Diz-se que orto vem do grego (ortha-) que significa correctamente. Nesta acredito.
A senhora Bhutto foi assassinada, dizem. Eu não vi, mas também acredito. Lá no Paquistão (um poeta acrescentaria: onde as mulheres são tratadas abaixo de cão), país representado em qualquer mapa ou globo e que eu acredito que exista, não se matam apenas mulheres líderes. Homens são também chacinados, tomem disto nota as feministas.
Ficava mal com a consciência (a dualidade pessoa/consciência com separação de "quero, posso e mando", ainda há-de ser explicada. Acredite quem quiser) se lamentasse o facto paquistanês.
Que me interessa a mim a vida e morte de Benazir Bhutto? Era política e eu abro um espumante barato quando sei da morte de algum do gang. Neste caso não o faço. Guardo o espumante para os da minha pátria. Merecem mais.
Debaixo daquelas vestes, no Paquistão, há "tomates escondidos", ao contrário dos fatos de marca, dos portugueses, que escondem, entre outras coisas, talões de compra de géis depilatórios.
Aqui não se assassinam políticos. Mais fica. Abrirei o espumante na passagem do ano, em que acredito que vamos continuar a ser ortofodidos por governantes sem tomates, ou pelo menos com eles depilados, o que dá no mesmo.
made in eu
domingo, 30 de dezembro de 2007
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Já!
Portugal que assine, e já, o acordo ortográfico, sem pestanejar.
O que era do Português sem o Brasil?
made in eu
O que era do Português sem o Brasil?
made in eu
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
o grande livro das ilustrações
Uma balança sempre na mente, dizia Manuel, para pesar os prós e os contras de tudo.
Pesar? O amigo achava que não era uma questão de peso.
Não compensa. Às vezes a performance sai bem e ela não te larga mais e é aí que torce o rabo, a porca. Aí, é o caos. Aí, tens que lhe contar a verdade e aí ela vai-se sentir traída. Traída por si mesma.
Caos? O amigo não acreditava em relações caóticas.
A verdadeira traição é delas e é essa que lhes dói mais. Elas traem-se a si próprias ao acreditar em contos de fadas. Elas são as traidoras, sabem-no mas negam-no e ao negá-lo transformam-se no que sabemos: algo do qual queremos estar longe.
Estar longe? O amigo não acreditava em distâncias.
Não compensa, amigo. Por um pouco de coisa nenhuma não vale a pena perder tudo, ainda que tudo seja quase nada.
Perder tudo? O amigo nunca perdia nada.
Vamos?
És muito certinho. Olha que só as neuróticas é que gostam disso. As verdadeiras mulheres… a minha é de punho fechado por onde a apanho. Nem o bico abre. É uma santa. Santifiquei-a eu.
Cai o pano. Sem molas da roupa e com o vento, a flanela voou em direcção aos dois amigos que caminhavam e se olhavam com a mesma comiseração.
made in eu
Pesar? O amigo achava que não era uma questão de peso.
Não compensa. Às vezes a performance sai bem e ela não te larga mais e é aí que torce o rabo, a porca. Aí, é o caos. Aí, tens que lhe contar a verdade e aí ela vai-se sentir traída. Traída por si mesma.
Caos? O amigo não acreditava em relações caóticas.
A verdadeira traição é delas e é essa que lhes dói mais. Elas traem-se a si próprias ao acreditar em contos de fadas. Elas são as traidoras, sabem-no mas negam-no e ao negá-lo transformam-se no que sabemos: algo do qual queremos estar longe.
Estar longe? O amigo não acreditava em distâncias.
Não compensa, amigo. Por um pouco de coisa nenhuma não vale a pena perder tudo, ainda que tudo seja quase nada.
Perder tudo? O amigo nunca perdia nada.
Vamos?
És muito certinho. Olha que só as neuróticas é que gostam disso. As verdadeiras mulheres… a minha é de punho fechado por onde a apanho. Nem o bico abre. É uma santa. Santifiquei-a eu.
Cai o pano. Sem molas da roupa e com o vento, a flanela voou em direcção aos dois amigos que caminhavam e se olhavam com a mesma comiseração.
made in eu
"Amar acima de tudo a liberdade" Beethoven
Filhos-da-puta são todos os que acham que devem poder decidir o que os outros podem ou não fazer, ler, ouvir, et cetera.
O clip mostra o nojo dos filhos-da-puta que governavam o Brasil em 1973
O clip mostra o nojo dos filhos-da-puta que governavam o Brasil em 1973
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
HOJE É NATAL
Os bandalhos desejam a todos os leitores uma boa almoçarada, muita felicidade neste dia! Gajas só estrangeiras, gajos podem ser tugas, mas têm que abandalhar bem! Prendas para quê?
Este post RESISTIU aos habituais atrasos com os correios nesta época parva!
Seguem-se as assinaturas dos bandalhos de serviço:
S * Tê * made in eu * rosina ramos * ai o canedo * jc * JP+P * Conde Afonso * Benvinda das Dores e Morais * Pinus * Doutor Zeca
Este post RESISTIU aos habituais atrasos com os correios nesta época parva!
Seguem-se as assinaturas dos bandalhos de serviço:
S * Tê * made in eu * rosina ramos * ai o canedo * jc * JP+P * Conde Afonso * Benvinda das Dores e Morais * Pinus * Doutor Zeca
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
CONSOANTE COM A CONSOADA
Prestem atenção a esta pérola, roubada por aí!
No blogue original chamava-se "NOBEL":
Investigador português descobre doença para a cura do bacalhau.
Para quem não acredita, aqui pode procurar o original: http://souburro.blogspot.com/
JP+P
No blogue original chamava-se "NOBEL":
Investigador português descobre doença para a cura do bacalhau.
Para quem não acredita, aqui pode procurar o original: http://souburro.blogspot.com/
JP+P
domingo, 23 de dezembro de 2007
esse desconhecido...
Esforçam-se pelo raro orgasmo feminino e pelo controlo do seu próprio.
Bem-aventurados os homens porque é deles o "Reino dos Céus".
made in eu
Bem-aventurados os homens porque é deles o "Reino dos Céus".
made in eu
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Exmas Senhoras Donas
As mulheres querem vincar a sua personalidade sendo diferentes umas das outras.
Diferentes mas modernas.
Tão modernas e diferentes, que chegam a calçar botas mais bonitas que elas próprias, malas mais bem feitas e telemóveis mais inteligentes.
