domingo, 15 de julho de 2007

Valha-nos o Sant'Aborto!


Deuses! Até que enfim!
A partir de agora, quando um deficiente mental português for para a cama com uma deficiente mental portuguesa, já não vão nascer montanhas de deficientezinhos mentais portuguesinhos!
Graças a Sant'Aborto, a quem rezo todos os dias...
Tenho fé, muita fé!
S
(sim, querido primo, eu também não suporto pornografia e trouxe este tóclante da última feira de sexo de Lx)

Game Over

That's it. I've had enough.

No more blogs, mine or someone else's.

Many thanks to those who have put up with the foolish things I've written.

made in eu

sábado, 14 de julho de 2007

de histórias de carochinha

Era uma vez uma carochinha que andava a varrer a cozinha e achou 5 tostões. E foi-se pôr à janela para ver se havia alguém que queria casar com ela.

Não é única. Hoje contam-se muitas mais histórias da carochinha.

Alberto João Jardim chamou senhor Silva ao Cavaco Silva. Alberto João Jardim esperneia com as políticas do “contenente”. Tem razão. Quem dá e volta a tirar ao inferno vai parar. As histórias da região autónoma são da carochinha.

Quem quer, quem quer...

João Cravinho, ministro, inaugurou, há uns anos, a terceira via na ponte Salazar. Dois dias antes de umas eleições legislativas. À pergunta de uma jornalista “senhor ministro, esta inauguração é porque vai haver eleições depois de amanhã?” Cravinho responde “Vocês lembram-se de cada coisa! Esta inauguração já estava marcada há muito”.
Ó senhora jornalista, quem é que se ia lembrar que haveria eleições legislativas no dia a seguir ao seguinte? Tem razão o ministro na sua história da carochinha: lembram-se de cada uma.

… Casar com a carochinha que é bonita e engraçadinha?

“Quero eu”, diz alguém do fisco. “Mas depois não esquecer de declarar os 5 tostões na declaração de IRS”.
“Quero eu, quero eu”, diz o empresário. “Depois lançaremos uma OPA”.
“Quero eu. Quero eu!” diz o provinciano. “Depois compraremos o passe de um jogador de futebol e vendêmo-lo por milhões”.

Da carochina aproveitou-se também a publicidade. Se bem me lembro (a música não a sei escrever) rezava assim:

Olha a linda carochinha
Que casou com o João Ratão
Diz a história tão velhinha
Que caiu no caldeirão.
Se fosse hoje tudo mudava
Nas cidades ou nos campos
João Ratão não se queimava
Pois já tinha uma Silampos

E mudava mesmo! Mudam tudo para tudo continuar igualmente em mudança.

Não nos tirem a ilusão dos sonhos, nem a ilusão de com eles sonhar.

Não quero saber com qual dos anões Branca de Neve andava a fazer “poucas-vergonhas”. Nem que as botas do gato haviam sido usadas por uma gata numa orgia do palácio do marquês de Carabás. Nem com quem a Bela Adormecida se cansou antes de adormecer.

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Muda-se o ser, muda-se a confiança
Todo o mundo é composto de mudança
Tomando sempre novas qualidades”

Nas filmagens do Capuchinho Vermelho, o actor, fazendo de lobo-mau, aproxima-se da menina e pergunta-lhe:

- Que linda menina. Como chamas-te?
- Corta!! Não é como chamas-te, porra! É como te chamas, grita o realizador.
- Que linda menina. Como te chamas?
- Chamo-me Capuchinho Vermelho.
- E onde vai o Capuchinho Vermelho num dia tão lindo e com todas essas flores?
- Vou ao rio lavar a cona.

O actor volta-se e olhando para a equipa de filmagem, exclama:

- Foda-se, assim não dá! Não me podem estar sempre a mudar o caralho da história.

“E afora este mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor espanto:
que não se muda já como soía.”

Assim, não foi só o João Ratão, mas todos nós, quem caiu no caldeirão.

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A paz, o pão, saúde, aborto, educação...

Finalmente aborto livre!

Pena não ser mulher para também fazer um. O gozo que deve dar...

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quinta-feira, 12 de julho de 2007

é preciso acreditar

Gordalhufa, de semblante carregado, feia e com um vozeirão, entra no Xilmarket com duas crianças pela mão, gritando-lhes obscenidades.

