do estado para retirar os eucaliptos e voltar a ter florestas nas nossas serras), temos agora um governo cujos elementos querem ficar conhecidos como os grandes PINeleiros do que resta da nossa Natureza.
Bem pode a QUERCUS protestar e estrebuchar, porque estes projectos PIN são mascarados de motores do desenvolvimento regional, e isto as pessoas gostam de ouvir. Só não se ouve ninguém dizer é que se fossem 50 pequenos projectos de pessoas da zona que agora vai ser destruída, que fossem verdadeiramente de desenvolvimento regional, o governo não acharia que era uma boa PINeleirização do País. Porque será que só as grandes empresas é que conseguem convencer os governantes? Porque será que os portugueses gostam tanto de baixar as calças perante os grandes interesses económicos?
Vem isto a propósito do grande projecto para a zona de Mira, de uma empresa multinacional. Está na hora dos portugueses se mostrarem frontalmente contra os PINeleiros, governantes ou empresas. Está na hora, mas como a malta anda sempre atrasada, o mais certo é não termos invasões de activistas a supermercados para roubar os produtos das empresas em questão, o mais certo é não termos activistas a invectivar os PINeleiros nas suas aparições públicas, aliás, o mais certo é não termos activistas, porque vêm atrasados!
Esta ideia da PINeleirização foi pedida emprestada neste blog, mas era mais engraçado se chegasse aos meios de comunicação social, pois estamos na era Fónix!
JP+P
Uma das ideias da Europa foi definir um conjunto de zonas onde se faria uma cuidada gestão dos espaços naturais, a Rede Natura, impedindo a sua destruição pelos interesses económicos da população em geral e de autarcas corruptos em particular. Na defesa de um património que nos pertence a todos, e que deveria chegar preservado aos nossos vindouros!
Mas eis que o governo de José Sócrates descobre uma maneira de fazer pescadinhas de rabo na boca com as leis de protecção da Natureza, basta assinar um papel numa reunião de amigos e um projecto que destrói o ambiente passa a ser considerado de Potencial Interesse Nacional, um projecto PIN.
Depois de governos que promoveram a destruição das florestas das nossas serras, através da plantação de eucaliptos por empresas privadas e estatais, dando origem a um novo termo, a eucaliptização (este Verão essas empresas já andaram a sensibornar (sensibilizar para um problema através da oferta de almoços grátis) deputados do povinho eleitor para a necessidade de verbas do estado para retirar os eucaliptos e voltar a ter florestas nas nossas serras), temos agora um governo cujos elementos querem ficar conhecidos como os grandes PINeleiros do que resta da nossa Natureza.
Bem pode a QUERCUS protestar e estrebuchar, porque estes projectos PIN são mascarados de motores do desenvolvimento regional, e isto as pessoas gostam de ouvir. Só não se ouve ninguém dizer é que se fossem 50 pequenos projectos de pessoas da zona que agora vai ser destruída, que fossem verdadeiramente de desenvolvimento regional, o governo não acharia que era uma boa PINeleirização do País. Porque será que só as grandes empresas é que conseguem convencer os governantes? Porque será que os portugueses gostam tanto de baixar as calças perante os grandes interesses económicos?
Vem isto a propósito do grande projecto para a zona de Mira, de uma empresa multinacional. Está na hora dos portugueses se mostrarem frontalmente contra os PINeleiros, governantes ou empresas. Está na hora, mas como a malta anda sempre atrasada, o mais certo é não termos invasões de activistas a supermercados para roubar os produtos das empresas em questão, o mais certo é não termos activistas a invectivar os PINeleiros nas suas aparições públicas, aliás, o mais certo é não termos activistas, porque vêm atrasados!
Esta ideia da PINeleirização foi pedida emprestada neste blog, mas era mais engraçado se chegasse aos meios de comunicação social, pois estamos na era Fónix!
JP+P
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
DECLARAÇÕES DO DIRECTOR DA IGAI
Foram polémicas as declarações, o homem atreveu-se a dizer o que pensa e que é um retrato da realidade nas forças de segurança, disse aquilo que toda a gente sabe. Grande polémica instalada! Até fizeram um fórum na Antena 1, onde se passou esta cena verídica:
"Eduarda Maio: - Temos agora em linha o Sr. João Agostinho, que nos liga de Águas de Março. Bom Dia, o que pensa da situação das forças de segurança?