Mais burras só mesmo as outras, tão modernas e diferentes.
made in eu
Diferentes mas modernas.
Tão modernas e diferentes, que chegam a calçar botas mais bonitas que elas próprias, malas mais bem feitas e telemóveis mais inteligentes.
Mais burras só mesmo as outras, tão modernas e diferentes.
made in eu
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Tais palavras tirou do experto peito:
Para lá do Marão, mandam os que lá estão.
Brilhante frase. Quem a disse? De onde?
Porque haveriam de querer mandar, para lá do Marão, os que cá estão?
Não sei onde fica o Marão. Para lá do, ainda menos.
Sei apenas que as mulheres de lá são como as miúdas das escolas secundárias, cantadas pelo Grupo de Baile: com mais buço que pentelho.
Assim, mandam os, ou mandam as que lá estão?
Não me interessa. Nem me interessa quem se interesse. Apenas as frases populares e a sabedoria que demonstram.
A dica, a quem quiser demonstrar a glória deste povo em valorosas palavras: Tão paneleiro é o que vai, como o que deixa ir.
E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram.
made in eu
Brilhante frase. Quem a disse? De onde?
Porque haveriam de querer mandar, para lá do Marão, os que cá estão?
Não sei onde fica o Marão. Para lá do, ainda menos.
Sei apenas que as mulheres de lá são como as miúdas das escolas secundárias, cantadas pelo Grupo de Baile: com mais buço que pentelho.
Assim, mandam os, ou mandam as que lá estão?
Não me interessa. Nem me interessa quem se interesse. Apenas as frases populares e a sabedoria que demonstram.
A dica, a quem quiser demonstrar a glória deste povo em valorosas palavras: Tão paneleiro é o que vai, como o que deixa ir.
E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram.
made in eu
minhas as palavras d' ELE
Não devemos ser sérios nos blogues, pois não? Não podemos estar a moralizar o monte de merda que o mundo é. Eu quero que se fodam os políticos e as políticas; os que fazem política e as que fazem broches; os caçadores e as caçadas; as de mamas grandes; os que calçam de 41 para cima; as que usam lingerie mas não engolem; os aeroportos da OTA e de Alcochete; os chefes de governo; os pretos racistas; as putas a despachar; et cetera.
Avacalhar, avacalhar, avacalhar.
Deu-me para me vir para cima da pátria e não para cima das patriotas, de alma ou nascença.
Quando já não der para me vir mais, mijarei para os pés e isso, tal como aos políticos e as políticas, e aos que fazem política, e às que fazem broches... quero que foda.
No hard feelings :))))) *********
Avacalhar, avacalhar, avacalhar.
Deu-me para me vir para cima da pátria e não para cima das patriotas, de alma ou nascença.
Quando já não der para me vir mais, mijarei para os pés e isso, tal como aos políticos e as políticas, e aos que fazem política, e às que fazem broches... quero que foda.
No hard feelings :))))) *********
S
sábado, 15 de dezembro de 2007
perturbação
Louis William pintou gatos. Muitos. São notórios os bichanos pintados no período psicótico de William. Louis era esquizofrénico e a sua realidade (?) aparece nos olhos dos felinos, aos olhos de todos.
Nós somos os gatos do primeiro-ministro. Aos seus olhos, aparecemos distorcidos e com formas fantásticas e hostis.
O escape da realidade é mais grave para nós que para ele. Não somo tintas em tela mas só o sabemos nós; ele julga-se artista e dos bons.
Louis William passou os últimos anos de sua vida, num hospício, pintando gatos. Outra coisa não sabia fazer. Outra coisa não poderia ter feito.
Não imagino onde acabará o primeiro-ministro. O seu, e nosso hospício, é o país esquizofrénico que governa. A sua esquizofrenia é o seu sorriso, e as mentiras, o seu miar.
O nosso gato, por nós alucinado - louco que nos enlouquece – na tela em que nos pinta mentiras, não pode ser mais que uma ilusão, ou a desilusão, de algum louco pintor que julgava ser fácil pintar um filho-da-puta.
Pintou-o, mas foi difícil.
Miau…
made in eu
Nós somos os gatos do primeiro-ministro. Aos seus olhos, aparecemos distorcidos e com formas fantásticas e hostis.
O escape da realidade é mais grave para nós que para ele. Não somo tintas em tela mas só o sabemos nós; ele julga-se artista e dos bons.
Louis William passou os últimos anos de sua vida, num hospício, pintando gatos. Outra coisa não sabia fazer. Outra coisa não poderia ter feito.
Não imagino onde acabará o primeiro-ministro. O seu, e nosso hospício, é o país esquizofrénico que governa. A sua esquizofrenia é o seu sorriso, e as mentiras, o seu miar.
O nosso gato, por nós alucinado - louco que nos enlouquece – na tela em que nos pinta mentiras, não pode ser mais que uma ilusão, ou a desilusão, de algum louco pintor que julgava ser fácil pintar um filho-da-puta.
Pintou-o, mas foi difícil.
Miau…
made in eu
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
sexo em guerra
Nunca ninguém ganhará a Guerra dos Sexos. Há demasiada confraternização com o inimigo.
Henry Kissinger
Henry Kissinger
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
PRENDINHAS DE NATAL BARATAS
Soubemos agora mesmo, de fonte insegura (aquelas que mesmo fechando bem a torneira sempre deixam cair a água em ritmo de ping, ping, ping), que um funcionário púbico, vendo o seu poder de compra diminuido a cada ano que passa, resolveu de forma barata o problema das prendinhas de Natal.
Na impressora do seu serviço, imprimiu dos dois lados em papel branquinho (que pena o serviço não utilizar papel reciclado, ficava bem mais simpático) alguns dos melhores textos deste blog, recortou umas cartolinas velhas e colou umas etiquetas, feitas pela sua imaginação, usando ainda a impressora do serviço, a fazer a capa: AS MELHORES PIADINHAS E TORRADINHAS, e outra: COLHEITA 2006-2007, e na contra-capa outra etiqueta: LIVRO ÚNICO E NÃO PREFACIADO PELO COLECTOR - ANTÓNIO TONI-TONI.
Não gastou dinheiro nenhum, e fez assim 10 livrinhos de alta qualidade literária, para oferecer à família e amigos mais chegados. Prendinhas personalizadas!