O porteiro diz-lhe: "Bom dia e bem vinda ao Xilmarket. Bonitas crianças. São gémeos?"

A gorda pára de gritar o suficiente para resmungar: "Claro que não são. O mais velho tem nove e o mais novo sete. Porque razão havia você de pensar que eram gémeos. Acha-os sequer parecidos, seu idiota?"

"De forma alguma" responde o porteiro, "só me custa acreditar que alguém a tenha comido duas vezes".


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quarta-feira, 11 de julho de 2007

terça-feira, 10 de julho de 2007

Sexo pombalino

Assisti ontem a uma sessão de sexo tântrico.
Confesso que, pelo meio, dormi uma soneca e creio que os participantes activos também.

Parece-me bom e relaxante mas não devemos viver obcecados por esta montanha de espiritualidade que se acredita serem as culturas orientais. Para mim, as especiarias ainda são o que de melhor nos chegou daquelas bandas.

Nós, portugueses, também temos o nosso sexo relaxante, não tão conhecido, não tão praticado, mas igualmente muito orgástico.

Sentados ao lado da escultura fálica do 25 de Abril, no alto do Parque Eduardo VII, devemos olhar para baixo até fixarmos a estátua situada no centro da rotunda (no homem, não no leão). Introduzem-se dois dedos da mão esquerda na água. Após breves momentos, ondas de prazer percorrer-nos-ão, começando quase sempre no artelho direito.

Ao tântrico prefiro, claramente, este nosso sexo pombalino.

Nota final: Quer se esteja a mastigar uma sandwich de atum, ou mista, acompanhada por sumol de laranja, ou pepsi, nunca esquecer de colocar um preservativo, não vá, no Marquês, o diabo tecê-las.



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segunda-feira, 9 de julho de 2007



Presidente na Índia. Ministro Primeiro na China. Desejo de acordo com África.

Agora compreendo a tecnologia que querem importar de além-mar.

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domingo, 8 de julho de 2007

a modernidade dos decadentes

Somos o home made tuning dos povos.

Que mistério é este que quase tudo o que fica bem aos outros, fica mal aos portugueses? Nunca exportámos uma moda. Copiamos tudo e copiamos mal.

A César o que é de César ( e a Deus o que é de Deus).

A nossa incapacidade de enxergar o ridículo é de sempre. Em Copacabana e Ipanema o “fio-dental” é atraente. Na Caparica é cómico. Piercings em “góticas” inglesas e americanas harmonizam o estilo. Em portuguesas triplicam o provincianismo. Tatuagens de “Angola 1970”. Idas ao supermercado em fato de treino. Cortes de cabelo usados por outros há anos. “Senhores do seu nariz" arrogantes contra a simplicidade dos mais evoluídos. Simpáticas as estrangeiras. Intratáveis as portuguesas.

Não somos um país de avanços tecnológicos. Não somos um país de gente bonita. Valha-nos a liberdade que é tão grande como as demais, ou quase.

A felicidade do rastejamento, essa, ninguém no-la tira.

Como disse Saramago: Dos portugueses não vem mal ao mundo. Nem bem.

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sábado, 7 de julho de 2007

hip hip hip...

Finalmente dois gloriosos prémios para a beleza da mulher portuguesa.


Arrasou toda a concorrência nas provas de culinária e de limpeza de pó, no concurso organizado pela União Mundial de Cegos.


Entre os telespectadores da RTP África, 78% confessaram que consideram as apresentadoras portuguesas mais bonitas que as africanas de expressão portuguesa.

Um brinde às minhas compatriotas.


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sexta-feira, 6 de julho de 2007

boquinhas porcas e cuzinhados

Olhámor! O que eu vi, para mim, no comércio online!



E, para ti...havia este!

UAU!
S

C & C

Carlos comprou, em pó, 100 gramas de felicidade e 900 de paciência.
Não os misturou. Fez como seu tio lhe tinha dito. Infusão de felicidade ao deitar e tisana de paciência ao pequeno almoço.

