segunda-feira, 3 de setembro de 2007

estes escoceses are fucking loucos

Quero morrer tranquilamente durante o sono, como o meu avô, sem gritar aterrorizado como os seus passageiros.

Traduzindo:

I want to die peacefully in my sleep like my grandfather.
Not screaming in terror like his passengers.

WC, OU UMA TRADUÇÃO DE METER NOJO - II

Lido no blog do João Paulo
http://malfadado-o-contestatario.blogspot.com/


Quarta-feira, Agosto 22, 2007

Por acaso não reparei a quem é que a SIC paga uma fortuna para fazer a tradução do programa da OPRAH, que passa na SIC Mulher, mas vejam bem esta tradução, do inglês para o português:
SITUAÇÃO: A Oprah Winfrey e a amiga fazem uma viagem rodoviária pela América, que serve de base a uma reportagem que depois vai sendo exibida no programa e que vai sendo comentada. Numa das estadias, ficam num Hotel muito bom, pelos vistos muito conhecido por lá. Diz a amiga, ao descrever a suite:
- And here we have what in some places people call a toillete, but here is a water closet!
TRADUÇÃO : - E aqui temos o que algumas pessoas chamam uma toillete, mas aqui é um armário de água!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

pen(t)eados desviantes?...

...é cortar a direito!
Depois de várias semanas hospitalizado, foi dada alta ao baixo Manuel. O desastre tinha-lhe causado um traumatismo no pescoço o que lhe fazia inclinar, acentuadamente, a cabeça para a direita. Logo para a direita, pensou Manuel, esses fascistas.
Com o cabelo enorme, Manuel foi ao seu barbeiro de sempre. Pelo caminho viu Maria da Luz, e cuspiu para o chão, como era habitual ao vê-la.
O barbeiro viu-se frente a frente com um dilema:
- Como quer o corte, atrás? Direito com a cabeça ou direito com as costas?
Manuel, envergonhado, respondeu:
- Ela por ela.
- Não o aconselho. Assim vai parecer duas vezes torto.
- Direito então com a cabeça. Pelo menos no cinema, quem estiver atrás vai pensar que estou a dormir.
O corte ficou admiravelmente direito atendendo à inclinação. Manuel pagou pela tabela e saiu. De volta a casa viu Maria da Luz, e cuspiu para o chão, como era habitual ao vê-la.
Não sabia Manuel que Maria da Luz tinha-se mudado para viver com Vicente. Vicente que tinha uma inclinação noutra parte da anatomia. Maldito Peyronie, teria dito Maria da Luz quando soube.
Quando soube também, em vez de cuspo no chão, Manuel lançou um sorriso a Maria da Luz, apesar do corte admiravelmente direito.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

violência doméstica

Beijões a quem os merece, tusSão (e vão comprar um xarope prá tosse)

Quem gosta de desportos radicais?

Carlos adorava desportos radicais. Não os via sem uma cerveja.
Rita nem por isso. Gostava só da cerveja. Rita não gostava de mais nada, ou parecia não gostar. Nem mesmo de Carlos. Quando o desporto a ver era subir e descer rochas, de bicicleta, Carlos achava a máxima importância e bebia cerveja importada.
Os desportistas não sabiam que Carlos existia. Rita não gostava de desportistas. Os homens metiam-lhe nojo na proporção exacta em que ela metia nojo aos homens.
As cervejas nunca se pronunciaram.
Um dia, Carlos decidiu fazer um novo desporto radical. Comprou um capacete aprovado pela federação e esmurrou duas vezes a cara de Rita. Rita não gostou. Rita não gostava de nada, ou parecia não gostar.


made in ele

me(i)a culpa

Naquela terra não se “ia às putas”. Uma só havia, Adelaide.

Adelaide via novelas, ou pensava nelas, durante o trabalho. Não fazia ideia, nem sabia da vida de cada um, mas uma coisa Adelaide sabia: satisfazer maridos, coisa que as mulheres com quem casaram não sabiam, nem sabem.

Outra coisa que Adelaide não poderia imaginar é que foram as mulheres quem mais choraram a sua partida para a cidade.
Sem o sentimento de culpa, os homens desistiram completamente do “dever conjugal” e trocaram as mulheres pelas cartas do café.