A este leitor amigo o obrigado pela divulgação! Um dia instituimos um prémio ao melhor divulgador de piadinhas e torradinhas, o prémio Herman José (sendo que será ele a patrocinar o prémio, oferecendo um pequeno almoço com torradas e tortas na casa das tortas de Azeitão).
JP+P
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
TORRADINHAS REQUENTADAS
Como já há pouca gente que consiga ler este blog todo, como quem lê um romance (felizmente há excepções, que nos deixam orgulhosos desta produção escrita, se bem que é na China!), aqui fica uma novidade neste blog: A TORRADINHA REQUENTADA!
É fácil, vai-se um ano para trás e escolhe-se um texto, faz-se um copiar da ligação directa ao texto em causa e cola-se aqui, para ler basta clicar!
É fácil, vai-se um ano para trás e escolhe-se um texto, faz-se um copiar da ligação directa ao texto em causa e cola-se aqui, para ler basta clicar!
domingo, 9 de dezembro de 2007
Fez-se luz
Il brillait comme un soleil,
Sa chevelure était blonde;
Il n'eût pas eu son pareil,
S'il eût été seul au monde.
Il eut des talents divers;
Même on assure une chose :
Quand il écrivait des vers
Il n'écrivait pas en prose.
La Palisse fez-me ver o quanto estou errado. Se não tivesse visto, julgaria estar certo.
Os portugueses não são burros. Os outros é que são inteligentes.
As portuguesas não são repelentes. As outras é que são atraentes.
made in eu
Sa chevelure était blonde;
Il n'eût pas eu son pareil,
S'il eût été seul au monde.
Il eut des talents divers;
Même on assure une chose :
Quand il écrivait des vers
Il n'écrivait pas en prose.
La Palisse fez-me ver o quanto estou errado. Se não tivesse visto, julgaria estar certo.
Os portugueses não são burros. Os outros é que são inteligentes.
As portuguesas não são repelentes. As outras é que são atraentes.
made in eu
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
O FERIADO NESTE BLOG É NO DIA 7
Por uma rasão óbvia, o feriado neste blog é no dia 7. Hoje nada de novo!
Amanhã, como é feriado nacional, talvez ninguém se lembre de nenhuma piadinha, depois é Domingo, bom dia para também não escrever aqui nada.
JP+P
Amanhã, como é feriado nacional, talvez ninguém se lembre de nenhuma piadinha, depois é Domingo, bom dia para também não escrever aqui nada.
JP+P
guerra dos mundos
O mundo fez em mim uma gigantesca cagada. Fez bem. Nem melhor, nem pior, do que lhe faço eu.
Um dia, mais cedo ou mais tarde, vai dar-me um pontapé no cu.
Engana-se se julga que ficará a rir.
Tenho um mundo só meu. Esse levo-o. Comigo desaparecerá, quando e aonde eu desaparecer, o meu mundo.
made in eu
Um dia, mais cedo ou mais tarde, vai dar-me um pontapé no cu.
Engana-se se julga que ficará a rir.
Tenho um mundo só meu. Esse levo-o. Comigo desaparecerá, quando e aonde eu desaparecer, o meu mundo.
made in eu
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
delas não
É melhor não contar anedotas de portuguesas, digo eu, por outra coisa que disse Confucio: Rir de quem nos faz chorar é a pior das misérias.
made in eu
made in eu
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
aliança luso-britânica
Ouvida de passagem, em plena baixa pombalina, entre uma inglesa e um portuga:
- Do you mean it?
- Yes! If you broche me.
made in eu
- Do you mean it?
- Yes! If you broche me.
made in eu
para osbandalhos ambientalistas, um estudo de quem não tem mais nada que fazer hehe
Divórcio prejudica o meio ambiente, diz estudo
Casais divorciados provocam aumento no número de domicílios
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, indica que o divórcio tem um impacto negativo sobre o meio ambiente, já que a decisão leva a um aumento no número de domicílios e no consumo de recursos cada vez mais limitados, como energia e água.
A pesquisa analisou a situação da moradia em 12 países entre 1998 e 2000, inclusive o Brasil. Os pesquisadores fizeram uma comparação entre o tamanho das casas e o número de quartos em residências de casais divorciados e casados e, a partir disso, fizeram uma estimativa do número de domicílios adicionais criados por causa dos divórcios.
Os dados levantados apontam que, em 2000, pessoas que se divorciaram ocupavam no Brasil 410.413 novos domicílios e cerca de 3,7 milhões de novos quartos.
Em 2005, apenas nos Estados Unidos, os domicílios de casais divorciados poderiam ter economizado 73 bilhões de quilowatts por hora de eletricidade e cerca de 2,37 trilhões de litros d'água se “sua eficiência no uso de recursos fosse comparável à de lares de pessoas casadas”, diz o estudo.
De acordo com Jiangao Liu, que liderou a pesquisa, “o divórcio demanda muita energia, e requer soluções criativas.”
Lixo
Divulgado nesta segunda-feira pela publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o estudo também diz que casais divorciados podem produzir mais lixo e poluição atmosférica, o que contribui para as mudanças climáticas e provoca impactos na biodiversidade.
“Quando o divórcio acontece, alguns objetos compartilhados são jogados fora e novos utensílios domésticos são comprados. É provável que as visitas dos pais divorciados a seus filhos também aumentem o consume de energia e a emissão de gases do efeito estufa”, diz a pesquisa.
Para os estudiosos, o divórcio deve continuar provocando impactos no meio ambiente caso os governos não criem políticas para reduzir a dissolução dos domicílios.
Segundo o estudo, “os impactos ambientais do divórcio e outros estilos de vida, como a separação, devem ser considerados tanto quando são feitas escolhas pessoais como em políticas do governo”.
“As moradias de casais divorciados devem também melhorar a eficiência no uso dos recursos limitados.”
Casais divorciados provocam aumento no número de domicílios
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, indica que o divórcio tem um impacto negativo sobre o meio ambiente, já que a decisão leva a um aumento no número de domicílios e no consumo de recursos cada vez mais limitados, como energia e água.
A pesquisa analisou a situação da moradia em 12 países entre 1998 e 2000, inclusive o Brasil. Os pesquisadores fizeram uma comparação entre o tamanho das casas e o número de quartos em residências de casais divorciados e casados e, a partir disso, fizeram uma estimativa do número de domicílios adicionais criados por causa dos divórcios.
Os dados levantados apontam que, em 2000, pessoas que se divorciaram ocupavam no Brasil 410.413 novos domicílios e cerca de 3,7 milhões de novos quartos.