Carla nunca compreendeu aquele tratamento. O mal de Carlos era a preguiça, dizia ela. E dizia-o a todos os que a queriam ouvir.
Não fora ela que casara com ele mas sim ele com ela. Carla teria casado com qualquer um. Um homem era todo o seu sonho de vida, não por ele, mas por um lar. Por vida social. Para poder conversar sobre o que gostava. E gostava do que julgava importante. Não sabia que a julgavam por isso e que importante era coisa que ninguém a achava.
Carla não era bonita mas era casada. Sina de quem é mulher, ou quer sê-lo.

Carlos não tinha maior importância. Não era importante, sabia-o. Ninguém é importante. Só se o é quando se morre e aí já não importa.
Carlos fez-se aturar por 10 anos e aturou Carla por 20.
Ela era-lhe superior. Nunca mostrou ser fraca. Fazia gala em que se soubesse que a mulher do marido era mulher a sério. Independente. Moderna. Inculta. Incapaz de distinguir, não o bem do mal, porque esses distiguia-os bem mas ao contrário, mas sim a vida da morte. Ninguém morre, dizia. Para o céu vamos todos os bons. Vivemos para morrer e morremos para viver.

Também Carlos começou a não fazer bem a distinção. Quando os 900 gramas de paciência se acabaram não comprou mais do mesmo.
Passou pela espingardaria e comprou munições.

Mas era tão preguiçoso que não havia decidido ainda entre a prisão e o cemitério.

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What do I care?

Um destes jornais diários, de distribuição gratuita, anunciava em letras enormes na primeira página:

39 mulheres morrem vítimas de violência doméstica em 2006.

Foi tema que nunca me interessou e em que nunca pensei, ou nunca tinha pensado, até um outro passageiro me pegar quase o jornal à cara.

A questão que pergunto a mim próprio, e que aqui deixo até depois da férias, é a seguinte:

Se uma criança pequena é "mimada" com uma bofetada da sua mãe, isso é violência doméstica?


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Simplexificando

Por dificuldades de me actualizar com o simplex, e em virtude das razões apresentadas por uma assídua leitora e comentadora, recorro a Woody Allen para despir de qualquer dificuldade interpretativa a palavra escrita.

Do livro Without Feathers (Sem Penas)

Conto:

Um homem acorda de manhã e vê que está transformado nas suas próprias palmilhas.
(Esta ideia pode funcionar a vários níveis. Psicologicamente é a quinta-essência de Kruger, um discípulo de Freud, que descobriu sexualidade no toucinho fumado).

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terça-feira, 3 de julho de 2007

caldeirada de pernas e rabos

Tudo me enoja nos políticos. Mas nada tanto como se julgarem capazes de decidir por nós o que é e não é bom.

Em Matosinhos ouvi um pescador dizer ao respectivo ministro que eles, os pescadores, nada tinham ganho com a entrada na união europeia. Peça para sair, respondeu-lhe. Mais tarde ainda disse:
- Há pessoas para quem a entrada de Portugal na união foi uma coisa má. O governo não pensa assim.
Pois não, ministro. Eu sei. O banquete que certamente se seguiu prova-o. Estava bom o peixe pago com o trabalho e os impostos do pescador? Um peixe que lhe caiu no colo, ou na goela, pagadinho e arranjado?

O governo não pensa assim. Nem o governo, nem o presidente da união, aposto.
Como um “rei”, passeia-se pelo feudo, parecendo esquecer que aqui é conhecido. Ele mesmo foi primeiro ministro. Como chegaria aonde chegou se o governo não pensasse assim?

Nós conhecêmo-lo, presidente. Daqui foi-se embora com o rabo entre as pernas. Mesmo no alto não nos esconde as pernas, nem o rabo.

O governo não pensa assim. O governo pensa na aritmética dos votos quando tanta falta fazia um pouco de humanismo. O ministro disse para o pescador pedir a saída da união. O ministro comeu o rabo do peixe (cherne?). O ministro mete as pernas entre o rabo e abre-as à união.
Ao presidente caiu-lhe esta ao colo. Quer que a união saia dos pescadores. Vão mas deixem o peixe.


O peixe não pensa em aritmética. Nem o pescador em votos. Chegará o dia em que a união pedirá a saída do ministro pagadinho e do presidente arranjado e de todos os que, para além de rabo e pernas, nada mais têm que goela.

Há quem pense em tudo isto como um vómito.