Nenhuma comentou, nenhuma chorou, mas cada uma rezou em silêncio e pediu o regresso da puta, ou de uma outra qualquer Adelaide, que a pudesse fazer sentir-se fêmea, pelo menos uma vez, no que lhe parecia ser uma vida.

Ninguém regressou. Ninguém chegou.

Os homens, esses, não voltaram a trocar cartas por mulheres. Uma simples vaza de duques parecia-lhes mais valiosa. Não sabiam, nem poderiam saber, o quão certo estavam, ou julgavam estar.

made in eu

terça-feira, 28 de agosto de 2007

ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS

A discussão, passados tantos dias, ainda está por fazer!
VE - Verde Eufémia? Hummmmmmmmm No norte é BE - Berde Eufémia!!! (BE??? onde é que já vi usar esta sigla?)
Se o movimento defende o Verde, tal como defendia a Eufémia (malograda sportinguista, vítima de fanáticos dos defensores do azul (pelo menos nos lápis)), porque é que atacou uma plantação de milho verde? Não podia esperar até estar amareladito, e assim até dava uma mãozinha para a "cosecha" da espiga, e o agricultor não ficava tão prejudicado e já o Ministro da Agricultura Industrial e do Desenvolvimento dos Biocombustíveis não dizia patetadas.
E o agricultor, é ou não sócio do Benfica, e só por isso foi escolhido como alvo do terrorismo?
E o milho derrubado, foi aproveitado para fazer silagem, ou ficou ali como prova do crime?
E o porta voz do Verde Eufémia, é ou não membro do Gay-A?
OGMs? O que é isso? Comem-se? Ah, então não há problema!

JP+P

domingo, 26 de agosto de 2007

INCÊNDIOS NA GRÉCIA

Os fogos florestais (e urbanos!) na Grécia fazem lembrar os nossos últimos anos em Portugal.
Este ano as temperaturas subiram demais na Grécia, os ventos aumentaram de intensidade e o resultado está à vista.
Em Portugal, por outro lado (literalmente do outro lado do Mar Mediterrâneo, e com governantes do outro lado da sanidade mental), as condições climatéricas têm sido bem melhores, no sentido de mais fresco, mais chuva. O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas já fez um balanço sobre a área ardida, dizendo que "é um bom sinal de que as coisas estão no bom caminho" e que os fogos que ocorreram têm sido "atacados de forma forte e coordenada".
Palavras para quê? É um homem de confiança do Ministro da Agricultura e do Desenvolvimento das Corporações Multinacionais Agro-Alimentares e Biocombustíveis.

Não é piadinha, mas é uma torradinha que graças ao esforço coordenado do governo e das forças da Protecção Civil não carbonizou na torradeira!

JP+P

CONTRA O FUTEBOL

Não queria tostar aqui piadinhas futebolísticas, mas esta, por chatear muitos milhões de portugueses, tem mesmo que ser:

BENFICA MANTÉM INVENCIBILIDADE!

Pode parecer básica, mas eu vi e tinha que comentar aqui: a camisola do jogador do Benfica, Luis Filipe, tinha o número correspondente, mas as letras brancas diziam: Luis Filie. Esqueceram-se do "P". Coisas feitas à pressa!!!

JP+P

sábado, 25 de agosto de 2007

ejaculação à portuguesa

Muito boa noite, senhoras, senhores
Cá na minha terra há bons cantadores.
Há bons cantadores, boas cantadeiras,
Choram as casadas, dançam as solteiras.

Das poucas coisas boas que me tem a vida dado, não me ter feito nascer em Esposende é, seguramente, a melhor.
Sempre associei Esposende à ejaculação. Não sei por quê.
Não sei onde fica nem como é. Não quero saber.
A televisão fez uma reportagem de Esposende. Na praia. Fiquei a saber ser uma terra costeira, no norte.
O Banho Santo, assim chamado, consiste em mergulhar uma criança, três vezes, na água fria do mar, para que esta perca o medo (a criança, não a água fria).
Os especialistas levam 5 euros para o efeito. Vimo-los na televisão: um velho e uma velha vestidos de impermeáveis amarelos em plenas ondas. A mim pareceram-me um feiticeiro e uma bruxa. As crianças perdiam o medo, que passava a ser pânico e terror (não sei se da fria água, se dos executores).
Os pais, com os filhos em pranto e horrorizados, nos braços, riam e diziam que é uma tradição.
Gosto destas tradições portuguesas. A nossa cultura tem muito a nos ensinar e fazer uma criança perder o medo por 5 euros é quase uma pechincha. Por tradição, quase um vómito.
Nunca pus um pé em Esposende, essa terra que me lembra ejaculação. Faço questão de nunca pôr.
O universo não é infinito, tem uma fronteira ao longo de Portugal. É onde a estupidez acaba sem se saber o que está para lá dela.
Não sou orgulhoso. A única coisa de que me orgulho ser é não ser de Esposende.