Em 2005, apenas nos Estados Unidos, os domicílios de casais divorciados poderiam ter economizado 73 bilhões de quilowatts por hora de eletricidade e cerca de 2,37 trilhões de litros d'água se “sua eficiência no uso de recursos fosse comparável à de lares de pessoas casadas”, diz o estudo.
De acordo com Jiangao Liu, que liderou a pesquisa, “o divórcio demanda muita energia, e requer soluções criativas.”
Lixo
Divulgado nesta segunda-feira pela publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o estudo também diz que casais divorciados podem produzir mais lixo e poluição atmosférica, o que contribui para as mudanças climáticas e provoca impactos na biodiversidade.
“Quando o divórcio acontece, alguns objetos compartilhados são jogados fora e novos utensílios domésticos são comprados. É provável que as visitas dos pais divorciados a seus filhos também aumentem o consume de energia e a emissão de gases do efeito estufa”, diz a pesquisa.
Para os estudiosos, o divórcio deve continuar provocando impactos no meio ambiente caso os governos não criem políticas para reduzir a dissolução dos domicílios.
Segundo o estudo, “os impactos ambientais do divórcio e outros estilos de vida, como a separação, devem ser considerados tanto quando são feitas escolhas pessoais como em políticas do governo”.
“As moradias de casais divorciados devem também melhorar a eficiência no uso dos recursos limitados.”
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
PINELEIROS
A defesa do ambiente está na moda, mas muito por causa das leis europeias, que obrigam a respeitar a saúde pública, os recursos naturais, as espécies selvagens e até as espécies domésticas.
Uma das ideias da Europa foi definir um conjunto de zonas onde se faria uma cuidada gestão dos espaços naturais, a Rede Natura, impedindo a sua destruição pelos interesses económicos da população em geral e de autarcas corruptos em particular. Na defesa de um património que nos pertence a todos, e que deveria chegar preservado aos nossos vindouros!
Mas eis que o governo de José Sócrates descobre uma maneira de fazer pescadinhas de rabo na boca com as leis de protecção da Natureza, basta assinar um papel numa reunião de amigos e um projecto que destrói o ambiente passa a ser considerado de Potencial Interesse Nacional, um projecto PIN.
Depois de governos que promoveram a destruição das florestas das nossas serras, através da plantação de eucaliptos por empresas privadas e estatais, dando origem a um novo termo, a eucaliptização (este Verão essas empresas já andaram a sensibornar (sensibilizar para um problema através da oferta de almoços grátis) deputados do povinho eleitor para a necessidade de verbas do estado para retirar os eucaliptos e voltar a ter florestas nas nossas serras), temos agora um governo cujos elementos querem ficar conhecidos como os grandes PINeleiros do que resta da nossa Natureza.
Bem pode a QUERCUS protestar e estrebuchar, porque estes projectos PIN são mascarados de motores do desenvolvimento regional, e isto as pessoas gostam de ouvir. Só não se ouve ninguém dizer é que se fossem 50 pequenos projectos de pessoas da zona que agora vai ser destruída, que fossem verdadeiramente de desenvolvimento regional, o governo não acharia que era uma boa PINeleirização do País. Porque será que só as grandes empresas é que conseguem convencer os governantes? Porque será que os portugueses gostam tanto de baixar as calças perante os grandes interesses económicos?
Vem isto a propósito do grande projecto para a zona de Mira, de uma empresa multinacional. Está na hora dos portugueses se mostrarem frontalmente contra os PINeleiros, governantes ou empresas. Está na hora, mas como a malta anda sempre atrasada, o mais certo é não termos invasões de activistas a supermercados para roubar os produtos das empresas em questão, o mais certo é não termos activistas a invectivar os PINeleiros nas suas aparições públicas, aliás, o mais certo é não termos activistas, porque vêm atrasados!
Esta ideia da PINeleirização foi pedida emprestada neste blog, mas era mais engraçado se chegasse aos meios de comunicação social, pois estamos na era Fónix!
JP+P
Uma das ideias da Europa foi definir um conjunto de zonas onde se faria uma cuidada gestão dos espaços naturais, a Rede Natura, impedindo a sua destruição pelos interesses económicos da população em geral e de autarcas corruptos em particular. Na defesa de um património que nos pertence a todos, e que deveria chegar preservado aos nossos vindouros!
Mas eis que o governo de José Sócrates descobre uma maneira de fazer pescadinhas de rabo na boca com as leis de protecção da Natureza, basta assinar um papel numa reunião de amigos e um projecto que destrói o ambiente passa a ser considerado de Potencial Interesse Nacional, um projecto PIN.
Depois de governos que promoveram a destruição das florestas das nossas serras, através da plantação de eucaliptos por empresas privadas e estatais, dando origem a um novo termo, a eucaliptização (este Verão essas empresas já andaram a sensibornar (sensibilizar para um problema através da oferta de almoços grátis) deputados do povinho eleitor para a necessidade de verbas do estado para retirar os eucaliptos e voltar a ter florestas nas nossas serras), temos agora um governo cujos elementos querem ficar conhecidos como os grandes PINeleiros do que resta da nossa Natureza.
Bem pode a QUERCUS protestar e estrebuchar, porque estes projectos PIN são mascarados de motores do desenvolvimento regional, e isto as pessoas gostam de ouvir. Só não se ouve ninguém dizer é que se fossem 50 pequenos projectos de pessoas da zona que agora vai ser destruída, que fossem verdadeiramente de desenvolvimento regional, o governo não acharia que era uma boa PINeleirização do País. Porque será que só as grandes empresas é que conseguem convencer os governantes? Porque será que os portugueses gostam tanto de baixar as calças perante os grandes interesses económicos?
Vem isto a propósito do grande projecto para a zona de Mira, de uma empresa multinacional. Está na hora dos portugueses se mostrarem frontalmente contra os PINeleiros, governantes ou empresas. Está na hora, mas como a malta anda sempre atrasada, o mais certo é não termos invasões de activistas a supermercados para roubar os produtos das empresas em questão, o mais certo é não termos activistas a invectivar os PINeleiros nas suas aparições públicas, aliás, o mais certo é não termos activistas, porque vêm atrasados!
Esta ideia da PINeleirização foi pedida emprestada neste blog, mas era mais engraçado se chegasse aos meios de comunicação social, pois estamos na era Fónix!
