Isto está a ir!quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Que merda!
Acho que m'enganaram e eu caí que nem uma parva!
Mudei esta merda para Beta, tinha que dar um e-mail! Dei o meu, que depois mudaria. Criei piadinhasetorradinhas@gmail.com, com password: loucos, mas agora só aceita o meu, e a password do meu mail!!! Foda-se! Não me deixa mudar, nada! Ficou acoplado ao meu gmail! Foda-se! Não quero! E se mudo password aqui, muda também a do meu mail!!! Não quero! Se tento criar um blog novinho do piadinhas, diz que já existe! AJUDEM-ME!
Juro que nunca mais me porto mal! Juro que estou arrependida e que fui precipitada!
Vou ler, outra vez, as instruções! Mas desistir do nosso Torradinhas é que...nunca!
Rezem por mim!
S
Mudei esta merda para Beta, tinha que dar um e-mail! Dei o meu, que depois mudaria. Criei piadinhasetorradinhas@gmail.com, com password: loucos, mas agora só aceita o meu, e a password do meu mail!!! Foda-se! Não me deixa mudar, nada! Ficou acoplado ao meu gmail! Foda-se! Não quero! E se mudo password aqui, muda também a do meu mail!!! Não quero! Se tento criar um blog novinho do piadinhas, diz que já existe! AJUDEM-ME!
Juro que nunca mais me porto mal! Juro que estou arrependida e que fui precipitada!
Vou ler, outra vez, as instruções! Mas desistir do nosso Torradinhas é que...nunca!
Rezem por mim!
S
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Ao prof Marcelo já tudo lhe parece um sonho
Ouvi o prof Marcelo dizer, no seguimento da polémica levantada por um pretenso aviso de alguém da "judite" ao Bimbo da Costa, que se não forem tomadas todas as acções, até às últimas consequências, para se aprovar a verdade, então vamos mesmo pensar que afinal nesta democracia há uma justiça para os pequenos e uma justiça para os poderosos.
Vamos pensar, Prof Marcelo? Então o senhor ainda não tinha pensado nisso?!
Usando uma sua expressão: Que diabo! O homem já pensa em tanta coisa que não pode pensar em tudo.
made in eu
Vamos pensar, Prof Marcelo? Então o senhor ainda não tinha pensado nisso?!
Usando uma sua expressão: Que diabo! O homem já pensa em tanta coisa que não pode pensar em tudo.
made in eu
domingo, 10 de dezembro de 2006
Ivan Lessa
Palavras, palavras, palavras...
Uma psiquiatra norte-americana, e ainda por cima Estado-unidense, afirmou, em livro, que as mulheres falam muito mais que os homens.
Envolveu-se pois a distinta em um sem-fim de velhas piadas, lendas urbanas e rurais e toda uma nova geração de ferozes e aborrecidas feministas. O nome da psiquiatra e autora é Louann Brizendine e ela ensina psiquiatria clínica na Universidade da Califórnia, em São Francisco.
O livro é “O Cérebro Feminino” e, nele, em essência, mas muita essência, ela alega que os cérebros masculinos e femininos são, assim como seus respectivos troncos e membros, completamente diferentes um do outro.
Se é para botar pra quebrar em matéria de lugar-comum, eu ajeito a boina, cofio o bigodinho e, do fundo de minha camisa listrada, coberta por um colar de cebolas, afirmo como se eu me chamasse Marcel, André ou Jean-Pierre: “Et vive la différence!”
Antes de entrar nos méritos dos cérebros dos outros, que desconheço como a palma da mão de quem me lê, gostaria de fazer um ou dois comentários a respeito da professora, de quem eu nunca ouvira falar, nem mais magra nem mais gorda.
Vejamos: Louann é nome de quem nasceu e cresceu em “trailer park” no estado de Mississippi, nos EUA. Brizendine, eu costumava tomar umas duas ou três antes de ir às buates na década de 60 no Rio. Quatro comprimidos então e uma garrafa de uísque descia redondo e com a maior facilidade.
Sem falar no fato, ou muito falando do fato, de que a gente falava a mais não poder, amanhecendo no dia seguinte sem ressaca mas com o queixo doendo para valer. Brizendine a gente comprava sem receita até 1962. Depois, os enxeridos responsáveis pela saúde do país proibiram: só com receita.
Felizmente, cá entre nós, havia sempre, num grupo, um médico que sabia das coisas da vida.
Papo firme numa boa
Levanto-me da mesa da casa noturna, deixo com pesar a década perdida como a de Scott Fitzgerald, e volto à nua e crua realidade do livro e da disciplina médica da Ilma. Sra. Dra. Louann Brizendine.
Em “O Cérebro Feminino”, a autora-psiquiatra, entre outras afirmações, deixa bem claro que as mulheres falam mais do que os homens. Segundo ela, uma mulher deve ser sonhadora, coquete e ardente… Não, não. Estou confundindo alhos com boleros. Segundo ela, deveria ter dito eu, as mulheres falam muito, mas muito mais mesmo, que os homens.
Brizendine é precisa: 20 mil palavras por dia. Os homens? Apenas 7 mil. Baixinho e sem interromper a interlocutora, concluo eu. Brizendine vai mais longe: as mulheres falam duas vezes mais rápido e mais rápidas que os homens.
Brizendine fica distante porém de alguns detalhes a meu ver importantes: essa falação toda não será apenas na cidade de São Francisco ou no estado da Califórnia? Não será por estarem na presença da Brizendine, que dá-lhes um bicho-carpinteiro na língua e, muito exibidas, postam-se a falar a 1000 quilômetros por hora?
Não estarão as mulheres de São Francisco ou da Califórnia perdidas no tempo tomando superdoses de psicotrópicos ou estupefacientes? Dexamil, Benzedrina, Estenamina, Pervitin. Brizendine, por aí? Isso sem falar em como conseguiu medir as palavras de umas e de outros.
Ou na parte mais interessante da história: elas falam 20 mil palavras por dia, mas sobre o quê? Alguma coisa que valha a pena no meio? E as 7 mil palavras dos homens? Pode ser menos, mas vai ver é tudo sensacional e saboroso ou então muito mais ou tão idiota quanto as 20 mil das moças.
Enfim, eu estou, para variar, escrevendo demais besteira muita. Paro por aqui, vou para casa. Antes passo pelo pianista, peço que toque o fox-trot que me serve de tema e por aqui encerro – sempre de dentes cerrados – a noitada que blablablá, blablablá, blablablá…
Uma psiquiatra norte-americana, e ainda por cima Estado-unidense, afirmou, em livro, que as mulheres falam muito mais que os homens.
Envolveu-se pois a distinta em um sem-fim de velhas piadas, lendas urbanas e rurais e toda uma nova geração de ferozes e aborrecidas feministas. O nome da psiquiatra e autora é Louann Brizendine e ela ensina psiquiatria clínica na Universidade da Califórnia, em São Francisco.
O livro é “O Cérebro Feminino” e, nele, em essência, mas muita essência, ela alega que os cérebros masculinos e femininos são, assim como seus respectivos troncos e membros, completamente diferentes um do outro.
Se é para botar pra quebrar em matéria de lugar-comum, eu ajeito a boina, cofio o bigodinho e, do fundo de minha camisa listrada, coberta por um colar de cebolas, afirmo como se eu me chamasse Marcel, André ou Jean-Pierre: “Et vive la différence!”
Antes de entrar nos méritos dos cérebros dos outros, que desconheço como a palma da mão de quem me lê, gostaria de fazer um ou dois comentários a respeito da professora, de quem eu nunca ouvira falar, nem mais magra nem mais gorda.
Vejamos: Louann é nome de quem nasceu e cresceu em “trailer park” no estado de Mississippi, nos EUA. Brizendine, eu costumava tomar umas duas ou três antes de ir às buates na década de 60 no Rio. Quatro comprimidos então e uma garrafa de uísque descia redondo e com a maior facilidade.
Sem falar no fato, ou muito falando do fato, de que a gente falava a mais não poder, amanhecendo no dia seguinte sem ressaca mas com o queixo doendo para valer. Brizendine a gente comprava sem receita até 1962. Depois, os enxeridos responsáveis pela saúde do país proibiram: só com receita.
Felizmente, cá entre nós, havia sempre, num grupo, um médico que sabia das coisas da vida.
Papo firme numa boa
Levanto-me da mesa da casa noturna, deixo com pesar a década perdida como a de Scott Fitzgerald, e volto à nua e crua realidade do livro e da disciplina médica da Ilma. Sra. Dra. Louann Brizendine.
Em “O Cérebro Feminino”, a autora-psiquiatra, entre outras afirmações, deixa bem claro que as mulheres falam mais do que os homens. Segundo ela, uma mulher deve ser sonhadora, coquete e ardente… Não, não. Estou confundindo alhos com boleros. Segundo ela, deveria ter dito eu, as mulheres falam muito, mas muito mais mesmo, que os homens.