Muito boa noite, senhoras, senhores
Cá na minha terra há bons cantadores…
made in eu

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

saber a diferença

Um homem leva a mulher ao médico...

O médico diz: ou é Alzheimer ou é SIDA.

- O que é que você quer dizer com isso? Não consegue distinguir a diferença?
- Não. Na fase inicial, as duas têm sintomas parecidos. Mas faça isto: leve a sua mulher de automóvel até bem longe, no meio do campo. Ponha-a fora do carro. Se ela encontrar o caminho para casa não a fôda.

ODISEA

É triste, mas mais uma vez até tem a sua piadinha. Acabado de comentar sobre uma má tradução do inglês, no meu blog, tosto aqui para "compartir" esta "bromadiña", má tradução do castelhano.

Canal Odisea, que tem uma versão traduzida para português, o tema é o virus da SIDA, aparece nos intervalos entre programas, a anunciar um "especial":

"... multiplica-se, atacando os leucócitos, provocando um número crescente de infecções, cada vez mais graves e cada vez mais raras"

Pelo "amor de dios", quem é o atrasado mental que faz estas traduções? Traduzir "rara" por rara é fácil, mas bastava ler a frase para ver que não faz sentido. Por este andar qualquer dia temos os "cepillos" traduzidos como vassouras de dentes!

Não há por aí ninguém disponível para avançar com uma iniciativa legislativa popular, para que esta gente pague multas, por maltratarem a cultura de tantos milhões?



JP

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

SABEDORIA PROVERBIAL

Diz o ferreiro: - Mas que mal há em ter amigos carpinteiros que me oferecem umas coisas para o enxoval?

JP+P

Media

Jerry Seinfeld:

Nunca compreendi os programas de cozinha na televisão; não podemos cheirar, não podemos comer, nem podemos provar.
No fim do programa seguram o cozinhado para a câmara, "Bem, e aqui está, mas não é para vocês. Obrigado por terem assistido. Adeus."

terça-feira, 21 de agosto de 2007

ENFERMARIA

Andava eu a ler o dicionário, e descubro que enfermo é o mesmo que pessoa doente, singular masculino!
Vai daí pensei: um enfermeiro é um gajo que põe as pessoas enfermas. Bem está quem vai para um Hospital e encontra um desenfermeiro, fica bom num instantinho!
Se eu entrar num Hospital (só em estado inanimado), espero acordar nas mãos de uma desenfermeira, só assim não começarei aos gritos "Tirem-me daqui!!!"
Claro que em alternativa, poderia acordar e estar a ser visto pelo Dr House, esse é que me tira do sono!

JP+P

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

donas de c... desesperadas

mas o que leva as mulheres (e as amigas delas) a partirem em bandos felizes, de férias, para as caraíbas e nesta altura do ano?
-a esperança de que a época dos furacões se transforme em época de furaconas!

só phode!
S

elas, eles e as não carícias

As mulheres fingem orgasmos porque os homens fingem os preliminares. Sexo para os homens é mais físico e mais emocional para as mulheres. O facto de saberem que eles querem sexo com elas, já lhes preenche as necessidades.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

O baú e as lágrimas

Zé encheu o baú de verde. Mafalda trocou o verde por lágrimas.
Choveu nesse dia e nos seguintes. A água não lavou as lágrimas mas lavou Mafalda lavada nelas.
Duas luas apareceram no céu: uma verde, outra de lágrimas.
Mafalda passou a Susana e Zé a Francisco.
Sem cor era o sorriso de Francisco e Susana não tinha lágrimas ao luar.
Não choveu no dia em que nenhuma lua apareceu no céu.
Não se queixou Susana do sorriso dele mas de água encheram-se os olhos de Francisco.
O sol pareceu amar a lua e a lua o sol. O amor entre as luzes de ambos secaram as lágrimas de Mafalda que não foram lavadas pela chuva.
Foi Susana quem achou o verde do Zé e, roubando o sorriso de Francisco, encheu com ele o baú.