O governo não pensa assim.


made in eu

segunda-feira, 2 de julho de 2007

um tango em carne e osso

e o menino, sabe dançar?

S

sábado, 30 de junho de 2007

Ó pá, como se escreverá "sexo" em japonês?



Aaaaaahh!
S


Querer é poder e contra p(h)oder

Mais verdade do que só quando a mulher quer é só quando um homem pode.
Querer não é poder. Não poder não é não querer.
Nem sempre que a mulher quer, pode. Nem pode sempre o homem que quer.
O querer tem que ser dividido. O poder não. O poder depende do homem mas nem sempre que este quer, pode.
Esta é a constatação dum equilíbrio difícil de atingir.
Porquê?
Não o explico porque não quero. Nem posso.


made in eu

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Não é dagora

Soube-se há pouco tempo que o rei (ou el-rei?) D Manuel I mandou construir o Real Mosteiro de Santa Maria de Belém - Mosteiro dos Jerónimos - sem concurso público !!!

Assim já podemos ver que a pouca vergonha não é dagora.

Bem me queria parecer que as nossas gentes andam um pouco amarguradas com as chefias partidárias, e outras, a julgar pela afirmação ouvida num café: prefiro muito mais a globalização ao Marcelo Rebelo de Sousa.

O presidente do hemiciclo mandou evacuar as galerias por motivos de uma manif ilegal. Uma manif ilegal? Não é o que queriam os socialistas na ditadura, acabar com as manif ilegais?

Ouvida num café, quis parecer-me que as nossas gentes andam um pouco amarguradas com as chefias partidárias, e outras: Sabes o que dizem da mulher dele?

Os ministros não gostam de graçolas. Não sobre eles próprios. O ministro primeiro não se defende, escrevendo ou explicando. O ministro primeiro garante toda a liberdade a toda a gente. A mim faz-me salivar e ficar com a visão turva. O antídoto vem do Cartaxo. E nem sempre funciona...

Ary do Santos escreveu: ... cães que rosnam, cães que traem, e passeiam na cidade. Não conheceu Ary esta raça de cães. Se tivesse conhecido, que teria dito ele deles, num café?

Bem me queria parecer que as nossas gentes andam um pouco amarguradas com as chefias partidárias, e outras, a julgar pela afirmação ouvida num café: Não deviam ter sido os judeus a acabar em cinzeiros...

Um estudo aponta para que a miss mundo em 2176 seja portuguesa. Ao lê-lo, num café, alguém disse: antes disso ainda teremos um primeiro ministro gay.

Bem me queria parecer...

made in eu

quinta-feira, 28 de junho de 2007

"J'Accuse!"

Ao ver o nome de Emile Zola lembrei-me do "J'Accuse" e assim veio-me à lembrança que também aqui há quem acusa os políticos de não roubar.

Cuidado! Sem provas pode ser complicado.

Vivendo nós num sistema de justiça criado pelo políticos, que funciona sem falhas (como todos sabemos), temos que lhes dar o benefício da dúvida e não esquecer que, até se provar que são culpados das acusações, os políticos são presumidos inocentes.

made in eu

quarta-feira, 27 de junho de 2007

UM DIA NA VIDA DE... ZÉ NINGUÉM!

Zé Ninguém começa o dia sem se levantar da cama, porque não tem. Logo aí já poupa energia, não tem que puxar os lençóis para cima, nem sacudir os pêlos, alisando as rugas dos mesmos.
Leva depois um dia normal, como as outras pessoas, mas ninguém repara nele, pois nada tem que se veja!
Mal chega a noite, acaba o dia para o Zé Ninguém, e como acaba o dia e esta crónica é sobre o dia, acaba o texto também!

Brevemente, nas piadinhas e torradinhas, em rigoroso exclusivo: UMA NOITE NA VIDA DE ... ZÉ NINGUÉM

JP+P

COMPENETRADA

Desde muito nova que era assim e dizia a quem a queria ouvir: compenetração é a chave do sucesso!

JP+P

COZINHEIRO DESMAZELADO

- Aquela cozinha está um pandemónio!

Já muita gente me tinha dito que no final dos meus cozinhados a cozinha ficava suja, mas daí até ser assim acusado de muito desmazelado...
Voltei à cozinha e constatei que era mesmo verdade: bem no meio da mesa lá estava o pão que o diabo amassou!