Brizendine é precisa: 20 mil palavras por dia. Os homens? Apenas 7 mil. Baixinho e sem interromper a interlocutora, concluo eu. Brizendine vai mais longe: as mulheres falam duas vezes mais rápido e mais rápidas que os homens.
Brizendine fica distante porém de alguns detalhes a meu ver importantes: essa falação toda não será apenas na cidade de São Francisco ou no estado da Califórnia? Não será por estarem na presença da Brizendine, que dá-lhes um bicho-carpinteiro na língua e, muito exibidas, postam-se a falar a 1000 quilômetros por hora?
Não estarão as mulheres de São Francisco ou da Califórnia perdidas no tempo tomando superdoses de psicotrópicos ou estupefacientes? Dexamil, Benzedrina, Estenamina, Pervitin. Brizendine, por aí? Isso sem falar em como conseguiu medir as palavras de umas e de outros.
Ou na parte mais interessante da história: elas falam 20 mil palavras por dia, mas sobre o quê? Alguma coisa que valha a pena no meio? E as 7 mil palavras dos homens? Pode ser menos, mas vai ver é tudo sensacional e saboroso ou então muito mais ou tão idiota quanto as 20 mil das moças.
Enfim, eu estou, para variar, escrevendo demais besteira muita. Paro por aqui, vou para casa. Antes passo pelo pianista, peço que toque o fox-trot que me serve de tema e por aqui encerro – sempre de dentes cerrados – a noitada que blablablá, blablablá, blablablá…
sábado, 9 de dezembro de 2006
GRANDE SALSADA
A Catarina Salgado lança um livro com pormenores picantes sobre assuntos escaldantes. É um doce! Mas que vai deixar uns amargos de boca, ai isso vai!!! É o que dá deixar azedar as coisas... isto ainda vai dar molho.
S
S
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Estória do Arco da Velha
Marta era sobrinha do chefe dos correios da pacata e pequena aldeia do Bilgão.
Marta era conhecida, e merecidamente, por ter um espírito livre e um corpo muito ocupado.
É verdade que nem todos os rapazes do Bilgão "lá" tinham ido, mas poucos.
Marta teria muito menos deles do que se poderia pensar. 8 segundos era o recorde do maior machão da aldeia. A performance standard daqueles homens era baixa para padrões de outras freguesias. Mas isso não se sabia no Bilgão.
Até que Zeferino, vindo de outras paragens, se encantou com Marta.
Na entrada da aldeia havia um arco, que tinha, em tempos, tido uma porta, que isolava a aldeia de outros conquistadores. A porta era a segurança dos homens e a infelicidade das mulheres. Há muito que a porta não existia. Nem por isso os homens se tornaram mais seguros. Nem por isso ficaram mais felizes as mulheres. Debaixo do arco havia uma casa de uma divisão, onde tinha vivido o guarda, ou o porteiro, como cada um quiser imaginar.
Zeferino levou Marta até ao arco e, encostado à parede, abriu novos horizontes a Marta: 16 segundos !! Homens daqueles não havia em Bilgão. Sofreu Marta na dúvida se deveria contar, ou não, a outras tantas Martas de tão poucos segundos. Se um homem vindo do concelho vizinho durava o dobro, imagine-se o que deveria ser lá para Lisboa. Um minuto seria, pelo menos. Como estava certa Marta do Bilgão, mas não mais que isso.
E assim foi que, a partir de então, o arco era o sorriso, a luz, e o sonho de todas as mulheres bilganianas.
Já não havia guarda na casa do arco. Lá, vivia agora Geralda, de 90 anos, com muitos, muitos segundos de falsa alegria.
Dezasseis foram quantos bastaram para que Marta e Zeferino transformassem o acto numa estória do Arco da Velha.
made in eu
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
a maioria da malta está-se nas tintas
Tirado dum livro de Phillip Roth (os nomes foram trocados para portugueses)
...As notícias não lhe diziam nada. As notícias serviam para as pessoas terem assunto de conversa, e ele, indiferente ao rumo não transgressivo das actividades normalizadas, não desejava conversar com ninguém. Não lhe interessava quem estava em guerra com quem, nem onde um avião caíra, nem o que acontecera em Baghdad. Não queria sequer saber quem era o presidente da república. Preferia foder Zulmira, preferia foder fosse lá quem fosse a ver o ministro da defesa. O espectro dos seus prazeres era estreito e nunca se alongava até ao noticiário da noite. Edmundo reduzia-se do mesmo modo que se reduz um molho, deixando-se espessar pelos próprios fogos para melhor concentrar a sua essência e ser desafiadoramente ele mesmo. ...
made in eu
...As notícias não lhe diziam nada. As notícias serviam para as pessoas terem assunto de conversa, e ele, indiferente ao rumo não transgressivo das actividades normalizadas, não desejava conversar com ninguém. Não lhe interessava quem estava em guerra com quem, nem onde um avião caíra, nem o que acontecera em Baghdad. Não queria sequer saber quem era o presidente da república. Preferia foder Zulmira, preferia foder fosse lá quem fosse a ver o ministro da defesa. O espectro dos seus prazeres era estreito e nunca se alongava até ao noticiário da noite. Edmundo reduzia-se do mesmo modo que se reduz um molho, deixando-se espessar pelos próprios fogos para melhor concentrar a sua essência e ser desafiadoramente ele mesmo. ...
made in eu
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
A ESPERANÇA É A ÚLTIMA
Lá diz o povo que a esperança é a última coisa a morrer!... mas também morre!!!
Avisam-se todos os portugueses (mesmo os que votaram no PS) que o funeral foi marcado para o próximo dia 11 de Fevereiro, dia em que mais de 50% dos portugueses não vão sair de casa, deitando assim uma valente porção de terra sobre a esperança, já de si tão definhada, de um dia vermos os portugueses a fazer alguma coisa de positivo para a modernização deste País.
A partir do dia 12 de Fevereiro o governo sabe que pode continuar a fazer o que lhe der na gana, mesmo que indo contra todas as promessas eleitorais, porque a maioria da malta está-se nas tintas... e serão facilmente enganados de novo com a treta da estabilidade. Para mais quando já nem existe a esperança de termos um País como deve ser!
JP+P
Avisam-se todos os portugueses (mesmo os que votaram no PS) que o funeral foi marcado para o próximo dia 11 de Fevereiro, dia em que mais de 50% dos portugueses não vão sair de casa, deitando assim uma valente porção de terra sobre a esperança, já de si tão definhada, de um dia vermos os portugueses a fazer alguma coisa de positivo para a modernização deste País.
A partir do dia 12 de Fevereiro o governo sabe que pode continuar a fazer o que lhe der na gana, mesmo que indo contra todas as promessas eleitorais, porque a maioria da malta está-se nas tintas... e serão facilmente enganados de novo com a treta da estabilidade. Para mais quando já nem existe a esperança de termos um País como deve ser!
JP+P
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
"Arre!! Estou farto de semi-deuses!"
"Arre!! Estou farto de semi-deuses!" - como desabafou Fernando Pessoa perante um conjunto de obtusidades, como as que encontrei ontem na casa Fernando Pessoa.
Ontem, celebrou-se na casa Fernando Pessoa, na R. Coelho da Rocha, em Lisboa, o 13º aniversário da dita casa e, como o meu pai me informou desse evento, e que iam ter uma tertúlia para leitura de textos, lembrei-me que seria uma homenagem bonita ler lá o texto da Omeleta Transcendente, que só um muito digno e restrito grupo conhece.
Lá chego às 22:30 junto dos ilustres, e pergunto a um, que me diz para perguntar a outro, que ainda me manda para o do lado, a quem pergunto:
-Olhe! Eu queria ler um pequeno texto.
-Não pode ser! Não temos tempo! É que depois têm de fechar isto, mas fica para outro dia, pode ser?
-Não devo querer voltar cá tão cedo!!
Portanto, às 23h ia ser dstribuída uma ceia. Por isso, o valor mais alto do canapé se levantara impetuoso contra a omeleta!!
Bem! Escusado será dizer que, às 23:30, a dita ceia ainda estava por servir...
Viemos embora...
E o meu Fernando, bem mais pessoa, apesar de nem apreciar poemas, disse:
-A censura já terminou hás uns anos atrás! Não sei é se eles foram informados!
Como é que não tinham tempo, se 6ªf. é feriado?
Já sei! Ninguém tem o Tempo, por isso deve-se é aproveitar as cerimónias em memória do falecimento de Fernando Pessoa para promover os livros de outros autores, ainda vivos, que ali foram ler os seus textos, já que, para recriar Pessoa desinteressadamente, não há tempo!
Arre!! E eu é que sou de Gestão!
Beijos
Rosina Ramos
Ontem, celebrou-se na casa Fernando Pessoa, na R. Coelho da Rocha, em Lisboa, o 13º aniversário da dita casa e, como o meu pai me informou desse evento, e que iam ter uma tertúlia para leitura de textos, lembrei-me que seria uma homenagem bonita ler lá o texto da Omeleta Transcendente, que só um muito digno e restrito grupo conhece.