made in eu

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Único

LITERATURA DE CASA DE BANHO

O meu pai tem a mania de deixar o jornal do dia na casa de banho.
Li a edição com toda a atenção, mas não vinha lá nenhuma referência ao facto de já termos 350 tostagens no piadinhas e torradinhas....
E depois o que fazem jornais diários na casa de banho?
Ali só deviam entrar textos humorísticos, p'rá gente se mijar a rir, ou revistas do género da Caras ou a legítima Hola, versão em castelhano, pois 'tamo-nos a cagar para aquela espécie de notícias!
O resto da literatura que entra na casa de banho, só pode ser uma banhada!

JP+P

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

a ti e muito mais

Santiago, ao contrário de tantos outros portugueses, tinha médico de família. Mal dado o nome, pensou Santiago. Ele não tinha família. Se um dia viesse a ter, não teria a certeza do que a família teria: casa, comida ou outros confortos, a não ser médico.
Maria era chamada, desde muito nova, uma maria-rapaz. Maria não entendia porque lhe chamavam rapaz. Foi preciso o médico de família, de Santiago, explicar a Maria.
Maria, só, conheceu Santiago numa consulta no seu médico de família.
Quando por conselho do padre, Santiago se casou com Maria, não houve convidados. Apenas um padrinho, que por acaso era médico da família que se acabava de formar.
Nada mau, nos dias que correm, antes de formar família ter já o seu médico.
Nunca se soube o que fez Santiago à parte "rapaz" de Maria...


Beijões a ti, nestes dias que correm, e que não SÂO mais que beijões a ti, corram ou não hehehe

The horror! The horror!

made in ele

Business Time





Business Time

Unghh
Girl tonight we’re gonna make love
You know how I know?
Because it’s Wednesday
And Wednesday night is the night that we usually make love
Tuesday night is the night that we usually go to your mother’s place and I teach
her how to use the video machine again
But Wednesday night is the night that we make love
It’s when everything is just right
You’re not too tired from your afterwork social netball team practice
There’s nothing good on TV.
Mmmmm...
Conditions are perfect for making love.
You turn to me and say something sexy like, “I might go to bed. I’ve got work in
the morning.”
I know what you’re trying to say, baby.
You’re trying to say “Aww, yeah. It’s business time.”
It’s business
It’s business time
I know what you’re trying to say
You’re trying to say it’s time for business
It’s business time
Ooh
It’s business
It’s business time
Aww aww yeah yeah
The next thing you know we’re in the bathroom brushing our teeth
That’s all part of it, that’s foreplay.
Foreplay is very important in love making
Then you go sort out the recycling
Which isn’t part of the foreplay, but it’s still very important
That’s not foreplay, but it’s still very important.
Then next thing you know we’re in the bedroom
You’re wearin’ that same old ugly, baggy T-shirt with a stain on it that you got
from that team-building exercise you did for your old work several years ago
“Team Building Exercise ‘99”.
I take off my clothes
But I trip over my jeans ‘cause I’m still wearing my shoes
But it’s okay because I turn it all into a sexy dance.
The next thing you know I’m wearing absolutely nothing
Except for my socks
And you know when I’m down to my socks what time it
It’s business time
It’s business
It’s business time
When I’m down to my socks it’s time for business
That’s why they’re called business socks
Ooh
It’s business
It’s business time
Aww aww yeah yeah
Making love
Making love for
Makin love for two
Making love for two minutes
When it’s with me, you only need two minutes, girl
‘Cause I’m so intense
Two minutes in heaven is better than one minute in heaven
You turn to me and say something sexy like, “Is that it?”
I know what you’re trying to say, girl
You’re trying to say, “Aw yeah, that’s it”
And then you tell me you want some more
Well, uh...
I’m not surprised
But I am quite sleepy
Mmm
It’s business
It’s business time
Business hours are over, baby
It’s business
It’s business time


Aos que já chegaram a esta fase, os meus pêsames, aos que ainda não cuidado...

Ass. Ai o Canedo

domingo, 12 de agosto de 2007

FLOR DE SAL

Mas afinal quem é que inventou a flor de sal?

Os portugas? Nãããããooooo

Até bem que podiam ser os franceses, os gourmets por excelência. Mas também não!

Os verdadeiros especialistas da floricultura, e com uma bela costa marítima são os Holandeses!!! A eles se deve esta coisa tão boa, para o tempero de saladas!