JP+P
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
DECLARAÇÕES DO DIRECTOR DA IGAI
Foram polémicas as declarações, o homem atreveu-se a dizer o que pensa e que é um retrato da realidade nas forças de segurança, disse aquilo que toda a gente sabe. Grande polémica instalada! Até fizeram um fórum na Antena 1, onde se passou esta cena verídica:
"Eduarda Maio: - Temos agora em linha o Sr. João Agostinho, que nos liga de Águas de Março. Bom Dia, o que pensa da situação das forças de segurança?
João Agostinho: - Pois vê-se bem que a polícia nem sempre cumpre com aquilo para que existe. Aqui na minha terra, costumo ir ver o futebol, mas o que se passa aqui passa-se também noutros locais. Não sou só eu a ver, quando estamos a ver um jogo anda lá sempre a polícia, de um lado para o outro, e nós ali nas bancadas a apoiar a nossa equipa, pagamos os nossos bilhetes e estamos ali a ver a nossa equipa a ser roubada pelo árbitro. Ora a polícia anda ali, está a ver o jogo, vê como nós vemos o árbitro a roubar a nossa equipa... e não faz nada. Podia, ao menos, ir falar com o quarto árbitro e avisar (interrupção abrupta baixando o volume do telefonema do ouvinte)
Eduarda Maio: - Muito obrigado Sr. João Agostinho (esforçando-se por não se rir), temos já outro ouvinte para nos dar a sua opinião..."
Este é daqueles momentos que gravados fariam uma carreira de sucesso no youtube! Desculpem os leitores por este assunto já ter passado de moda, as declarações já foram há mais de uma semana, mas como sabem a situação nas forças de segurança continua na mesma... continuam a ver os ladrões dos árbitros a roubar e não fazem nada, só sabem chatear os elementos das claques!
JP+P
domingo, 2 de dezembro de 2007
LEITURA OBRIGATÓRIA
O belogue do Arcebispo de Cantuária mudou para o sapo (acho que já aqui tinha referido esta migração), talvez para ver se as pedradas que lhe atiram caiam no charco...
Não evitei, hoje que é Domingo, pecar e roubar mais um autor:
Descubra as Diferenças II
O "período" é muito masculino.
Chateia meses a fio mas assim que sabe que a gaja está grávida, deixa de aparecer.
Rir ainda é o melhor remédio... e o governo ainda não se lembrou de lhe aplicar o IVA e entregar a sua distribuição aos colegas de quadrilha da Associação Nacional de Farmácias. Aproveitem meus amigos!
JP+P
Não evitei, hoje que é Domingo, pecar e roubar mais um autor:
Descubra as Diferenças II
O "período" é muito masculino.
Chateia meses a fio mas assim que sabe que a gaja está grávida, deixa de aparecer.
Rir ainda é o melhor remédio... e o governo ainda não se lembrou de lhe aplicar o IVA e entregar a sua distribuição aos colegas de quadrilha da Associação Nacional de Farmácias. Aproveitem meus amigos!
JP+P
AVADA KEDAVRA
Andava eu na blogosfera a rir-me à gargalhada com as "arcebispiadas", quando vejo um comentário da autora deste blog, curioso lá fui ver o blog e de lá subtraí este texto:
Ideias do cacete
Os CTT lançaram uma nova rede de telemóvel com um nome, vá lá... estúpido.
Phone-ix. Ó meus amigos, isto nem sequer é minimamente decente! Não estão mesmo a ver os malandrecos dos tugas a alterarem ligeiramente a sonoridade original desta palavra para um sugestivo Fónix?
Como diria o outro, qualquer dia, estão a fazer uma campanha com bolinha vermelha a acompanhar:
Phone-ix, uma rede fodida de boa!
Pela amostra, acho que não erro muito se fizer aqui publicidade (clicar aqui). Ao blog! Porque a publicidade ao Fónix já é garantida.
Ideias do cacete
Os CTT lançaram uma nova rede de telemóvel com um nome, vá lá... estúpido.
Phone-ix. Ó meus amigos, isto nem sequer é minimamente decente! Não estão mesmo a ver os malandrecos dos tugas a alterarem ligeiramente a sonoridade original desta palavra para um sugestivo Fónix?
Como diria o outro, qualquer dia, estão a fazer uma campanha com bolinha vermelha a acompanhar:
Phone-ix, uma rede fodida de boa!
Pela amostra, acho que não erro muito se fizer aqui publicidade (clicar aqui). Ao blog! Porque a publicidade ao Fónix já é garantida.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
na cara dela
Conhecemos na vida muita gente. Muitíssima mais fica por conhecer.
Tenho pouco interesse em gente nova. Algumas figuras históricas seriam interessantes. Quem gostaria, verdadeiramente, encontrar, era a senhora cujos filhos todos conhecemos: a Puta.
Pela senhora, e apenas por si, teria votado a favor do aborto, dir-lhe-ia na cara. E afinal você deu à luz nada mais que abortos. A senhora é a que os pariu a todos: todos os “azais”, todos os governantes e todos os outros filhos de todas as outras putas. Aprenderam bem e depressa. Fazem o que preciso for por dinheiro. Só não parem filhos.
Acredito que ame os seus meninos tanto quanto eu os odeio. Que os queira ver vivos, tanto quanto os quero ver mortos. Que os queira a demonstrar bem alto de quem são filhos. Nisso são ases, não precisa de se preocupar.
Não lhe agradeço o trabalho de os ter feito. Aliás, não só a senhora que os pariu sabe o que é ser mãe de tais filhos, como sabe ser filha de tal mãe. Não sabe, sua filha da puta?
made in eu
Tenho pouco interesse em gente nova. Algumas figuras históricas seriam interessantes. Quem gostaria, verdadeiramente, encontrar, era a senhora cujos filhos todos conhecemos: a Puta.
Pela senhora, e apenas por si, teria votado a favor do aborto, dir-lhe-ia na cara. E afinal você deu à luz nada mais que abortos. A senhora é a que os pariu a todos: todos os “azais”, todos os governantes e todos os outros filhos de todas as outras putas. Aprenderam bem e depressa. Fazem o que preciso for por dinheiro. Só não parem filhos.
Acredito que ame os seus meninos tanto quanto eu os odeio. Que os queira ver vivos, tanto quanto os quero ver mortos. Que os queira a demonstrar bem alto de quem são filhos. Nisso são ases, não precisa de se preocupar.