Lá chego às 22:30 junto dos ilustres, e pergunto a um, que me diz para perguntar a outro, que ainda me manda para o do lado, a quem pergunto:
-Olhe! Eu queria ler um pequeno texto.
-Não pode ser! Não temos tempo! É que depois têm de fechar isto, mas fica para outro dia, pode ser?
-Não devo querer voltar cá tão cedo!!
Portanto, às 23h ia ser dstribuída uma ceia. Por isso, o valor mais alto do canapé se levantara impetuoso contra a omeleta!!
Bem! Escusado será dizer que, às 23:30, a dita ceia ainda estava por servir...
Viemos embora...
E o meu Fernando, bem mais pessoa, apesar de nem apreciar poemas, disse:
-A censura já terminou hás uns anos atrás! Não sei é se eles foram informados!
Como é que não tinham tempo, se 6ªf. é feriado?
Já sei! Ninguém tem o Tempo, por isso deve-se é aproveitar as cerimónias em memória do falecimento de Fernando Pessoa para promover os livros de outros autores, ainda vivos, que ali foram ler os seus textos, já que, para recriar Pessoa desinteressadamente, não há tempo!
Arre!! E eu é que sou de Gestão!
Beijos
Rosina Ramos
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
QUENTES E BOAS
Acho que pelo menos uma vez por ano devemos parar junto a um vendedor de castanhas, sentir aquele aroma característico, parar um pouco de uma correria qualquer, e pedir uma dose, um pacotinho artesanal de páginas amarelas elaborado. Antes de começar a descascá-las, convém sentir o calor entre as mãos, depois parar num parque já com as cores do Outono e saborear. São mesmo caras, as castanhas, mas uma vez por ano vale a pena o esforço.
É como comer qualquer tipo de fruta, se enchermos a barriga de uma variedade qualquer, mas que seja mesmo boa, ficamos com uma satisfação que dá para o ano todo. Ainda se pode comer outra vez, mas aquela barrigada é a que vai durar mais de 300 dias na memória.
Uma coisa eu faço sempre, passear num azinhal e ir provando as bolotas. Não é lá grande fruto, mas de vez em quando lá sai uma boazinha, e sabe tão bem.
Deus tenha piedade daqueles que só comem fruta de hipermercado...
JP+P
É como comer qualquer tipo de fruta, se enchermos a barriga de uma variedade qualquer, mas que seja mesmo boa, ficamos com uma satisfação que dá para o ano todo. Ainda se pode comer outra vez, mas aquela barrigada é a que vai durar mais de 300 dias na memória.
Uma coisa eu faço sempre, passear num azinhal e ir provando as bolotas. Não é lá grande fruto, mas de vez em quando lá sai uma boazinha, e sabe tão bem.
Deus tenha piedade daqueles que só comem fruta de hipermercado...
JP+P
terça-feira, 28 de novembro de 2006
MARCAR A AGENDA
Pois quem viu a espécie de magazine ficou mais uma vez bem impressionado. Não é que aquela equipa descobriu que agora marca a agenda do que está para acontecer? Eles mostraram a foto daquele estudante com o cartaz : "queremos coisas tipo boas", quando eles próprios tinham inventado uma manif com um cartaz idêntico: "keremos cenas tipo boas".
Mas no Domingo inventaram uma cena sobre aquela cretinice de espécie de programa da TVI (que depois dos Dizârte inventaram outro fenómeno idiotizante que nos vai aturdir: os Forteiste), o Canta por Mim, em que a familia de um desgraçadinho estava à porta da TVI a protestar e a ameaçar por considerarem injusta uma escolha de outro desgraçadinho para passar à final dos desgraçadinhos, e logo a seguir (sim, eu confesso que estive a ver a TVI, mas foi só para me deleitar com a Maria João) a Júlia Pinheiro, ao falar com uma desgraçadinha, refere, em jeito de graçola, que se o resultado não for bom para esta, os seus pais já estão preparados para vir a Lisboa armados com cacetes, etc. Os gato fedorento, uma vez mais, a marcarem a actualidade!!!
Mas no Domingo inventaram uma cena sobre aquela cretinice de espécie de programa da TVI (que depois dos Dizârte inventaram outro fenómeno idiotizante que nos vai aturdir: os Forteiste), o Canta por Mim, em que a familia de um desgraçadinho estava à porta da TVI a protestar e a ameaçar por considerarem injusta uma escolha de outro desgraçadinho para passar à final dos desgraçadinhos, e logo a seguir (sim, eu confesso que estive a ver a TVI, mas foi só para me deleitar com a Maria João) a Júlia Pinheiro, ao falar com uma desgraçadinha, refere, em jeito de graçola, que se o resultado não for bom para esta, os seus pais já estão preparados para vir a Lisboa armados com cacetes, etc. Os gato fedorento, uma vez mais, a marcarem a actualidade!!!
sábado, 25 de novembro de 2006
E eu trago L.F.V. (vivam os cronistas brasileiros)
Simplicidade
Cada semana, uma novidade. A última, foi que pizza previne câncer do esôfago. Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas, peraí, não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal prá minha saúde.
Prazer faz muito bem. Dormir me deixa 0 km. Ler um bom livro, faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas, depois, rejuvenesço uns cinco anos! Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias!
Brigar, me provoca arritmia cardíaca. Ver pessoas tendo acessos de estupidez, me embrulha o estômago!
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro, me faz perder toda a fé no ser humano...
E telejornais... Os médicos deveriam proibir... como doem!
Caminhar faz bem, namorar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã, arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite, isso sim, é prejudicial à saúde.
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
Não pedir perdão pelas nossas mancadas, dá câncer, guardar mágoas, ser pessimista, preconceituoso ou falso moralista, não há tomate ou mozzarela que previna!
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor prá saúde do que pipoca.
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é o melhor de tudo e muito melhor do que nada!
Luís Fernando Veríssimo
S
Cada semana, uma novidade. A última, foi que pizza previne câncer do esôfago. Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas, peraí, não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal prá minha saúde.
Prazer faz muito bem. Dormir me deixa 0 km. Ler um bom livro, faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas, depois, rejuvenesço uns cinco anos! Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias!
Brigar, me provoca arritmia cardíaca. Ver pessoas tendo acessos de estupidez, me embrulha o estômago!
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro, me faz perder toda a fé no ser humano...
E telejornais... Os médicos deveriam proibir... como doem!
Caminhar faz bem, namorar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã, arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite, isso sim, é prejudicial à saúde.
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
Não pedir perdão pelas nossas mancadas, dá câncer, guardar mágoas, ser pessimista, preconceituoso ou falso moralista, não há tomate ou mozzarela que previna!
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor prá saúde do que pipoca.
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é o melhor de tudo e muito melhor do que nada!
Luís Fernando Veríssimo
S
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
mas eu gosto dela mesmo assim...
A protecção civil avisa que perante uma frente fria devemo-nos agasalhar. Que perante chuva forte e rajadas de vento, devemos fechar portas e janelas.
E eu que nunca tinha pensado nisso...
Que seria da nossa vida sem os conselhos da protecção civil?
Serão patetas ao ponto de se acharem,de facto, importantes e de grande ajuda na vida de alguém?
Só por isso, e só mesmo por isso, valia a pena ser militar. Supondo que não existe uma protecção militar, claro está. A haver uma, imagino que conselhos daria...
made in eu
E eu que nunca tinha pensado nisso...
Que seria da nossa vida sem os conselhos da protecção civil?
Serão patetas ao ponto de se acharem,de facto, importantes e de grande ajuda na vida de alguém?
Só por isso, e só mesmo por isso, valia a pena ser militar. Supondo que não existe uma protecção militar, claro está. A haver uma, imagino que conselhos daria...
made in eu
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
Ivan Lessa
Sempre que puder tentarei trazer para aqui Ivan Lessa. Vale a pena, eu acho.
Ivan Lessa: Ao vencedor, as trufas!
Eu ando falando, ou escrevendo, um pouco demais sobre os prazeres da mesa. Sobre comida, sobre bebida.
Outro dia, aqui mesmo, neste espaço, estava eu às voltas com água de coco, derramando um copázio ou copão cheio bem em cima do colo do leitor, que nada tem a ver com minhas comilanças ou bebericagens.
Pois, chato que sou, continuo sentadão aqui esperando que me sirvam. Ou que pelo menos me tragam a nota.
Tenho também passado por uma fase confessional. Junto a fome com a vontade de abrir o jogo e vou logo me sentando à mesa.
Eu nunca comi trufa. Aquele bombom, sim. Agora, trufa mesmo, daquelas sérias, para valer, nunca. Nem sei de que se trata.
Sei que, como o caviar, trata-se de algo requintadíssimo, coisa de rico, ou riquérrimo, e só pode ser uma delícia. Caviar, eu já provei. Muito. Adoro, inclusive.