JP+P

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

MELINDRE

Dois amigos passam, em passeio, por uma amiga comum e cumprimentam-na quase em uníssono: - Olá!
- Lolá! Responde ela prontamente, sem perder a compustura e o ar sério de quem vai pensativa, e seguindo o seu caminho.
Com algum melindre a timbrar-lhe o comentário, diz o mais baixinho: - Detesto quando se riem a cumprimentar-me, parece que estão a go-gozar co-co-comigo.

JP+P

Vasco DE Gama

Portugueses e portuguesinhos: a vós que comeis Panrico, que usam coisas wireless e que sois invadidos por inúmeras palavras e marcas espanholas, sem stresse e sem abrir o bico, fiquem desde já a saber que as famosas pastelarias Vasco da Gama, ao quererem alargar o seu negócio para lá da fronteira, nomeadamente em Salamanca, só teriam autorização para abrir portas se substituissem a sua marca original "Vasco da Gama", por um bem castelhano "Vasco de Gama". Ao ver por aí a carrinha a circular, de matrícula espanhola, verde e com letras bem grandes a publicitar a "pasteleria Vasco de Gama", eu até pensaria que era falta de patriotismo e que era um golpe de marketing, para vender melhor aos "nuestros hermanos". Mas nada disso, foi apenas a aplicação de leis de protecção da identidade cultural castelhana. Uma coisa que também deveríamos ter por aqui, para acabar com os Panricos, os DulceSol, as gasolineiras e os melocotones en almibar, ou coisas do género!
Mais uma vez os espanhóis merecem o nosso respeito e admiração por estarem melhor protegidos contra a destruição da sua identidade cultural!
No Brasil até estão instituidas multas para quem exibir letreiros ou cartazes com erros no português! Em Portugal tiram-se fotos e metem-se na internet, para gozar o prato!

JP+P

sábado, 4 de agosto de 2007

GENTE COISA É OUTRA FINA

Não sei se é o efeito de tantas dietas para serem gente fina, mas qualquer coisa deve afectar os neurónios das jornalistas da CARAS NOTÌCIAS. É que eu ouvi, e está gravado no arquivo da SIC Notícias, para quem quiser ouvir a pérola, a jornalista a dar uma notícia que não interessa mesmo nada a ninguém, notícia do género para encher e para promover uma artista americana que bem precisa deste género de promoções. E dizia assim a jornalista: "A artista deslocou-se à Bolívia, dando um excelente e nunca por demais elogiado espectáculo, enchendo por completo o Estádio Simon (ler assim mesmo, à americana "saimane") Bolivar (ler à americana "bólivare")".
Pois é, têm razão, quem me manda a mim ter a TV ligada neste canal, nesta espécie de programa? Depois de dizer que a artista tinha ido à América Latina, conforme ouviu na notícia original, vai e traduz tudo, tal e qual ouviu da notícia original, sem latinizar o nome do desgraçado, que até se escreve com acento no ó, Simón. Desgraçados dos nossos ouvidos!!!

JP+P

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

CAMPISMO

E vão 344 tostagens... que enjôo, nunca mais se servem aqui pequenos almoços sem torradinhas?

Como por exemplo no campismo, no Verão, pequenos almoços sem gastar energia, só frutas e coisas frescas!

Mas o que me traz aqui é um assunto sério.

Estava a ver o fashion TV e achei a moda para o campismo 2007 muito tendenciosa!

JP+P

segunda-feira, 30 de julho de 2007

domingo, 29 de julho de 2007

sexta-feira, 27 de julho de 2007

it's the end of the world

Prima,
Acabei por não perceber se foste a Faro para andar de mota.

Mas associei Faro ao Algarve, não só por uma questão motorizada, mas também geográfica, quando ouvi a notícia que os GNRs, que iam destruir explosivos, acabaram por se destruir a si próprios.
Quanto ao ambiente, nada de anormal, segundo palavras de Macário Correia, uma vez que não houve fogo. A única coisa que pegou fogo foram os soldados da GNR.

Algumas versões de visões apocalípticas dizem que o mundo terminará em fogo. Não só temo como tremo com a ideia: O fim do mundo sob a forma de GNR?
Quero Sodoma e Gomorra de volta. Quero acabar a sodomizar alguma, nem que com isso apanhe uma carrada de "gomorreia".