JP+P

domingo, 24 de junho de 2007

1,2,3 experiência

Portugueses à presidência da União Europeia, não por seis meses, mas para todo o sempre hehehe


contas são contas

Primeiro dia de piscina.
Somos dois, disse eu, este jovem e eu. Já paga como adulto? Quantos anos tem? Dez.
Não respondeu. Debruçou-se sobre dois bloquinhos de bilhetes e, certinho pelo picotado, rasgou e entregou-me dois. Quatro e meio o de adulto, dois euros o de criança.
Depois inclinou-se um pouco mais para a direita e com o indicador chegou-se às teclas da
calculadora. Seis e meio?
Perguntei eu rapidamente, naquela entoação entendida que serve de pergunta e resposta.
A mão dele girou sobre o punho com a clara mensagem de ter sido escusada, sequer, a ideia de utilizar a electrónica para tal cálculo aritmético.
Voltou a inclinar-se, desta vez para a esquerda, e aos vinte euros recebidos entregou-me o troco correcto.
Divirtam-se, disse-nos. Obrigado, respondi.


made in eu

Imagine all the people... You may say I´m a dreamer...

Feira das Indústrias do Sexo (para os do tempo da "outra senhora" será sempre a feira das indústrias).
Salão Erótico que, suponho, será uma exposição de sex shops com convidados da indústria porno.

Consigo imaginar a beleza das estrêlas. Consigo imaginar o dinheiro que ganham nesta curta estadia à beira mar plantada. Consigo imaginar os lucros dos organizadores e os dos comerciantes. Consigo imaginar que Lisboa se julgue na mais moderna rota do sexo.

Mas o que não consigo imaginar, por mais que tente, é o nível intelectual de quem visita aquilo.

made in eu

sábado, 23 de junho de 2007

pequeno teste (testículo)

estás a ver?

descobri como postar vídeos do youtube, lendo as instruções do youtube!

porque é que os homens não lêem as instruções?

vá, homem, aprende que eu não duro sempre:

neste, faz-se um copy/paste do embed (ing.) ou incorporar (bras.) que está debaixo do URL nas características descritas à dtª do vídeo do youtube e chapa-se aqui no Editar Html.

atenção que alguns vídeos não disponibilizam o embed e, aí, paciência!, copy/paste do URL

como, por exemplo, este Meat Market, para mim, dos melhores YoutubeVideos

http://br.youtube.com/watch?v=uhEDh1_ZHpY - vá, clica aí e vê!

bjs

S

sexta-feira, 22 de junho de 2007

ainda?

O ministro dos aeroportos mostrou não conhecer o país. Não acredito que o tenha feito com qualquer intenção de ofender os tuaregs das montanhas Ahaggar portuguesas.

Quando se pensava que tudo havia passado, vem agora alguém lembrar, e com alguma indignação, que o mais imperdoável foi o senhor ter esquecido dessa inquestionável e mítica terra sulista, Coina.

Fazendo fé de uma força de vontade inabalável, e revolvendo as mais altas memórias da cultura popular portuguesa, o determinado cidadão, batendo no peito, enfrentou o ministro, dizendo: O senhor ministro não nos ofende porque isto aqui não é a Panasqueira, ouviu bem? E aconselhou-o, declamando a glória da terra: Foi da Coina que eu vim, terra de alegria e som, se ainda não foi à Coina, vá à Coina que é bem bom.

E lá foi levado a levar palmadas nos ombros.

Do ministro esse, nunca se soube se chegou alguma vez a ir à Coina, mas alguém jura que o ouviu dizer, e em francês: jamais.

made in eu

El Português

Retomando o discurso político, em que, com o cuidado de não ferir susceptibilidades, os visados, e as visadas, eram sempre os dois géneros, i.e. às senhoras professoras e professores, operários e operárias, trabalhadoras e trabalhadores, etcétera e etcétero, direi que:

O português, esta espécie de homem a que pertenço, e que vive em viril rastejamento, apresenta-se como uma nulidade em estimular qualquer indício de desejo na mulher.
Parecemos mais uma congregação de azeiteiros.

Rude, mal-educado e inculto, julga-se único sem saber que o é de uma forma diferente e, também ela, única.