Mesmo não sendo Beluga ou Seruga, tidas como os tipos mais saborosos, mas achei bom demais no biscoitinho salgado e acabou-se o que não era nada doce.
Lembro que parecia, o caviar, ova de peixe metida a besta, mas eu achei sensacional.
Como dizem os pobres e perdedores, um dia minha sorte vai mudar, ficarei rico e, então, vai ser Beluga e Seruga dia sim, dia não.
Uma explicação: a rigor os dois tipos de caviar dispensam as maiúsculas. Mas tudo que eu prezo na vida vem em letras maiúsculas. Inclusive o Aforismo. Mesmo caindo aos pedaços, mas Aforismo, conquanto que seja meu.
À mesa como convém
Deu nos jornais e espero que não tenha passado despercebido aí: foi encontrada a maior trufa branca da história. Daquelas de pegar o Livro Guinness de Recordes: 1 quilo e 500 gramas.
A primeirona, antes dessa, pesava apenas 1 quilo e 200 gramas. Esses 300 gramas é que fizeram toda a diferença do mundo.
Isso porque um magnata comprou o raio da gordota trufona pelo módico preço (para magnatas) de perto de 170 mil dólares. A trufa em questão, a biguana, era de origem italiana.
O magnata que agora é o feliz possuidor da maior trufa branca do mundo tem nacionalidade japonesa e prefere quedar no anonimato, pois aos magnatas não é dado “ficar” mas sim “quedar”.
Nosso amigo, e das grandes trufas, venceu franceses e italianos no leilão gastronômico.
Curioso. Não tinha nenhum gastrônomo americano na jogada. Manjo. Eles preferem se guardar para telas renascentistas ou impressionistas.
Parece que um Van Eyk ou um Manet vão que é uma beleza com um bom bife mal passado a cavalo.
Heróis desconhecidos
Nem eu e certamente nem você que me lê, amigo leitor, já provamos trufa.
Sabemos, pois vimos foto, ou desenho, das raridades, mesmo que em tamanho médio ou pequeno, que as bichinhas são danadas de feias.
A natureza primeiro esconde e depois compensa. Sim, pois as trufas, esses tubérculos fungosos, são dificílimas de se achar.
Crescem à beira de árvores, próximas às suas raízes e, não bastasse essa peça da natureza, quem melhor as fareja são porcos e cães. Não comem, mas farejam que é uma beleza.
Como os cães delatam latindo com fúria para cima do malfeitor, nas aduanas da vida, portando drogas ou bombas. Como os porcos… bem, os porcos sendo porcos.
Comida de porco e cachorro, portanto. Mas que encanta, dizem, pratos de massa, omeletes e risotos.
Seu aroma picante e delicado compensa tudo, afirmam os entendidos. A trufa é conhecida como “o diamante da cozinha”.
Tudo bem. Eles lá, com elas, eu cá. Prefiro sal grosso e pimenta malagueta apenas. Temperos básicos que não violentam a natureza contemplativa de nossos irmãos irracionais.
Ivan Lessa: Ao vencedor, as trufas!
Eu ando falando, ou escrevendo, um pouco demais sobre os prazeres da mesa. Sobre comida, sobre bebida.
Outro dia, aqui mesmo, neste espaço, estava eu às voltas com água de coco, derramando um copázio ou copão cheio bem em cima do colo do leitor, que nada tem a ver com minhas comilanças ou bebericagens.
Pois, chato que sou, continuo sentadão aqui esperando que me sirvam. Ou que pelo menos me tragam a nota.
Tenho também passado por uma fase confessional. Junto a fome com a vontade de abrir o jogo e vou logo me sentando à mesa.
Eu nunca comi trufa. Aquele bombom, sim. Agora, trufa mesmo, daquelas sérias, para valer, nunca. Nem sei de que se trata.
Sei que, como o caviar, trata-se de algo requintadíssimo, coisa de rico, ou riquérrimo, e só pode ser uma delícia. Caviar, eu já provei. Muito. Adoro, inclusive.
Mesmo não sendo Beluga ou Seruga, tidas como os tipos mais saborosos, mas achei bom demais no biscoitinho salgado e acabou-se o que não era nada doce.
Lembro que parecia, o caviar, ova de peixe metida a besta, mas eu achei sensacional.
Como dizem os pobres e perdedores, um dia minha sorte vai mudar, ficarei rico e, então, vai ser Beluga e Seruga dia sim, dia não.
Uma explicação: a rigor os dois tipos de caviar dispensam as maiúsculas. Mas tudo que eu prezo na vida vem em letras maiúsculas. Inclusive o Aforismo. Mesmo caindo aos pedaços, mas Aforismo, conquanto que seja meu.
À mesa como convém
Deu nos jornais e espero que não tenha passado despercebido aí: foi encontrada a maior trufa branca da história. Daquelas de pegar o Livro Guinness de Recordes: 1 quilo e 500 gramas.
A primeirona, antes dessa, pesava apenas 1 quilo e 200 gramas. Esses 300 gramas é que fizeram toda a diferença do mundo.
Isso porque um magnata comprou o raio da gordota trufona pelo módico preço (para magnatas) de perto de 170 mil dólares. A trufa em questão, a biguana, era de origem italiana.
O magnata que agora é o feliz possuidor da maior trufa branca do mundo tem nacionalidade japonesa e prefere quedar no anonimato, pois aos magnatas não é dado “ficar” mas sim “quedar”.
Nosso amigo, e das grandes trufas, venceu franceses e italianos no leilão gastronômico.
Curioso. Não tinha nenhum gastrônomo americano na jogada. Manjo. Eles preferem se guardar para telas renascentistas ou impressionistas.
Parece que um Van Eyk ou um Manet vão que é uma beleza com um bom bife mal passado a cavalo.
Heróis desconhecidos
Nem eu e certamente nem você que me lê, amigo leitor, já provamos trufa.
Sabemos, pois vimos foto, ou desenho, das raridades, mesmo que em tamanho médio ou pequeno, que as bichinhas são danadas de feias.
A natureza primeiro esconde e depois compensa. Sim, pois as trufas, esses tubérculos fungosos, são dificílimas de se achar.
Crescem à beira de árvores, próximas às suas raízes e, não bastasse essa peça da natureza, quem melhor as fareja são porcos e cães. Não comem, mas farejam que é uma beleza.
Como os cães delatam latindo com fúria para cima do malfeitor, nas aduanas da vida, portando drogas ou bombas. Como os porcos… bem, os porcos sendo porcos.
Comida de porco e cachorro, portanto. Mas que encanta, dizem, pratos de massa, omeletes e risotos.
Seu aroma picante e delicado compensa tudo, afirmam os entendidos. A trufa é conhecida como “o diamante da cozinha”.
Tudo bem. Eles lá, com elas, eu cá. Prefiro sal grosso e pimenta malagueta apenas. Temperos básicos que não violentam a natureza contemplativa de nossos irmãos irracionais.
sábado, 18 de novembro de 2006
DESLIALDADE E PRETENÇÃO
.
Já aqui se falou da tristeza cultural das nossas TVs, mas ontem à noite na TVI quiseram concorrer com as gargalhadas dos espectadores da espécie de magazine, na RTP1, e no Jornal das 20 horas legendaram umas declarações telefónicas do Carlos Queirós, para darem seguimento a uma polémica inventada no mundo do futebol (que vive de polémicas inventadas para distrair as pessoas dos escândalos sucessivos e permanentes). E nessa mesma legendagem, em pouco mais de 30 segundos, escreveram DESL I ALDADE e PRETEN Ç ÃO. Foi de chorar, tão estúpidos e tão bem pagos, com tanta gente no desemprego que poderia fazer a correcção antes de emitirem para todo o País. Claro está que este canal é dedicado às pessoas que vêem telenovelas, pessoas pouco exigentes, quem me manda a mim ter a TV ligada naquele canal?
JP+P
Já aqui se falou da tristeza cultural das nossas TVs, mas ontem à noite na TVI quiseram concorrer com as gargalhadas dos espectadores da espécie de magazine, na RTP1, e no Jornal das 20 horas legendaram umas declarações telefónicas do Carlos Queirós, para darem seguimento a uma polémica inventada no mundo do futebol (que vive de polémicas inventadas para distrair as pessoas dos escândalos sucessivos e permanentes). E nessa mesma legendagem, em pouco mais de 30 segundos, escreveram DESL I ALDADE e PRETEN Ç ÃO. Foi de chorar, tão estúpidos e tão bem pagos, com tanta gente no desemprego que poderia fazer a correcção antes de emitirem para todo o País. Claro está que este canal é dedicado às pessoas que vêem telenovelas, pessoas pouco exigentes, quem me manda a mim ter a TV ligada naquele canal?