Beijos neste Verão mais quente de sempre
hehehe

P--- que (os) Pariu !!
made in ele

segunda-feira, 16 de julho de 2007

carta à prima II (mesmo dia, uma hora depois da última)

Prima Sãozita
(como me lembro da tua avó Conceição te chamar: Sãozita! não prima, claro está)
*
Tirei férias dos blogues.
Se me apetecer, escrevo umas paneleirices e emailo-tas e tu, se quiseres, bosta-las à maneira. Uma bela bosta é sempre uma bela duma bosta.
*
Como hoje é uma data especial, há que dizer algo sobre Lisboa, Menina e Moça:
Tirando a gargalhada que puxa o vómito, com o discurso dos vencedores, após terem 1.2 pessoas em cada 10 potenciais eleitores a votarem neles, e irem buscar alentejanos para fazerem barulho em Lisboa... foi o alívio da minha longa pena de prisão-de-ventre. Não tivesse a sanita um design moderno e pergunto-me por onde mais escorreria a merda?
Mas o mais comovente da noite foi vê-lo avançar para os cornos do touro. Ele, que se bateu por uma candidatura a que fecharam as portas.
O olhar de terror, ao microfone, de quem sabe que a seguir às palavras proferidas, subirá ao piso superior para ser vítima de atentado ao pudor.
Alguém que me diga: custa assim tanto uma enrabadela? Merece um olhar lancinante daqueles?
Eu que passo a vida a mandá-los levar no cu, desejei que o poupassem. Uma vergastada por cada um porcento seria suficiente. Tão poucas também não matam ninguém...


Beijão São
e mantém o piadinhas vivo. Afinal é teu e de mais ninguém. E podes chamar-me nomes em público que não me levarão ao piso superior
hehehehe


made in ele

ilustração
S

carta à prima I

Caralho pá!

Já me cansei dos blogues (hehhe istéfudido! canso-me depressa).
Assim, escrevo uma paneleirices e mando-tas por email e tu, se quiseres, podes enfiá-las no blogue. Mas faz-me um favor: enfia-as fundo.
Eu quero que o mundo se foda. E tu?
Vamos escrever sobre uma orgia no sistema solar?
Tu tens tema livre desde que não coincida com o meu: Júpiter desce do céu à Terra e enraba a Lua.

Vale?

Cona-me coisas SÃO coisas que me enconam antes de me enconar a sério.

Beijos intraplanetários e outros caralhos que os fodam.

made in ele

domingo, 15 de julho de 2007

Valha-nos o Sant'Aborto!


Deuses! Até que enfim!
A partir de agora, quando um deficiente mental português for para a cama com uma deficiente mental portuguesa, já não vão nascer montanhas de deficientezinhos mentais portuguesinhos!
Graças a Sant'Aborto, a quem rezo todos os dias...
Tenho fé, muita fé!
S
(sim, querido primo, eu também não suporto pornografia e trouxe este tóclante da última feira de sexo de Lx)

Game Over

That's it. I've had enough.

No more blogs, mine or someone else's.

Many thanks to those who have put up with the foolish things I've written.

made in eu

sábado, 14 de julho de 2007

de histórias de carochinha

Era uma vez uma carochinha que andava a varrer a cozinha e achou 5 tostões. E foi-se pôr à janela para ver se havia alguém que queria casar com ela.

Não é única. Hoje contam-se muitas mais histórias da carochinha.

Alberto João Jardim chamou senhor Silva ao Cavaco Silva. Alberto João Jardim esperneia com as políticas do “contenente”. Tem razão. Quem dá e volta a tirar ao inferno vai parar. As histórias da região autónoma são da carochinha.

Quem quer, quem quer...

João Cravinho, ministro, inaugurou, há uns anos, a terceira via na ponte Salazar. Dois dias antes de umas eleições legislativas. À pergunta de uma jornalista “senhor ministro, esta inauguração é porque vai haver eleições depois de amanhã?” Cravinho responde “Vocês lembram-se de cada coisa! Esta inauguração já estava marcada há muito”.
Ó senhora jornalista, quem é que se ia lembrar que haveria eleições legislativas no dia a seguir ao seguinte? Tem razão o ministro na sua história da carochinha: lembram-se de cada uma.

… Casar com a carochinha que é bonita e engraçadinha?