Não lhe agradeço o trabalho de os ter feito. Aliás, não só a senhora que os pariu sabe o que é ser mãe de tais filhos, como sabe ser filha de tal mãe. Não sabe, sua filha da puta?
made in eu
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
por um par de pernas
- Ouve lá ainda mádes contar essa história deves pensar queu estou a dormir na parada azar meu querido mas viram-te e olha quem eu tenho amigas amigas pázinho ranhoso que me farto aqui de trabalhar és homem não vales nada eu é que sou burra, a ti? A ti? Deves estar muito enganado muito enganadinho se pensas que isto fica assim ah mas ela vai saber ela e tu que ainda ontem te passei a roupa a ferro ir jantar? Jantar? Deves estar louquinho tu louquinho da mona se pensas queu ia agora contigo porra que metes nojo nem pensaste queu ia saber pois não? Mas tenho muitas amigas muitas amigas…
Por um par de pernas, pensou, por um par de pernas boas, aturar isto há anos…
- Não vales nada nada ó pensas calguém tatura? Hem, não dizes nada né? Aí caladinho desgraçado que nem a merda das meias pões no cesto aquela puta séria sou eu e ela équié boa e como foram logo apanhados coitadinhos pensavam que ninguém os via hádes vir comer ainda aqui…
Voltou-se Freud na sepultura. Deu uma volta sobre si, o iceberg do consciente. O ego tornou-se super e o super, ego. O subconsciente submergiu e como que se pulverizou de LSD, e os sons passaram as marcas da evolução, e as cores as da civilização, e cegueira tomou o lugar de visão e a visão a da naturalidade.
Como uma gazela enfrentando um leão. Com consciência ou sem ela, o leão precisa de nada apenas porque não sabendo que é leão não quer saber que é gazela.
- Devia pensar queu não ia saber aquela miserável ela que venha queu quero ver queu quero…
Percorreu a mão o espaço necessário à força suficiente para que silêncio se fizesse.
Do outro lado da parede ouviria quem lá estivesse ou quem se cruzasse na linha:
- Mãe, bateu-me.
- Para que vejas que eles são todos iguais. Para que saibas o que passei com o teu pai…
made in eu
Por um par de pernas, pensou, por um par de pernas boas, aturar isto há anos…
- Não vales nada nada ó pensas calguém tatura? Hem, não dizes nada né? Aí caladinho desgraçado que nem a merda das meias pões no cesto aquela puta séria sou eu e ela équié boa e como foram logo apanhados coitadinhos pensavam que ninguém os via hádes vir comer ainda aqui…
Voltou-se Freud na sepultura. Deu uma volta sobre si, o iceberg do consciente. O ego tornou-se super e o super, ego. O subconsciente submergiu e como que se pulverizou de LSD, e os sons passaram as marcas da evolução, e as cores as da civilização, e cegueira tomou o lugar de visão e a visão a da naturalidade.
Como uma gazela enfrentando um leão. Com consciência ou sem ela, o leão precisa de nada apenas porque não sabendo que é leão não quer saber que é gazela.
- Devia pensar queu não ia saber aquela miserável ela que venha queu quero ver queu quero…
Percorreu a mão o espaço necessário à força suficiente para que silêncio se fizesse.
Do outro lado da parede ouviria quem lá estivesse ou quem se cruzasse na linha:
- Mãe, bateu-me.
- Para que vejas que eles são todos iguais. Para que saibas o que passei com o teu pai…
made in eu
domingo, 18 de novembro de 2007
eco e raçografias
Nenhum orgão dá imagens menos nítidas numa ecografia que o cérebro feminino. Não há eco. Para haver, o som tem que ricochetear em algo, dizem os entendidos.
Só feminino?
A 14 de Outubro, James Watson, prémio nobel em 1962, por descobrir a estrutura do DNA, disse, numa entrevista, que as políticas para África estavam erradas por se partir do pressuposto que a inteligencia dos africanos era igual à deles (brancos) quando todos os testes indicavam o contrário.
Acrescentou que não havia razão para acreditar que raças geograficamente distantes tivessem evoluído da mesma maneira e que, embora esperasse que todos fossemos iguais, aqueles que têm que lidar com empregados negros sabem que não é assim.
Será James Watson um entendido? Acreditará também que existem diferenças de inteligência entre homens e mulheres, numa base biológica? E numa base orgástica em orgia de proteínas?
O cientista pediu que o desculpassem pela má interpretação.
Em 1997, o Sunday Telegraph atribuiu a Watson o seguinte: "Se o gene da homossexualidade fosse descoberto e uma grávida soubesse que o seu "bebé" o tinha, isso dar-lhe-ia direito para abortar".
Numa conferência, em 2000, mencionou ligações entre a cor da pele e a capacidade sexual, e entre o peso e a ambição.
Em 2003, num documentário na televisão inglesa, Watson sugeriu que a estupidez era uma doença genética e que deveria ser tratada.
Que qualidade de imagem se obteria num eco ao cérebro de James Watson?
Gosto de gente que me faz rir. Gosto de gente corajosa. Gosto de gente diferente.
Falta-me coragem e não faço rir ninguém. Excusado submeter-me a qualquer ecografia cerebral...
Um estudo, porém, passou ao lado do grande Watson. Que teria a dizer se alguma vez comentasse a genética dos portugueses? E das portuguesas?
Continuaria a afirmar que temos um DNA de duplo filamento em forma helicoidal? Ou o nosso é apenas paralelo, levando a que a fealdade e a estupidez caminhem lado a lado na vida, até que a morte as junte numa espiral sem eco?
made in eu
Só feminino?
A 14 de Outubro, James Watson, prémio nobel em 1962, por descobrir a estrutura do DNA, disse, numa entrevista, que as políticas para África estavam erradas por se partir do pressuposto que a inteligencia dos africanos era igual à deles (brancos) quando todos os testes indicavam o contrário.
Acrescentou que não havia razão para acreditar que raças geograficamente distantes tivessem evoluído da mesma maneira e que, embora esperasse que todos fossemos iguais, aqueles que têm que lidar com empregados negros sabem que não é assim.
Será James Watson um entendido? Acreditará também que existem diferenças de inteligência entre homens e mulheres, numa base biológica? E numa base orgástica em orgia de proteínas?
O cientista pediu que o desculpassem pela má interpretação.
Em 1997, o Sunday Telegraph atribuiu a Watson o seguinte: "Se o gene da homossexualidade fosse descoberto e uma grávida soubesse que o seu "bebé" o tinha, isso dar-lhe-ia direito para abortar".