JP+P
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
e ponto final

«Devo à Providência a graça de ser pobre; sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna, nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, sustentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia, não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente.Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não pelas ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre.Jamais empregarei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam, esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha a culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano.Penso ter ganho, graças a um trabalho sério, os meus graus académicos e o direito a desempenhar as minhas funções universitárias. Obrigado a perder o contacto com as ciências que cultivava, mas não com os métodos de trabalho, posso dizer que as reencontrei sob o ângulo da sua aplicação prática; e folheando menos os livros, esforcei-me em anos de estudo, de meditação, de acção intensa, por compreender melhor os homens e a vida. Pude esclarecer-me.Não tenho ambições, não desejo subir mais alto e entendo que no momento oportuno deve outrem vir ocupar o meu lugar, para oferecer ao serviço da Nação maior capacidade de trabalho, rasgar novos horizontes e experimentar novas ideias ou métodos. Não posso envaidecer-me, pois que não realizei tudo o que desejava; mas realizei o suficiente para não poder dizer que falhei na minha missão. Não sinto por isso a amargura dos que merecida ou imerecidamente não viram coroados os seus esforços e maldizem dos homens e da sorte. Nem sequer me lembro de Ter recebido ofensas que em desagravo me induzam a ser menos justo ou imparcial. Pelo contrário, neste país, onde tão ligeiramente se apreciam e depreciam os homens públicos, gozo do raro privilégio do respeito geral. Pude servir. »
É por isto que vai ser considerado o maior português de sempre. Ou muito me engano...
terça-feira, 14 de novembro de 2006
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
UM DIA FELIZ PARA OS AMERICANOS
.
Os iraquianos fundamentalistas acharam que o dia da condenação à derrota do Jorge Bush foi de felicidade para os americanos. Custa-me um pouco a entender este afastamento do maometismo, principalmente por parte dos fundamentalistas.
Não sou contra as eleições livres, mas é triste ver o afastamento de um líder que já nos habituou a alguns momentos de gargalhadas sonoras, ainda que com um ou outro momento de estupidez na gestão da hegemonia dos interesses americanos, o que leva à morte de milhares de crianças e outros inocentes, condenados a morrer sem ao menos terem direito à leitura da sua pena de morte. A fome e a violência são tão estúpidas que não sabem escrever!
Discutíamos ontem a questão da violência na família, no curso de Cidadania Activa. Bater nas mulheres, bater nas crianças, uma chapada de um pai não é violência, mas se for a mesma chapada aplicada por um empregado de mesa num café já é violência. Uma das colegas deste curso defendeu que uma chapada ou um açoite aplicados na altura certa fazem parte da educação. E qual o limite entre a chapada educativa e a violência sobre a criança? Disse ela, nesta definição soberba: "uma estalada na cara, desde que a criança não perca o equilíbrio, não é violência".
Outra colega contou como viu um dia um casal à porta de um hipermercado, com uma criança a chorar, e o pai aplica uma chapada na criança, mas a sogra que também ali estava intervém e critica o pai por bater na filha, eis que o senhor, vociferando que ela não tem nada a ver com o assunto da educação da filha, agarra no chapéu de chuva e desata à "bastonada" na sogra, que se agacha protegendo a cabeça e vai levando com o chapéu nas costas. Esta colega que testemunhou a cena desde o início tenta chamar os seguranças, mas estes dizem que apenas podem chamar a polícia, vai ela própria e agarra no chapéu de chuva por trás do agressor, quando este o levantava para desferir mais um golpe na vítima. Uma troca de palavras, chega a polícia e o senhor logo diz à sogra: "lá em casa leva mais!". Ora, se a senhora agredida não perdeu o equilíbrio, e estando em causa uma questão de educação da sogra, este não foi um acto de violência!
JP+P
Os iraquianos fundamentalistas acharam que o dia da condenação à derrota do Jorge Bush foi de felicidade para os americanos. Custa-me um pouco a entender este afastamento do maometismo, principalmente por parte dos fundamentalistas.
Não sou contra as eleições livres, mas é triste ver o afastamento de um líder que já nos habituou a alguns momentos de gargalhadas sonoras, ainda que com um ou outro momento de estupidez na gestão da hegemonia dos interesses americanos, o que leva à morte de milhares de crianças e outros inocentes, condenados a morrer sem ao menos terem direito à leitura da sua pena de morte. A fome e a violência são tão estúpidas que não sabem escrever!
Discutíamos ontem a questão da violência na família, no curso de Cidadania Activa. Bater nas mulheres, bater nas crianças, uma chapada de um pai não é violência, mas se for a mesma chapada aplicada por um empregado de mesa num café já é violência. Uma das colegas deste curso defendeu que uma chapada ou um açoite aplicados na altura certa fazem parte da educação. E qual o limite entre a chapada educativa e a violência sobre a criança? Disse ela, nesta definição soberba: "uma estalada na cara, desde que a criança não perca o equilíbrio, não é violência".
Outra colega contou como viu um dia um casal à porta de um hipermercado, com uma criança a chorar, e o pai aplica uma chapada na criança, mas a sogra que também ali estava intervém e critica o pai por bater na filha, eis que o senhor, vociferando que ela não tem nada a ver com o assunto da educação da filha, agarra no chapéu de chuva e desata à "bastonada" na sogra, que se agacha protegendo a cabeça e vai levando com o chapéu nas costas. Esta colega que testemunhou a cena desde o início tenta chamar os seguranças, mas estes dizem que apenas podem chamar a polícia, vai ela própria e agarra no chapéu de chuva por trás do agressor, quando este o levantava para desferir mais um golpe na vítima. Uma troca de palavras, chega a polícia e o senhor logo diz à sogra: "lá em casa leva mais!". Ora, se a senhora agredida não perdeu o equilíbrio, e estando em causa uma questão de educação da sogra, este não foi um acto de violência!
JP+P
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
um dia feliz para os iraquianos
Os americanos republicanos acharam que o dia da condenação do Sadame Ussein foi de felicidade para os iraquianos.
Custa-me um pouco a entender este afastamento do cristianismo, principalmente por parte dos republicanos.
Sou contra a pena de morte. Por pena, por mais nada. Mas que interessa? Afinal condenados à morte estamos todos e ninguém tem pena de nós.
Sadame foi mau, a julgar pelo que se lê, claro está - a mim nunca me fez mal nenhum -.
Os juizes de Sadame são maus, a julgar pelo que se lê. A mim nunca me fizeram mal nenhum.
O mundo fica melhor ou pior sem Sadame?
O mundo de Sadame é a vida de Sadame, como é o mundo para cada um de nós. Acabando nós, acaba o mundo para nós. Não há mundo fora de nós, nem nós contamos nada para o mundo.
Esse é o mistério, o milagre, a graça e a desgraça de tudo.
Começo a crer na governação feminina. Os homens mostraram já que não servem.
Os nossos primeiros, presidente e ministro, não comentaram o veredicto de Sadame. Estavam no Uruguai e não era o local próprio. Cobardes... Sim, em cobardia ninguém ganha a um político.
Custa-me um pouco a entender este afastamento do cristianismo, principalmente por parte dos republicanos.
Sou contra a pena de morte. Por pena, por mais nada. Mas que interessa? Afinal condenados à morte estamos todos e ninguém tem pena de nós.
Sadame foi mau, a julgar pelo que se lê, claro está - a mim nunca me fez mal nenhum -.
Os juizes de Sadame são maus, a julgar pelo que se lê. A mim nunca me fizeram mal nenhum.
O mundo fica melhor ou pior sem Sadame?
O mundo de Sadame é a vida de Sadame, como é o mundo para cada um de nós. Acabando nós, acaba o mundo para nós. Não há mundo fora de nós, nem nós contamos nada para o mundo.
Esse é o mistério, o milagre, a graça e a desgraça de tudo.
Começo a crer na governação feminina. Os homens mostraram já que não servem.
Os nossos primeiros, presidente e ministro, não comentaram o veredicto de Sadame. Estavam no Uruguai e não era o local próprio. Cobardes... Sim, em cobardia ninguém ganha a um político.
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
domingo, 29 de outubro de 2006
jogos no estádio do dragão
Os grandes vencedores dos jogos no estádio do dragão são sempre o Belenenses, o Sporting e o Benfica, independentemente do resultado. Estranho é ver os adeptos do FCPorto fazerem gestos e gritarem contra os adeptos adversários que se preparam para regressar a casa. Mesmo que a vitória caseira tenha sido esmagadora... Não verão que vale mais digerir uma pesada derrota em Lisboa que festejar uma grande vitória no Porto?
É deixá-los entregue à sua alegria...
E os jogadores lisboetas, mesmo perdendo, saem sempre com um sorriso, deixando os seus vitoriosos adversários a roerem-se de inveja.
Mas vem aí o TGV, por isso animem-se. Podem vir beber uns copos com os jogadores alfacinhas sempre que quiserem. O pior é para quem vai lá... No morrer, no pagar e em chegar ao Porto, quanto mais tarde melhor.
um amante da cidade
É deixá-los entregue à sua alegria...
E os jogadores lisboetas, mesmo perdendo, saem sempre com um sorriso, deixando os seus vitoriosos adversários a roerem-se de inveja.