João Agostinho: - Pois vê-se bem que a polícia nem sempre cumpre com aquilo para que existe. Aqui na minha terra, costumo ir ver o futebol, mas o que se passa aqui passa-se também noutros locais. Não sou só eu a ver, quando estamos a ver um jogo anda lá sempre a polícia, de um lado para o outro, e nós ali nas bancadas a apoiar a nossa equipa, pagamos os nossos bilhetes e estamos ali a ver a nossa equipa a ser roubada pelo árbitro. Ora a polícia anda ali, está a ver o jogo, vê como nós vemos o árbitro a roubar a nossa equipa... e não faz nada. Podia, ao menos, ir falar com o quarto árbitro e avisar (interrupção abrupta baixando o volume do telefonema do ouvinte)
Eduarda Maio: - Muito obrigado Sr. João Agostinho (esforçando-se por não se rir), temos já outro ouvinte para nos dar a sua opinião..."
Este é daqueles momentos que gravados fariam uma carreira de sucesso no youtube! Desculpem os leitores por este assunto já ter passado de moda, as declarações já foram há mais de uma semana, mas como sabem a situação nas forças de segurança continua na mesma... continuam a ver os ladrões dos árbitros a roubar e não fazem nada, só sabem chatear os elementos das claques!
JP+P
domingo, 2 de dezembro de 2007
LEITURA OBRIGATÓRIA
O belogue do Arcebispo de Cantuária mudou para o sapo (acho que já aqui tinha referido esta migração), talvez para ver se as pedradas que lhe atiram caiam no charco...
Não evitei, hoje que é Domingo, pecar e roubar mais um autor:
Descubra as Diferenças II
O "período" é muito masculino.
Chateia meses a fio mas assim que sabe que a gaja está grávida, deixa de aparecer.
Rir ainda é o melhor remédio... e o governo ainda não se lembrou de lhe aplicar o IVA e entregar a sua distribuição aos colegas de quadrilha da Associação Nacional de Farmácias. Aproveitem meus amigos!
JP+P
Não evitei, hoje que é Domingo, pecar e roubar mais um autor:
Descubra as Diferenças II
O "período" é muito masculino.
Chateia meses a fio mas assim que sabe que a gaja está grávida, deixa de aparecer.
Rir ainda é o melhor remédio... e o governo ainda não se lembrou de lhe aplicar o IVA e entregar a sua distribuição aos colegas de quadrilha da Associação Nacional de Farmácias. Aproveitem meus amigos!
JP+P
AVADA KEDAVRA
Andava eu na blogosfera a rir-me à gargalhada com as "arcebispiadas", quando vejo um comentário da autora deste blog, curioso lá fui ver o blog e de lá subtraí este texto:
Ideias do cacete
Os CTT lançaram uma nova rede de telemóvel com um nome, vá lá... estúpido.
Phone-ix. Ó meus amigos, isto nem sequer é minimamente decente! Não estão mesmo a ver os malandrecos dos tugas a alterarem ligeiramente a sonoridade original desta palavra para um sugestivo Fónix?
Como diria o outro, qualquer dia, estão a fazer uma campanha com bolinha vermelha a acompanhar:
Phone-ix, uma rede fodida de boa!
Pela amostra, acho que não erro muito se fizer aqui publicidade (clicar aqui). Ao blog! Porque a publicidade ao Fónix já é garantida.
Ideias do cacete
Os CTT lançaram uma nova rede de telemóvel com um nome, vá lá... estúpido.
Phone-ix. Ó meus amigos, isto nem sequer é minimamente decente! Não estão mesmo a ver os malandrecos dos tugas a alterarem ligeiramente a sonoridade original desta palavra para um sugestivo Fónix?
Como diria o outro, qualquer dia, estão a fazer uma campanha com bolinha vermelha a acompanhar:
Phone-ix, uma rede fodida de boa!
Pela amostra, acho que não erro muito se fizer aqui publicidade (clicar aqui). Ao blog! Porque a publicidade ao Fónix já é garantida.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
na cara dela
Conhecemos na vida muita gente. Muitíssima mais fica por conhecer.
Tenho pouco interesse em gente nova. Algumas figuras históricas seriam interessantes. Quem gostaria, verdadeiramente, encontrar, era a senhora cujos filhos todos conhecemos: a Puta.
Pela senhora, e apenas por si, teria votado a favor do aborto, dir-lhe-ia na cara. E afinal você deu à luz nada mais que abortos. A senhora é a que os pariu a todos: todos os “azais”, todos os governantes e todos os outros filhos de todas as outras putas. Aprenderam bem e depressa. Fazem o que preciso for por dinheiro. Só não parem filhos.