Numa conferência, em 2000, mencionou ligações entre a cor da pele e a capacidade sexual, e entre o peso e a ambição.
Em 2003, num documentário na televisão inglesa, Watson sugeriu que a estupidez era uma doença genética e que deveria ser tratada.
Que qualidade de imagem se obteria num eco ao cérebro de James Watson?
Gosto de gente que me faz rir. Gosto de gente corajosa. Gosto de gente diferente.
Falta-me coragem e não faço rir ninguém. Excusado submeter-me a qualquer ecografia cerebral...
Um estudo, porém, passou ao lado do grande Watson. Que teria a dizer se alguma vez comentasse a genética dos portugueses? E das portuguesas?
Continuaria a afirmar que temos um DNA de duplo filamento em forma helicoidal? Ou o nosso é apenas paralelo, levando a que a fealdade e a estupidez caminhem lado a lado na vida, até que a morte as junte numa espiral sem eco?
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sábado, 17 de novembro de 2007
Arthur
Duas coisas Arthur não suportava em Portugal: as portuguesas e o Porto.
O quanto ele gostava das portuenses nunca o disse. Imagine quem quiser. Não é difícil.
made in eu
O quanto ele gostava das portuenses nunca o disse. Imagine quem quiser. Não é difícil.
made in eu
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Das duas um
Duas coisas eram grotescas em Filomena: a mama esquerda era uma. A direita, outra.
Batista via em todas uma filomena. Em cada uma delas, duas coisas pareciam-lhe repugnantes.
Para além da sublime missão de amamentar, para que mais serve uma mama? E se uma serve para nada, para nada servem duas.
As filomenas tentam rendas para as tornar mais servidoras, ou servidas; cortam-nas para as encher e cortam-nas para as vazar.
Pobres filomenas. Pobres mamas. Pobres rendas e paupérrimo Batista que, por causa de um acidente de trabalho, uma coisa era nele ridícula: o esquerdo.
made in eu
Batista via em todas uma filomena. Em cada uma delas, duas coisas pareciam-lhe repugnantes.
Para além da sublime missão de amamentar, para que mais serve uma mama? E se uma serve para nada, para nada servem duas.
As filomenas tentam rendas para as tornar mais servidoras, ou servidas; cortam-nas para as encher e cortam-nas para as vazar.
Pobres filomenas. Pobres mamas. Pobres rendas e paupérrimo Batista que, por causa de um acidente de trabalho, uma coisa era nele ridícula: o esquerdo.
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
ECOGRAFIA
Fui fazer a ecografia que o estado de saúde e a família exigiam.
Mostrei a credencial, para confirmarem que era mesmo eu, paguei a comparticipação, e fiquei à espera de ser chamado para o exame. Entrei e a senhora de bata branca indicou-me a simpática e higiénica cadeira onde me deveria sentar. Em jeito de apresentação, e como piadinha matinal, avisei logo que ecologia era comigo, desde pequeno!
Já sentado, ela estende-me uma folha de papel, entrega-me uma caneta. E diz-me:
-Vamos lá então ver... escreva lá "eco", com calma e respirando tranquilamente.
Escrevi, de forma natural e sem acentos, sem erros!
-Volte a escrever, um pouco mais abaixo - acrescentou ela com ar profissional e já observando minuciosamente o que eu escrevera.
Escrevi, novamente de forma impecável, esmerando até na caligrafia!
O resultado do exame foi anunciado com voz grave, e ao mesmo tempo cheio de rigor científico:
-Hummm... isto não está nada bem.
-De facto, não me tenho sentido muito bem nos últimos dois meses, mas já estou melhor!
-Nitidamente, o senhor tem um problema no fígado! Já sabe: dieta, repouso e paciência que isso vai ao sítio!
Saí satisfeito, apesar da dieta forçada, numa altura em que se aproxima o Natal. Mas pode ser que ainda recupere a tempo...
Que seria de nós sem as ecografias!
.
JP+P
domingo, 11 de novembro de 2007
bom proveito
Deveria ser a alegria e tristeza de todos os homens portugueses.
Nenhum queria ser como ele. Todos queriam que todos o fossem. Ficaria cada um com as portuguesas para si, e para si só.
Bom proveito lhe fizessem. Bom proveito lhes fizesse.
made in eu
Nenhum queria ser como ele. Todos queriam que todos o fossem. Ficaria cada um com as portuguesas para si, e para si só.
Bom proveito lhe fizessem. Bom proveito lhes fizesse.
made in eu
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
atalho
Uma noite estava a beber um copo com um amigo quando ele me contou que na semana anterior tinha cortado caminho para casa, pela linha do comboio, e dado com uma miúda presa, atada à linha. Ele desatou-a e levou-a para casa dele. Naquela noite, disse-me ele, teve o mais incrível sexo que alguma vez pensara poder ter. Deu para tudo: pela frente, por trás, tanto quanto quis. Perguntei-lhe se ela também o tinha chupado, ao que ele respondeu que isso é que não porque não tinha conseguido encontrar a cabeça.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
sexo oral dos velhinhos
Um jovem prestes a casar pergunta ao avô sobre sexo.
- Quantas vezes devo tê-lo?
- Quando te casares não queres outra coisa; várias vezes ao dia. Mais tarde essa vontade passa e talvez uma vez por semana. Com a idade cada vez terás menos e tê-lo-ás uma vez por mês, talvez. Quando fores mesmo velho, uma vez por ano é uma sorte. Quem sabe no teu aniversário...
- Como és tu agora com a avó?
- Ah! Nós agora só temos sexo oral.
- Sexo oral? Que é isso?
- Ela vai para o quarto dela para a sua cama e eu vou para a minha cama no meu quarto. Então ela grita: Vai-te foder, e eu respondo: Vai tu!
- Quantas vezes devo tê-lo?
- Quando te casares não queres outra coisa; várias vezes ao dia. Mais tarde essa vontade passa e talvez uma vez por semana. Com a idade cada vez terás menos e tê-lo-ás uma vez por mês, talvez. Quando fores mesmo velho, uma vez por ano é uma sorte. Quem sabe no teu aniversário...
- Como és tu agora com a avó?
- Ah! Nós agora só temos sexo oral.
- Sexo oral? Que é isso?