Mas vem aí o TGV, por isso animem-se. Podem vir beber uns copos com os jogadores alfacinhas sempre que quiserem. O pior é para quem vai lá... No morrer, no pagar e em chegar ao Porto, quanto mais tarde melhor.
um amante da cidade
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
no futuro
No futuro…
O preconceito é, hoje, interpretado como sinal contrário à natural evolução humana. É preconceituoso estar em desacordo com a legalização dos casamentos homosexuais; é preconceituoso não concordar com adopção de crianças por casais homosexuais; é preconceituoso não apoiar o movimento de despenalização do aborto: é preconceituoso não aceitar inverter a base da educação moral nas sociedades modernas.
É necessário combater o preconceito! Dar mais um passo, dar sempre mais um passo! Se antes o casamento entre pessoas do mesmo sexo era um assunto questionável, neste momento (dado mais um passo), o assunto é: Para quando a adopção de crianças por casais homosexuais. Muito bem, vou dar, não um, mais dois passos em frente, saltarei por cima da despenalização da bestialidade e reivindicarei desde já a despenalização da Electrofilia. Sou um homem moderno e tenho um caso com a minha torradeira eléctrica!. O aspirador é um reaccionário, está contra, e por vezes recusa-se a encher o saco, mas não me importo, é uma questão de tempo: ele há-de ter que aceitar! A electrofilia é uma das grandes questões do futuro! E esta, nem o Louçã me há-de roubar.
No futuro, entre outras coisas, quando os nossos electrodomésticos avariarem receberemos todos um subsídio de apoio à família, bastando para isso que vivamos casados, ou, pelo menos, em união de facto, com o electrodoméstico dos nossos olhos.
Não sejas reaccionário! Não participes apenas em manifestações gay, não te juntes só às barriguinhas liberais, dá mais um passo! Entra no mundo da electrofilia! Se amas o teu televisor, casa com ele! Se te apaixonaste pelo teu computador, assume-te! Se organizas orgias com todos os teus electrodomésticos, ninguém tem nada com isso! Pede mas é a redução das tarifas à EDP; luta pela tua felicidade! Liberta o electrofílico que há em ti!!!
jc
O preconceito é, hoje, interpretado como sinal contrário à natural evolução humana. É preconceituoso estar em desacordo com a legalização dos casamentos homosexuais; é preconceituoso não concordar com adopção de crianças por casais homosexuais; é preconceituoso não apoiar o movimento de despenalização do aborto: é preconceituoso não aceitar inverter a base da educação moral nas sociedades modernas.
É necessário combater o preconceito! Dar mais um passo, dar sempre mais um passo! Se antes o casamento entre pessoas do mesmo sexo era um assunto questionável, neste momento (dado mais um passo), o assunto é: Para quando a adopção de crianças por casais homosexuais. Muito bem, vou dar, não um, mais dois passos em frente, saltarei por cima da despenalização da bestialidade e reivindicarei desde já a despenalização da Electrofilia. Sou um homem moderno e tenho um caso com a minha torradeira eléctrica!. O aspirador é um reaccionário, está contra, e por vezes recusa-se a encher o saco, mas não me importo, é uma questão de tempo: ele há-de ter que aceitar! A electrofilia é uma das grandes questões do futuro! E esta, nem o Louçã me há-de roubar.
No futuro, entre outras coisas, quando os nossos electrodomésticos avariarem receberemos todos um subsídio de apoio à família, bastando para isso que vivamos casados, ou, pelo menos, em união de facto, com o electrodoméstico dos nossos olhos.
Não sejas reaccionário! Não participes apenas em manifestações gay, não te juntes só às barriguinhas liberais, dá mais um passo! Entra no mundo da electrofilia! Se amas o teu televisor, casa com ele! Se te apaixonaste pelo teu computador, assume-te! Se organizas orgias com todos os teus electrodomésticos, ninguém tem nada com isso! Pede mas é a redução das tarifas à EDP; luta pela tua felicidade! Liberta o electrofílico que há em ti!!!
jc
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
España?
Surpreende-me a vida das pessoas perante a inevitabilidade da morte.
É como se não morrêssemos nunca. A economia, o dinheiro para o automóvel, móveis novos para depois da reforma, roupa a condizer com a das celebridades, telemóveis, MP3s, dinheiro, dinheiro e dinheiro.
É o que desta vida se leva, dizemos frequentemente, depois de uma qualquer iguaria, ou depois de outro qualquer prazer. Mentira. Não só não se leva como não se vai a lado algum. Não estamos de passagem, suponho, suponho...
E se não bastasse tudo isto, temos ainda mais a idiotice das pátrias, o orgulho de uma identificação social, a importância de nos sentirmos importantes pela razão histórica, estúpida, e cujo fim a ninguém diz respeito.
Escrevia hoje um jornal que uma percentagem de espanhóis queria que a península fosse um só país chamado Espanha cuja capital seria Madrid. Se de facto houvesse um país ibérico, nada mais claro e lógico que ser todo ele uma, não enorme, Espanha, já que pouco acrescentava com a inclusão do território português.
O que me deixa mais curioso é saber como será a vida dos espanhóis que queriam um único país chamado Espanha, com Madrid como capital, tendo como praias atlânticas a Costa de Caparica.
Se calhar alguns impotentes, outros sofrendo de ejaculação precoce, algumas sonhando com implantação de silicone (ou em castelhano, Silicona) nas mamas. Outras feias que ninguém quer a não ser bêbedo, outros carecas e atraiçoados, outros dependentes de opiáceos, outras a quem o orgasmo já nem sonho é. E mais haverão ou poderão haver...
Ainda assim, muita desta gente ficaria um pouco feliz, ou terá ficado, em poder expressar que gostaria que Portugal pudesse ser parte da Espanha e termos todos como capital Madrid.
Eu gosto da Espanha. Gosto dos espanhóis (e mais ainda das espanholas). Conheci muitos, muitas, e sempre nos démos bem.
Se há coisa que não me interessa minimamente é a história de Portugal e os descobrimentos, que parece tudo o que temos. Orgulharmo-nos disso é tão idiota como querermos Olivença, ou querermos uma união ibérica cujo nome seria Portugal e a capital Lisboa (o Porto como capital não passa pela cabeça nem de um esquizofrénico).
Ou quanto mais não fosse pela fonética lusa. Quando temos que comentar estas estatísticas que contribuem, e muito, para a nossa felicidade, é mais sonoro, ou pelo menos a mim, soa-me melhor um "vai levar na peida" do que o simplista "vete a tomar por culo".
made in eu
É como se não morrêssemos nunca. A economia, o dinheiro para o automóvel, móveis novos para depois da reforma, roupa a condizer com a das celebridades, telemóveis, MP3s, dinheiro, dinheiro e dinheiro.
É o que desta vida se leva, dizemos frequentemente, depois de uma qualquer iguaria, ou depois de outro qualquer prazer. Mentira. Não só não se leva como não se vai a lado algum. Não estamos de passagem, suponho, suponho...
E se não bastasse tudo isto, temos ainda mais a idiotice das pátrias, o orgulho de uma identificação social, a importância de nos sentirmos importantes pela razão histórica, estúpida, e cujo fim a ninguém diz respeito.
Escrevia hoje um jornal que uma percentagem de espanhóis queria que a península fosse um só país chamado Espanha cuja capital seria Madrid. Se de facto houvesse um país ibérico, nada mais claro e lógico que ser todo ele uma, não enorme, Espanha, já que pouco acrescentava com a inclusão do território português.
O que me deixa mais curioso é saber como será a vida dos espanhóis que queriam um único país chamado Espanha, com Madrid como capital, tendo como praias atlânticas a Costa de Caparica.
Se calhar alguns impotentes, outros sofrendo de ejaculação precoce, algumas sonhando com implantação de silicone (ou em castelhano, Silicona) nas mamas. Outras feias que ninguém quer a não ser bêbedo, outros carecas e atraiçoados, outros dependentes de opiáceos, outras a quem o orgasmo já nem sonho é. E mais haverão ou poderão haver...
Ainda assim, muita desta gente ficaria um pouco feliz, ou terá ficado, em poder expressar que gostaria que Portugal pudesse ser parte da Espanha e termos todos como capital Madrid.
Eu gosto da Espanha. Gosto dos espanhóis (e mais ainda das espanholas). Conheci muitos, muitas, e sempre nos démos bem.
Se há coisa que não me interessa minimamente é a história de Portugal e os descobrimentos, que parece tudo o que temos. Orgulharmo-nos disso é tão idiota como querermos Olivença, ou querermos uma união ibérica cujo nome seria Portugal e a capital Lisboa (o Porto como capital não passa pela cabeça nem de um esquizofrénico).
Ou quanto mais não fosse pela fonética lusa. Quando temos que comentar estas estatísticas que contribuem, e muito, para a nossa felicidade, é mais sonoro, ou pelo menos a mim, soa-me melhor um "vai levar na peida" do que o simplista "vete a tomar por culo".
made in eu
terça-feira, 17 de outubro de 2006
Ravioli à portuense
Não sei se os sequestrados do Rivoli estão fechados porque não querem sair, ou se julgam que aquilo é deles e não deixam mais ninguém entrar.