Justiça lhe seja feita: é potente, dividindo-se entre o pre e o im.

A sua masculinidade corre-lhe nas estradas. O carro é a sua mulher e o acelerador a sua vagina; é nele que vai ao fundo.

Se fosse portuguesa, procuraria além fronteiras, nem que para isso tivesse que esperar pelo aeroporto da OTA, ou pelo TGV.


made in eu

de volta

Volta a falar-se de aborto que é, por si só, uma verdadeira "interrupção voluntária da gravidez".

Em Outubro referi a questão. Volta não volta sim volta.

Sexo, Plutão e o Referendo

Quem pode negar a influência dos astros no comportamento sexual dos humanos?
Se a Lua controla as marés do mar salgado - do Morto nada controla -, Marte deve controlar os fluidos femininos e Vénus os masculinos (se não a sua massa planetária, pelo menos as suas camisas).
Sexo é para procriar e é um assunto sério. Acontece que é bom. A tosse, para limpar. Acontece ser má. No entanto busca-se sexo só pelo prazer. Os homens têm-no sempre. As mulheres nem por isso. Os elefantes têm-no por 5 segundos; não têm paciência para mais. Não os censuro. Não serão tão infelizes na sua sexualidade quanto os humanos. Diria que são mais espertos do que nós.

Plutão passou, por decisão dos homens, a planeta anão tal como, por decisão dos homens, tinha sido planeta. Poderia citar a anedota do anão, contudo Plutão não tem sexualidade, pelo menos que se saiba. Existe, sem nome ou definição. Daqui a uns anos saberemos o que mudou na nossa sexualidade, por definirem Plutão como um membro menor do sistema solar. Veremos que influência tinha, de facto, noutros membros.

É preciso não conhecer o sistema solar para se engravidar sem querer. Nem sequer todo; basta saber de Vénus e da vida na Terra. Só engravida quem quer, e quem pode. Pelo menos assim deveria ser. Gravidez não é doença.
Façam-se abortos, sim, mas em hospitais privados. Não temos todos que pagar para que se aborte às custas do Sistema Nacional de Saúde. Não temos todos que pagar pela busca de prazer de algumas idiotas. Os homens não engravidam. Se o fazem as mulheres é porque querem. Marte pode controlar-lhes os fluidos, não a vontade. Engravidar na tentativa vã de um orgasmo é demasiado estúpido. Os outros animais não o fazem. É coisa exclusiva da fêmea humana.

Pode ser que a despromoção de Plutão influencie de alguma maneira a corrente de neurónios femininos, para bem do sistema solar e de todo o universo.

made in eu

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Voltar à carga

Volto a repetir "os dedinhos" que apareceram em Março. Repeti-lo-ei sempre que me lembrar de deputados, por causa da CM Lisboa, ou de novos aeroportos, ou comissões de ética, ou do que quer que seja.

Num estudo publicado por Blanchard, Barbareee, Bogaert, Dicky, Klassen, Kuban e Zucker, em 2000, os autores, a maioria do departamento de psiquiatria da Universidade de Toronto, concluíram que apenas 2% a 4% dos homens que se sentiam atraídos por adultos preferiam outros homens (ou seja, 2% a 4 % da população masculina seria homossexual).

Gosto de estatísticas. Nesta, concluíram que 2% a 4% dos homens são homossexuais. Vou acreditar que em Portugal serão 3%. Falando de gays, deixemos a virtude ficar a meio.
Com a conclusão dos canadenses, o meu surrealismo fica à solta. Não é um estudo sobre grupos profissionais, ou faixas etárias, ou raças. Não! É sobre todos os homens. E assim, posso divagar por onde quiser. Escolho o parlamento.

Há 168 deputados. Por uma simples regra aritmética de três simples, chega-se à conclusão que, estatisticamente, temos 5.04 deputados homossexuais. E é por isto que adoro estatísticas. Nem Jesus Cristo dividia assim.
Não quero saber quem possa ser. A vida sexual dos outros interessa-me nada.
Mas a imaginação absorve-me. 0.04 de um deputado é gay! Que será? O estômago? Um estômago gay? Só digere boi, não vaca? Cabrito, não cabra? Só machos, não importa a espécie? O estômago não tem conotação sexual, a não ser pelo facto de digerir fluidos provenientes do sexo.