Acredito que ame os seus meninos tanto quanto eu os odeio. Que os queira ver vivos, tanto quanto os quero ver mortos. Que os queira a demonstrar bem alto de quem são filhos. Nisso são ases, não precisa de se preocupar.
Não lhe agradeço o trabalho de os ter feito. Aliás, não só a senhora que os pariu sabe o que é ser mãe de tais filhos, como sabe ser filha de tal mãe. Não sabe, sua filha da puta?
made in eu
Tenho pouco interesse em gente nova. Algumas figuras históricas seriam interessantes. Quem gostaria, verdadeiramente, encontrar, era a senhora cujos filhos todos conhecemos: a Puta.
Pela senhora, e apenas por si, teria votado a favor do aborto, dir-lhe-ia na cara. E afinal você deu à luz nada mais que abortos. A senhora é a que os pariu a todos: todos os “azais”, todos os governantes e todos os outros filhos de todas as outras putas. Aprenderam bem e depressa. Fazem o que preciso for por dinheiro. Só não parem filhos.
Acredito que ame os seus meninos tanto quanto eu os odeio. Que os queira ver vivos, tanto quanto os quero ver mortos. Que os queira a demonstrar bem alto de quem são filhos. Nisso são ases, não precisa de se preocupar.
Não lhe agradeço o trabalho de os ter feito. Aliás, não só a senhora que os pariu sabe o que é ser mãe de tais filhos, como sabe ser filha de tal mãe. Não sabe, sua filha da puta?
made in eu
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
por um par de pernas
- Ouve lá ainda mádes contar essa história deves pensar queu estou a dormir na parada azar meu querido mas viram-te e olha quem eu tenho amigas amigas pázinho ranhoso que me farto aqui de trabalhar és homem não vales nada eu é que sou burra, a ti? A ti? Deves estar muito enganado muito enganadinho se pensas que isto fica assim ah mas ela vai saber ela e tu que ainda ontem te passei a roupa a ferro ir jantar? Jantar? Deves estar louquinho tu louquinho da mona se pensas queu ia agora contigo porra que metes nojo nem pensaste queu ia saber pois não? Mas tenho muitas amigas muitas amigas…
Por um par de pernas, pensou, por um par de pernas boas, aturar isto há anos…
- Não vales nada nada ó pensas calguém tatura? Hem, não dizes nada né? Aí caladinho desgraçado que nem a merda das meias pões no cesto aquela puta séria sou eu e ela équié boa e como foram logo apanhados coitadinhos pensavam que ninguém os via hádes vir comer ainda aqui…
Voltou-se Freud na sepultura. Deu uma volta sobre si, o iceberg do consciente. O ego tornou-se super e o super, ego. O subconsciente submergiu e como que se pulverizou de LSD, e os sons passaram as marcas da evolução, e as cores as da civilização, e cegueira tomou o lugar de visão e a visão a da naturalidade.
Como uma gazela enfrentando um leão. Com consciência ou sem ela, o leão precisa de nada apenas porque não sabendo que é leão não quer saber que é gazela.
- Devia pensar queu não ia saber aquela miserável ela que venha queu quero ver queu quero…
Percorreu a mão o espaço necessário à força suficiente para que silêncio se fizesse.
Do outro lado da parede ouviria quem lá estivesse ou quem se cruzasse na linha:
- Mãe, bateu-me.
- Para que vejas que eles são todos iguais. Para que saibas o que passei com o teu pai…
made in eu
Por um par de pernas, pensou, por um par de pernas boas, aturar isto há anos…
- Não vales nada nada ó pensas calguém tatura? Hem, não dizes nada né? Aí caladinho desgraçado que nem a merda das meias pões no cesto aquela puta séria sou eu e ela équié boa e como foram logo apanhados coitadinhos pensavam que ninguém os via hádes vir comer ainda aqui…
Voltou-se Freud na sepultura. Deu uma volta sobre si, o iceberg do consciente. O ego tornou-se super e o super, ego. O subconsciente submergiu e como que se pulverizou de LSD, e os sons passaram as marcas da evolução, e as cores as da civilização, e cegueira tomou o lugar de visão e a visão a da naturalidade.
Como uma gazela enfrentando um leão. Com consciência ou sem ela, o leão precisa de nada apenas porque não sabendo que é leão não quer saber que é gazela.
- Devia pensar queu não ia saber aquela miserável ela que venha queu quero ver queu quero…
Percorreu a mão o espaço necessário à força suficiente para que silêncio se fizesse.
Do outro lado da parede ouviria quem lá estivesse ou quem se cruzasse na linha:
- Mãe, bateu-me.