Não li nem aprofundei as suas razões. Ouvi apenas que o Rui Rio quer privatizar a gestão do teatro, ou cinema, ou lá o que seja o Rivoli. A ser verdade, acho muito bem. Há muito que tenho esta ideia que o estado devia parar de subsidiar arte e espectáculos a que assistem meia dúzia de pessoas.
Esta ideia que os artistas e os encenadores e os realizadores são intelectuais, e como tal são um bem para a evolução do país, não me "entra cá". Sejam intelectuais mas ganhem o seu próprio dinheiro. Montem a peça plástica que quiserem. Vão ao banco pedir dinheiro e depois de terem o lucro justo, entre os bilhetes que vendem e as despesas, gastem-no como bem entenderem.
Mas não querem isso. Ou pelo menos parece-me que não querem. Querem gastá-lo como bem entenderem, o lucro que provém, certo, do estado. Mesmo que a peça seja de fugir e que assistam apenas os familiares e amigos.
Intelectuais desses podem ir pregar para outra freguesia. A mim não me oferecem bilhetes, nem têm que fazê-lo, por isso não tenho nada que estar a pagar com dinheiro dos impostos, as ideias cretinas postas em cena para alimentar o ego de quem ganha dinheiro sem responsabilidade e ainda se julga merecedor disso, em nome da arte e da cultura.
Fora de cena quem não é de cena.
Viva o Rui Rio!
made in eu
Não li nem aprofundei as suas razões. Ouvi apenas que o Rui Rio quer privatizar a gestão do teatro, ou cinema, ou lá o que seja o Rivoli. A ser verdade, acho muito bem. Há muito que tenho esta ideia que o estado devia parar de subsidiar arte e espectáculos a que assistem meia dúzia de pessoas.
Esta ideia que os artistas e os encenadores e os realizadores são intelectuais, e como tal são um bem para a evolução do país, não me "entra cá". Sejam intelectuais mas ganhem o seu próprio dinheiro. Montem a peça plástica que quiserem. Vão ao banco pedir dinheiro e depois de terem o lucro justo, entre os bilhetes que vendem e as despesas, gastem-no como bem entenderem.
Mas não querem isso. Ou pelo menos parece-me que não querem. Querem gastá-lo como bem entenderem, o lucro que provém, certo, do estado. Mesmo que a peça seja de fugir e que assistam apenas os familiares e amigos.
Intelectuais desses podem ir pregar para outra freguesia. A mim não me oferecem bilhetes, nem têm que fazê-lo, por isso não tenho nada que estar a pagar com dinheiro dos impostos, as ideias cretinas postas em cena para alimentar o ego de quem ganha dinheiro sem responsabilidade e ainda se julga merecedor disso, em nome da arte e da cultura.
Fora de cena quem não é de cena.
Viva o Rui Rio!
made in eu
ORA BOLAS
Em que é que ficamos? O futebol é o desporto nacional ou é a estupidez de perder tantas horas a ver gajos a jogar à bola e a ganhar tanto dinheiro, em simultâneo a emborcar cervejas, que é o verdadeiro desporto nacional? Sim, qual das modalidades tem mais praticantes??? E qual das modalidades é mais saudável, sendo certo que o descanso e a cerveja são benéficos para a saúde, bem como só pode ser saudável uma sessão de massagens (portuguesas), quer nas mulheres em casa quer nos desportistas que vestem com outras cores, aquando de encontros desportivos?
JP+P
JP+P
sábado, 14 de outubro de 2006
O velho, o rapaz e a cãmara municipal de Almada
A câmara municipal de Almada é incapaz de modernizar o concelho. Ter uma câmara incompetente tantos anos é culpa dos almadenses. Habituaram-se a uma gestão miserável e parecem gostar. A câmara habituou-se aos seu votos e isso basta para não sentir necessidade de mudar o que quer que seja.
Almada deve ter a maior percentagem de automóveis, estacionados em cima dos passeios, de todos os concelhos europeus. As mães conduzem os carrinhos-de-bebé pela estrada. As cadeiras-de-rodas seguem o mesmo caminho. É horrível já para não falar da estética. Interditar tal estacionamento com blocos de cimento, pedra ou outro qualquer parece estar fora de questão. A câmara deve pensar que não compensaria os votos que, eventualmente, viessem a perder.
A Estrada Nacional 10 foi reduzida a uma faixa em cada sentido para que o chamado "metro de superfície" pudesse circular. Óptimo. Uma obra excelente, se não fosse pelo facto da circulação do dito metro não existir. A obra parou, já com a estrada reduzida. Não circula o metro e circulam mal os autocarros e os automóveis. Se isto não é incompetência... Aposto que tudo estará terminado em ano de eleições. Se isto não é descaramento...
O acesso às prais da Caparica é o mesmo, há pelos menos 36 anos, que é o passado que posso testemunhar.
Proponho que se faça com a câmara municipal de Almada o que NY fez com as escolas primárias. Entregue-se o orçamento a uma gestão privada. Gasta-se menos e tudo melhora.
Quem tem carros deve pagar pela sua circulação e pelo seu estacionamento. Quem não tem deve, pelo menos, poder caminhar pelos passeios como fazem os que vivem em municípios evoluídos de qualquer país europeu.
made in eu
Almada deve ter a maior percentagem de automóveis, estacionados em cima dos passeios, de todos os concelhos europeus. As mães conduzem os carrinhos-de-bebé pela estrada. As cadeiras-de-rodas seguem o mesmo caminho. É horrível já para não falar da estética. Interditar tal estacionamento com blocos de cimento, pedra ou outro qualquer parece estar fora de questão. A câmara deve pensar que não compensaria os votos que, eventualmente, viessem a perder.
A Estrada Nacional 10 foi reduzida a uma faixa em cada sentido para que o chamado "metro de superfície" pudesse circular. Óptimo. Uma obra excelente, se não fosse pelo facto da circulação do dito metro não existir. A obra parou, já com a estrada reduzida. Não circula o metro e circulam mal os autocarros e os automóveis. Se isto não é incompetência... Aposto que tudo estará terminado em ano de eleições. Se isto não é descaramento...
O acesso às prais da Caparica é o mesmo, há pelos menos 36 anos, que é o passado que posso testemunhar.
Proponho que se faça com a câmara municipal de Almada o que NY fez com as escolas primárias. Entregue-se o orçamento a uma gestão privada. Gasta-se menos e tudo melhora.
Quem tem carros deve pagar pela sua circulação e pelo seu estacionamento. Quem não tem deve, pelo menos, poder caminhar pelos passeios como fazem os que vivem em municípios evoluídos de qualquer país europeu.
made in eu
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
tristes?
A selecção russa perdeu com a portuguesa e foi eliminada.
Se fosse russo não ficaria triste. No regresso espera-os russas.
Antes perder e ter russas que ser campeão europeu com portuguesas.
Eu, se fosse russo, nunca andava triste. Mas como sou português...
Se fosse russo não ficaria triste. No regresso espera-os russas.
Antes perder e ter russas que ser campeão europeu com portuguesas.
Eu, se fosse russo, nunca andava triste. Mas como sou português...
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
Sexo, Plutão e o Referendo
Quem pode negar a influência dos astros no comportamento sexual dos humanos?
Se a Lua controla as marés do mar salgado - do Morto nada controla -, Marte deve controlar os fluidos femininos e Vénus os masculinos (se não a sua massa planetária, pelo menos as suas camisas).
Sexo é para procriar e é um assunto sério. Acontece que é bom. A tosse, para limpar. Acontece ser má.
No entanto busca-se sexo só pelo prazer. Os homens têm-no sempre. As mulheres nem por isso. Os elefantes têm-no por 5 segundos; não têm paciência para mais. Não os censuro. Não serão tão infelizes na sua sexualidade quanto os humanos. Diria que são mais espertos do que nós.
Plutão passou, por decisão dos homens, a planeta anão tal como, por decisão dos homens, tinha sido planeta.
Poderia citar a anedota do anão, contudo Plutão não tem sexualidade, pelo menos que se saiba. Existe, sem nome ou definição.
Daqui a uns anos saberemos o que mudou na nossa sexualidade, por definirem Plutão como um membro menor do sistema solar. Veremos que influência tinha, de facto, noutros membros.
É preciso não conhecer o sistema solar para se engravidar sem querer. Nem sequer todo. Basta saber de Vénus e da vida na Terra.
Só engravida quem quer, e quem pode. Pelo menos assim deveria ser. Gravidez não é doença. Façam-se abortos, sim, mas em hospitais privados. Não temos todos que pagar para que se aborte às custas do Sistema Nacional de Saúde. Não temos todos que pagar pela busca de prazer de algumas idiotas.