Acredito mais em extremidades. Fico-me pelos dedos. Um deputado hetero com 4 dedos homo poderá estar algures no parlamento. Dedos que tanto masturbam, como deslizam pelo recto do parceiro.

Se eu tivesse que usar dedos em deputados, usaria os dos pés. Usá-los-ia para pontapear-lhes o cu que ali estão a encher com as regalias do estado.

Nem todos. Cinco deles deverão estar, com toda a probabilidade, a encher o cu com quatro dedos de um outro qualquer.

made in eu

terça-feira, 19 de junho de 2007

Sexo selvagem

Gosto de sexo selvagem. Gosto da pureza do acto. Gosto de invejar os animais.
Sem complexos, natural e digno.


Já o dos humanos enoja-me.

No selvagem tudo funciona como programado pela natureza. Não há frustração. Cumpre-se apenas. Os animais não põem a boca no sexo do parceiro nem o sexo do parceiro na boca. Não se desviam da anatomia própria nem inventam posições escabrosas, humilhantes e ridículas, cansativas e pungentes.

Sexo devia ser reprodução. O prazer carnal é pouco, o espiritual muito. Invertemos o prazer e ele inverteu-nos.

Depois inventaram-se preservativos, dispositivos, pílulas num combate de anti-vida. Se alguém um dia tirar prazer da contenção de fezes no intestino, inventar-se-á uma rolha especial.
A beleza de tudo isso...

Gosto de sexo selvagem. Gosto de sexo que não me dê vómitos. O da selva não tem cheiro nem sabor, nem se mascara do que não é. Tão simples e, contudo, tão magnífico.

Nós, racionais, entendemos confundi-lo com amor, tão erradamente que até o verdadeiro amor é o selvagem, resultante do próprio sexo.

Julgamos ser animais inteligentes. É pena...


made in eu

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Freya Stark

O melhor, e quase único, conforto em se ser mulher é que se pode sempre fingir ser mais estúpida do que realmente se é e ninguém fica surpreendido.

Freya Stark (escritora britânica)


made in eu

isto aqui ô ô

O mal dos portugueses não é serem burros. Há muitos povos burros no mundo, e felizes. O nosso mal é sermos burros mas achar que somos espertos e daí vivermos num sistema às avessas banhado por um oceano de estupidez.
Esta espécie rastejante que vive na merda, e se confunde com ela, só melhorará com uma catástrofe natural. Pedra sobre pedra não bastará.
Nem há necessidade de se saber mais sobre o porquê.
Depois do fim haverá quem fale de nós. Haverá conhecimentos suficientes sobre genética para criar novos lusitanos. Fa-lo-ão.
Um pequena mudança será fundamental para um novo português: façam-no genuinamente burro, sem qualquer sinal de 'esperteza', e viverá feliz para sempre.


made in eu

Procuras o quê?


Ah! Os "comes e bebes"? Bem me parecia!
S

quarta-feira, 13 de junho de 2007

El Dorado

O meu El Dorado é uma portuguesa bonita. Existirá? Aonde?

Referi, há tempos, que, ou houve uma mutação para além do impensável ou já os índios tinham conhecimentos de engenharia genética; as "alfacinhas" das marchas de Lisboa não podem pertencer à mesma raça da qual descendem as brasileiras das escolas de samba.

Nem sonho, nem ficção. Apenas turpor e descrença.

Não que me afecte. Talvez seja melhor assim. Desviarei a atenção para algo mais útil. Nem é correcto chamar-lhe El Dorado. Esse é lenda e pode sempre haver quem nele tenha esperança.
Uma portuguesa bonita não é lenda, nem esperança. É antes uma mentira, e verdadeira.


made in eu

terça-feira, 12 de junho de 2007

Dilema

O dilema é o seguinte: abomino que as autoridades andem à "caça à multa" e detesto chicos-espertos a conduzir.
Em que fico? Fico com pena dos autuados e fico contente quando os apanham.
Os maiores são sempre mais pequenos, os mais espertos os mais burros e os melhores os mais repelentes.

Valerá a pena argumentar? 300 euros de multa! Você está a ver estes filhos da puta? Disseram-me há poucos dias. A que velocidade ia? A muita. Porque não faz como eu que só para não lhes pagar um cêntimo cumpro os limites de velocidade? Com um carro daqueles? É verdade, pensei. Mas com um carro daqueles não choraria o dinheiro da multa...