- Para que vejas que eles são todos iguais. Para que saibas o que passei com o teu pai…
made in eu
domingo, 18 de novembro de 2007
eco e raçografias
Nenhum orgão dá imagens menos nítidas numa ecografia que o cérebro feminino. Não há eco. Para haver, o som tem que ricochetear em algo, dizem os entendidos.
Só feminino?
A 14 de Outubro, James Watson, prémio nobel em 1962, por descobrir a estrutura do DNA, disse, numa entrevista, que as políticas para África estavam erradas por se partir do pressuposto que a inteligencia dos africanos era igual à deles (brancos) quando todos os testes indicavam o contrário.
Acrescentou que não havia razão para acreditar que raças geograficamente distantes tivessem evoluído da mesma maneira e que, embora esperasse que todos fossemos iguais, aqueles que têm que lidar com empregados negros sabem que não é assim.
Será James Watson um entendido? Acreditará também que existem diferenças de inteligência entre homens e mulheres, numa base biológica? E numa base orgástica em orgia de proteínas?
O cientista pediu que o desculpassem pela má interpretação.
Em 1997, o Sunday Telegraph atribuiu a Watson o seguinte: "Se o gene da homossexualidade fosse descoberto e uma grávida soubesse que o seu "bebé" o tinha, isso dar-lhe-ia direito para abortar".
Numa conferência, em 2000, mencionou ligações entre a cor da pele e a capacidade sexual, e entre o peso e a ambição.
Em 2003, num documentário na televisão inglesa, Watson sugeriu que a estupidez era uma doença genética e que deveria ser tratada.
Que qualidade de imagem se obteria num eco ao cérebro de James Watson?
Gosto de gente que me faz rir. Gosto de gente corajosa. Gosto de gente diferente.
Falta-me coragem e não faço rir ninguém. Excusado submeter-me a qualquer ecografia cerebral...
Um estudo, porém, passou ao lado do grande Watson. Que teria a dizer se alguma vez comentasse a genética dos portugueses? E das portuguesas?
Continuaria a afirmar que temos um DNA de duplo filamento em forma helicoidal? Ou o nosso é apenas paralelo, levando a que a fealdade e a estupidez caminhem lado a lado na vida, até que a morte as junte numa espiral sem eco?
made in eu
Só feminino?
A 14 de Outubro, James Watson, prémio nobel em 1962, por descobrir a estrutura do DNA, disse, numa entrevista, que as políticas para África estavam erradas por se partir do pressuposto que a inteligencia dos africanos era igual à deles (brancos) quando todos os testes indicavam o contrário.
Acrescentou que não havia razão para acreditar que raças geograficamente distantes tivessem evoluído da mesma maneira e que, embora esperasse que todos fossemos iguais, aqueles que têm que lidar com empregados negros sabem que não é assim.
Será James Watson um entendido? Acreditará também que existem diferenças de inteligência entre homens e mulheres, numa base biológica? E numa base orgástica em orgia de proteínas?
O cientista pediu que o desculpassem pela má interpretação.
Em 1997, o Sunday Telegraph atribuiu a Watson o seguinte: "Se o gene da homossexualidade fosse descoberto e uma grávida soubesse que o seu "bebé" o tinha, isso dar-lhe-ia direito para abortar".
Numa conferência, em 2000, mencionou ligações entre a cor da pele e a capacidade sexual, e entre o peso e a ambição.
Em 2003, num documentário na televisão inglesa, Watson sugeriu que a estupidez era uma doença genética e que deveria ser tratada.
Que qualidade de imagem se obteria num eco ao cérebro de James Watson?
Gosto de gente que me faz rir. Gosto de gente corajosa. Gosto de gente diferente.
Falta-me coragem e não faço rir ninguém. Excusado submeter-me a qualquer ecografia cerebral...
Um estudo, porém, passou ao lado do grande Watson. Que teria a dizer se alguma vez comentasse a genética dos portugueses? E das portuguesas?
Continuaria a afirmar que temos um DNA de duplo filamento em forma helicoidal? Ou o nosso é apenas paralelo, levando a que a fealdade e a estupidez caminhem lado a lado na vida, até que a morte as junte numa espiral sem eco?
made in eu
sábado, 17 de novembro de 2007
Arthur
Duas coisas Arthur não suportava em Portugal: as portuguesas e o Porto.
O quanto ele gostava das portuenses nunca o disse. Imagine quem quiser. Não é difícil.
made in eu
O quanto ele gostava das portuenses nunca o disse. Imagine quem quiser. Não é difícil.
made in eu
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