“Quero eu”, diz alguém do fisco. “Mas depois não esquecer de declarar os 5 tostões na declaração de IRS”.
“Quero eu, quero eu”, diz o empresário. “Depois lançaremos uma OPA”.
“Quero eu. Quero eu!” diz o provinciano. “Depois compraremos o passe de um jogador de futebol e vendêmo-lo por milhões”.

Da carochina aproveitou-se também a publicidade. Se bem me lembro (a música não a sei escrever) rezava assim:

Olha a linda carochinha
Que casou com o João Ratão
Diz a história tão velhinha
Que caiu no caldeirão.
Se fosse hoje tudo mudava
Nas cidades ou nos campos
João Ratão não se queimava
Pois já tinha uma Silampos

E mudava mesmo! Mudam tudo para tudo continuar igualmente em mudança.

Não nos tirem a ilusão dos sonhos, nem a ilusão de com eles sonhar.

Não quero saber com qual dos anões Branca de Neve andava a fazer “poucas-vergonhas”. Nem que as botas do gato haviam sido usadas por uma gata numa orgia do palácio do marquês de Carabás. Nem com quem a Bela Adormecida se cansou antes de adormecer.

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Muda-se o ser, muda-se a confiança
Todo o mundo é composto de mudança
Tomando sempre novas qualidades”

Nas filmagens do Capuchinho Vermelho, o actor, fazendo de lobo-mau, aproxima-se da menina e pergunta-lhe:

- Que linda menina. Como chamas-te?
- Corta!! Não é como chamas-te, porra! É como te chamas, grita o realizador.
- Que linda menina. Como te chamas?
- Chamo-me Capuchinho Vermelho.
- E onde vai o Capuchinho Vermelho num dia tão lindo e com todas essas flores?
- Vou ao rio lavar a cona.

O actor volta-se e olhando para a equipa de filmagem, exclama:

- Foda-se, assim não dá! Não me podem estar sempre a mudar o caralho da história.

“E afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor espanto:
que não se muda já como soía.”

Assim, não foi só o João Ratão, mas todos nós, quem caiu no caldeirão.

made in eu

A paz, o pão, saúde, aborto, educação...

Finalmente aborto livre!

Pena não ser mulher para também fazer um. O gozo que deve dar...

made in eu

quinta-feira, 12 de julho de 2007

é preciso acreditar

Gordalhufa, de semblante carregado, feia e com um vozeirão, entra no Xilmarket com duas crianças pela mão, gritando-lhes obscenidades.

O porteiro diz-lhe: "Bom dia e bem vinda ao Xilmarket. Bonitas crianças. São gémeos?"

A gorda pára de gritar o suficiente para resmungar: "Claro que não são. O mais velho tem nove e o mais novo sete. Porque razão havia você de pensar que eram gémeos. Acha-os sequer parecidos, seu idiota?"

"De forma alguma" responde o porteiro, "só me custa acreditar que alguém a tenha comido duas vezes".


made in eu

quarta-feira, 11 de julho de 2007

terça-feira, 10 de julho de 2007

Sexo pombalino

Assisti ontem a uma sessão de sexo tântrico.
Confesso que, pelo meio, dormi uma soneca e creio que os participantes activos também.

Parece-me bom e relaxante mas não devemos viver obcecados por esta montanha de espiritualidade que se acredita serem as culturas orientais. Para mim, as especiarias ainda são o que de melhor nos chegou daquelas bandas.

Nós, portugueses, também temos o nosso sexo relaxante, não tão conhecido, não tão praticado, mas igualmente muito orgástico.

Sentados ao lado da escultura fálica do 25 de Abril, no alto do Parque Eduardo VII, devemos olhar para baixo até fixarmos a estátua situada no centro da rotunda (no homem, não no leão). Introduzem-se dois dedos da mão esquerda na água. Após breves momentos, ondas de prazer percorrer-nos-ão, começando quase sempre no artelho direito.

Ao tântrico prefiro, claramente, este nosso sexo pombalino.

Nota final: Quer se esteja a mastigar uma sandwich de atum, ou mista, acompanhada por sumol de laranja, ou pepsi, nunca esquecer de colocar um preservativo, não vá, no Marquês, o diabo tecê-las.



made in eu

segunda-feira, 9 de julho de 2007



Presidente na Índia. Ministro Primeiro na China. Desejo de acordo com África.

Agora compreendo a tecnologia que querem importar de além-mar.

made in eu