- Ela vai para o quarto dela para a sua cama e eu vou para a minha cama no meu quarto. Então ela grita: Vai-te foder, e eu respondo: Vai tu!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
sopitamento
Entre virtudes e defeitos, indicações e efeitos secundários, a farmacologia não tem atribuído às portuguesas o seu valor: como hipnótico são imbatíveis.
Tente-se dormir com uma e ver-se-á que, nenhuma substância, conhecida ou por conhecer, causa tanta sonolência.
made in eu
Tente-se dormir com uma e ver-se-á que, nenhuma substância, conhecida ou por conhecer, causa tanta sonolência.
made in eu
sábado, 3 de novembro de 2007
português




Como se não bastasse a miséria em que deixámos todos os países por onde andámos (nem um escapa), ainda é o motivo de maior orgulho da nossa história. Pela infâmia dos descobrimentos se fazem comemorações. É o ser português na forma mais pura: a mais pura merda.
Diria o saudoso Paulo Francis: PUTA QUE PARIU!
made in eu
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
dos Sopranos
Dos Sopranos, sempre:
O marido chega a casa e oferece à mulher um magnífico ramo de flores.
- Que lindo, diz ela, vou ter que abrir as pernas, não é? Responde ele: - Porquê? Não tens uma jarra?
O marido chega a casa e oferece à mulher um magnífico ramo de flores.
- Que lindo, diz ela, vou ter que abrir as pernas, não é? Responde ele: - Porquê? Não tens uma jarra?
uns maricas...
Por dá cá aquela palha, chovem subsídios em cima dos agricultores franceses.
Por causa das cheias provocadas pela chuva, uma torrente de dinheiro vai para os produtores alemães.
Os ingleses, que da europa só querem dinheiro, recebem-no a jorros por causa dos bovinos doentes – tudo o que é doença bovina ali vai parar (excesso de vacas?) –
Isto é: quem se fode a valer é altamente recompensado através de subsídios da União Europeia.
Todos menos nós, portugueses, que temos que suportar, ouvir, ver e (tentar) tolerar as portuguesas. Para nós, nem um subsídio sem fundo, perdido ou achado, bastava...
Não há quem nos defenda nas mais altas instâncias europeias porque desde sempre somos governados por maricas e ejaculadores precoces.
made in eu
Por causa das cheias provocadas pela chuva, uma torrente de dinheiro vai para os produtores alemães.
Os ingleses, que da europa só querem dinheiro, recebem-no a jorros por causa dos bovinos doentes – tudo o que é doença bovina ali vai parar (excesso de vacas?) –
Isto é: quem se fode a valer é altamente recompensado através de subsídios da União Europeia.
Todos menos nós, portugueses, que temos que suportar, ouvir, ver e (tentar) tolerar as portuguesas. Para nós, nem um subsídio sem fundo, perdido ou achado, bastava...
Não há quem nos defenda nas mais altas instâncias europeias porque desde sempre somos governados por maricas e ejaculadores precoces.
made in eu
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Catarina, a grande.
A capital de distrito, Rabada, era uma cidade com grande esperança no futuro.
Rabadinha era a freguesia mais pequena do concelho de Rabadela.
A presidenta da junta de freguesia, Catarina, era muito querida em Rabadinha.
Os seus apoiantes, depois da vitória na eleições na pequena terra, prometeram dar-lhe uma maior em Rabadela.
O sonho de Catarina, no entanto, era poder ganhar o município em Rabada.
Alguns julgaram tal vitória pura ilusão: uma em Rabadela era possível e até provável, mas nunca conseguiria ser presidenta da câmara em Rabada.
Dando tempo ao tempo, Catarina, com ansiedade, vivia na expectativa, mal podendo continuar sentada na cadeira onde tantos gostavam de a ver ser 'a senhora presidenta', em Rabadinha.
made in eu
Rabadinha era a freguesia mais pequena do concelho de Rabadela.
A presidenta da junta de freguesia, Catarina, era muito querida em Rabadinha.
Os seus apoiantes, depois da vitória na eleições na pequena terra, prometeram dar-lhe uma maior em Rabadela.
O sonho de Catarina, no entanto, era poder ganhar o município em Rabada.
Alguns julgaram tal vitória pura ilusão: uma em Rabadela era possível e até provável, mas nunca conseguiria ser presidenta da câmara em Rabada.
Dando tempo ao tempo, Catarina, com ansiedade, vivia na expectativa, mal podendo continuar sentada na cadeira onde tantos gostavam de a ver ser 'a senhora presidenta', em Rabadinha.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
DEstaCO
No jornal Destak destaka-se:
Apoio da DECO a famílias endividadas aumenta 618%
Ouvido de passagem à leitura do jornal:
- Pai, tu pensas como eu?
- Claro que sim, meu filho.
- Também queres que as famílias endividadas se fodam?
- Também, meu filho.
- Boa, pai, és bué da fixe.
made in eu
Apoio da DECO a famílias endividadas aumenta 618%
Ouvido de passagem à leitura do jornal:
- Pai, tu pensas como eu?
- Claro que sim, meu filho.
- Também queres que as famílias endividadas se fodam?
- Também, meu filho.
- Boa, pai, és bué da fixe.
made in eu
terça-feira, 30 de outubro de 2007
elas não vêem, não se vêem, nem se vêm
Não concordo com o que foi dito. Nem com o que não foi. Menos ainda com o que ficou por dizer. Já ele não pensava assim. Ela não podia estar menos de acordo. Eles não concordavam com o que tinha sido visto. Elas nada tinham visto mas concordavam em pleno.
Há quem se venha com o acordo de Lisboa. Há quem se venha sem acordo. Há quem se venha em Lisboa e há quem não se venha nunca. Esse, nunca está de acordo, ou se está não é em Lisboa.
Não vi, nem concordo, nem me venho com o que foi dito, nem com o que não foi. Menos ainda com o que ficou por dizer.
O acordo veio-se em Lisboa. Lisboa veio-se com o acordo.
Elas nada tinham visto e, tal como quem há, não se vêm nunca.
made in eu
Há quem se venha com o acordo de Lisboa. Há quem se venha sem acordo. Há quem se venha em Lisboa e há quem não se venha nunca. Esse, nunca está de acordo, ou se está não é em Lisboa.
Não vi, nem concordo, nem me venho com o que foi dito, nem com o que não foi. Menos ainda com o que ficou por dizer.
O acordo veio-se em Lisboa. Lisboa veio-se com o acordo.
Elas nada tinham visto e, tal como quem há, não se vêm nunca.
made in eu
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