Entretanto continuarei a ser buzinado e a ver os faróis dos outros a acender.
E continuarei a abominar as autoridades e a detestar chicos-espertos.

made in eu

experts

JC, venho pedir-te mais um esforço. Um estudo, ou não, sobre a mais fascinante das espécies (pra mim, pelo menos): os especialistas.

Do que quer que se trate há sempre um especialista; de raptos de menores, de roubos nocturnos, de crianças maltratadas e por maltratar, de violência doméstica, de aconselhamento matrimonial, dos ursos em vias de extinção, das extintas vias urinárias de mamíferos extintos, do buraco da camada do ozono (aqui são 3 em 1: um especialista em buracos, outro em camadas e outro em ozono), etc.

Se gostas de os ouvir na tv, ou não gostas, se os toleras, ou não, nada importa.

Ansiosamente, espero pela tua palavra de especialista sobre o assunto.

made in eu

À propos...


Olha, segui os conselhos do meu primo e fui à bola!

(mas, pra mim, até uma foto pode ser orgásmica e tudo me dá tusa...menos o futebol!)

S

sábado, 9 de junho de 2007

Agradecimento ao JC

Dom Sebastião não se perdeu no nevoeiro. Fugiu com uma moura. Parece que se apaixonou por ela estar completamente depilada, como devem estar todas as muçulmanas que se prezem.
Agradava-lhe ver o brilho do trabalho do cervix que é onde, segundo Master and Johnson uns séculos depois, tem origem a lubrificação vaginal.


Leonardo Da Vinci pintou a célebre senhora mas parece que era do marido que se sentia atraído.
O filme "Organizem-se", de autor desconhecido mistura personagens históricas numa gigantesca orgia para estudo.


Lá podemos ver Kinsey a entrevistar uns e outros. A sua mulher, Clara Bracken McMillen, que dormia com outros, e com uns também - não sabemos se por motivos científicos - era chamada pelo marido de Mac. Clara queria por força seduzir Napoleão mas este não estava interessado. Continuava deitado no divã, masturbando-se continuamente. Freud tinha razão quando o considerou um dos maiores masturbadores da história.

Master and Johnson estavam com problemas no cronómetro. Os 0.8 segundos entre as contrações rítmicas do orgasmo, quer para homens, quer para mulheres, são, assim, duvidosos.
William Masters e Virginia Johnson não estavam pelos ajustes. Não tinham paciência para entrevistar, como Kinsey. Preferiam estudar a estrutura, psicologia e fisiologia do comportamento sexual através da observação e medidndo a masturbação e as relações sexuais em laboratório.


Por ele passaram Dom Sebastião e a sua moura sem pêlos púbicos. Catarina da Rússia e Isabel I de Inglaterra. Maria Antonieta, a austríaca feita francesa, que fingia orgasmos em alemão. Schubet, que sem óculos, masturbava o parceiro do lado e dizia aguentar horas antes de conseguir o clímax. J S Bach, que entre Fugas fazia filhos ou, dizem que eram outros homens que preparavam a fuga do seu quarto, antes de ele acabar a partitura. Oscar Wilde tentou convencer Hitler a vestir um conjunto Victoria's Secret, mas não conseguiu.
Os deputados portugueses foram chamados para figurantes, mas não chegaram a aparecer nas imagens.
O Marquês de Pombal afirmava que todo o sexo se resumia à osfreseolagnia.


As observações de Masters and Johnson foram prontamente desmentidas por Shere Hite que mostrou que 70% das mulheres que não atingem o orgasmo através de relações sexuais, conseguem-no pela masturbação.

Eu sou um amante rejeitado, fora do contexto científico e romântico do sexo, mas a pergunta do JC é sábia e esclarecedora: de que serve saber se existe ou não o orgasmo feminino?
Para mim não me serve para nada mas deixo um conselho às mulheres que o buscam como a quimera do ouro: Esqueçam as questões de Kinsey, nem se importem a ler Master and Johnson e não acreditem em Shere Hite. Nada vos fará ficar mais perto de um orgasmo do que um par de sapatos.


made in eu