Os homens não engravidam. Se o fazem as mulheres é porque querem. Marte pode controlar-lhes os fluidos, não a vontade. Engravidar na tentativa vã de um orgasmo é demasiado estúpido. Os outros animais não o fazem. É coisa exclusiva da fêmea humana.
Pode ser que a despromoção de Plutão influencie de alguma maneira a corrente de neurónios femininos, para bem do sistema solar e de todo o universo.
made in eu
Se a Lua controla as marés do mar salgado - do Morto nada controla -, Marte deve controlar os fluidos femininos e Vénus os masculinos (se não a sua massa planetária, pelo menos as suas camisas).
Sexo é para procriar e é um assunto sério. Acontece que é bom. A tosse, para limpar. Acontece ser má.
No entanto busca-se sexo só pelo prazer. Os homens têm-no sempre. As mulheres nem por isso. Os elefantes têm-no por 5 segundos; não têm paciência para mais. Não os censuro. Não serão tão infelizes na sua sexualidade quanto os humanos. Diria que são mais espertos do que nós.
Plutão passou, por decisão dos homens, a planeta anão tal como, por decisão dos homens, tinha sido planeta.
Poderia citar a anedota do anão, contudo Plutão não tem sexualidade, pelo menos que se saiba. Existe, sem nome ou definição.
Daqui a uns anos saberemos o que mudou na nossa sexualidade, por definirem Plutão como um membro menor do sistema solar. Veremos que influência tinha, de facto, noutros membros.
É preciso não conhecer o sistema solar para se engravidar sem querer. Nem sequer todo. Basta saber de Vénus e da vida na Terra.
Só engravida quem quer, e quem pode. Pelo menos assim deveria ser. Gravidez não é doença. Façam-se abortos, sim, mas em hospitais privados. Não temos todos que pagar para que se aborte às custas do Sistema Nacional de Saúde. Não temos todos que pagar pela busca de prazer de algumas idiotas.
Os homens não engravidam. Se o fazem as mulheres é porque querem. Marte pode controlar-lhes os fluidos, não a vontade. Engravidar na tentativa vã de um orgasmo é demasiado estúpido. Os outros animais não o fazem. É coisa exclusiva da fêmea humana.
Pode ser que a despromoção de Plutão influencie de alguma maneira a corrente de neurónios femininos, para bem do sistema solar e de todo o universo.
made in eu
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Socorro! Estou grávida!
E não sei como!
Só bebi cerveja e identifiquei-me como Quiduxa!
E olha, foi facílimo:
http://www.thepregnancytester.com/
S
Só bebi cerveja e identifiquei-me como Quiduxa!
E olha, foi facílimo:
http://www.thepregnancytester.com/
S
coisas do arco da velha
A minha grande questão não é por que tantas mulheres não engravidam, mas sim por que tantas mulheres engravidam? Será por causa do álcool? Ou do LSD? Só pode.
made in eu
made in eu
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
ah pois não...
Estou convicto que os homens portugueses masturbam-se a pensar em jantes e aillerons, e não em mulheres.
domingo, 1 de outubro de 2006
Sol de pouca dura
Saiu um novo semanário. Muito se falou, pouco se disse.
Eu nunca li semanários. Lia, há muito tempo, a coluna do Abelaira, no "Jornal". Era a minha leitura semanal.
Há demasiada gente a opinar sobre tudo e todos.
Nunca comprei o Expresso. Nunca comprarei o Sol.
Não quero ler Portas a escrever sobre cinema. Não quero ler Pinto a escrever sobre o que quer que seja. Não quero ler Sousa, e ouvir Sousa, e ver Sousa. Outros ter-se-ão esquecido, eu não, que Marcelo Rebelo de Sousa concorreu à CMLisboa contra Jorge Sampaio. E ele, MRSousa foi taxista, e andou a recolher lixo, e nadou nas águas "podres" do Tejo. O Tal & Qual escreveu na altura, e bem, que só faltou atirar-se da ponte Salazar, então já, e lamentavelmente, baptizada 25 de Abril. O Super-Marcelo não nos larga, duma forma ou outra.
Mas não é (só) por ele que não gasto um cêntimo no Sol.
O NYTimes está disponível, gratuitamente, na net. Gosto mais de política internacional que da nossa. Gosto mais de ver os accionistas da roubalheira estrangeira. Têm mais "pinta" que os nossos. No entanto o acesso ao NYTimes é gratuito. O Expresso, não sei. Do Sol, nem quero saber.
Agora, manhã de 1 de Outubro, vejo o astro rei sair de entre nuvens. Este é para todos, quando nasce. O outro é para quem o quiser pagar. Eu não quero
Made in eu
Eu nunca li semanários. Lia, há muito tempo, a coluna do Abelaira, no "Jornal". Era a minha leitura semanal.
Há demasiada gente a opinar sobre tudo e todos.
Nunca comprei o Expresso. Nunca comprarei o Sol.
Não quero ler Portas a escrever sobre cinema. Não quero ler Pinto a escrever sobre o que quer que seja. Não quero ler Sousa, e ouvir Sousa, e ver Sousa. Outros ter-se-ão esquecido, eu não, que Marcelo Rebelo de Sousa concorreu à CMLisboa contra Jorge Sampaio. E ele, MRSousa foi taxista, e andou a recolher lixo, e nadou nas águas "podres" do Tejo. O Tal & Qual escreveu na altura, e bem, que só faltou atirar-se da ponte Salazar, então já, e lamentavelmente, baptizada 25 de Abril. O Super-Marcelo não nos larga, duma forma ou outra.
Mas não é (só) por ele que não gasto um cêntimo no Sol.
O NYTimes está disponível, gratuitamente, na net. Gosto mais de política internacional que da nossa. Gosto mais de ver os accionistas da roubalheira estrangeira. Têm mais "pinta" que os nossos. No entanto o acesso ao NYTimes é gratuito. O Expresso, não sei. Do Sol, nem quero saber.
Agora, manhã de 1 de Outubro, vejo o astro rei sair de entre nuvens. Este é para todos, quando nasce. O outro é para quem o quiser pagar. Eu não quero
Made in eu
sábado, 23 de setembro de 2006
piadinhas e torradinhas
Um dos títulos de primeira página no Público de 22 de Setembro:
COMBATE À CORRUPÇÃO DIVIDE DEPUTADOS DO PS
Deduz-se, portanto, que uns estão de um lado e outros doutro. Ainda há esperança!
COMBATE À CORRUPÇÃO DIVIDE DEPUTADOS DO PS
Deduz-se, portanto, que uns estão de um lado e outros doutro. Ainda há esperança!
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Acabou o Verão
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
CRIANÇAS
Dizem que o melhor do Mundo são as crianças...
Não consigo imaginar algo que seja pior!!!
JP+P
Não consigo imaginar algo que seja pior!!!
JP+P
DESPORTO OU COMPETIÇÃO ?
Todos os dias temos que ouvir na TV ou rádio, ou ver aqui na NET, referências ao desporto, tipo "as notícias do desporto". Mas depois só dão notícias sobre competições desportivas, nomeadamente as competições onde os atletas ganham pipas de massa. Mais dia menos dia, quando eu disser que faço qualquer coisa por desporto, ou na desportiva, toda a gente vai olhar para mim e pensar que o que faço é muito bem pago. Assim evolui a nossa língua, só porque os jornalistas não a sabem usar com propriedade: uma coisa é o desporto, outra coisa são as modalidades competitivas profissionais, e toda a cáfila de loureiros e más companhias que as envolve!
Eu sou contra o dopping, melhor dizendo, contra as substâncias químicas ilegais usadas para fortalecer os atletas e o seu desempenho! Tenho dito!!!
JP+P
Eu sou contra o dopping, melhor dizendo, contra as substâncias químicas ilegais usadas para fortalecer os atletas e o seu desempenho! Tenho dito!!!
JP+P
Nada de novo !
Tudo velho!
Velho, velho, mesmo velho!
É só trapos, cacos e contradições.
Os gregos já escreveram tudo!
S
Velho, velho, mesmo velho!
É só trapos, cacos e contradições.
Os gregos já escreveram tudo!
S
quinta-feira, 14 de setembro de 2006
não há machado que corte a raiz ao pinsamento
Há quem diga que os americanos arranjaram o 11 de Setembro. Claro. E achar que um 757 não caiu no pentágono é mais estúpido que quem fez cair um 757 sobre o pentágono.
Os "terroristas" que fizeram os 767 chocar contra o WTC fizeram-no pelos Estados Unidos da América - Oh say can you see... - Tudo foi combinado só para que se invadissem o Afeganistão e o Iraque. Tudo pela ópio e pelo petróleo.
Eu sou do tempo (gosto disto de se dizer: no meu tempo) das Doce e do Reinaldo. Sim que foi verdade. Eu conheci alguém que sabia de um amigo de alguém amigo cujo amigo tinha um amigo médico no Sta Maria e que viu, com os dois que a terra há-de comer, se não comeu já, um ânus dilacerado de uma cantora, vítima de um jogador de futebol.
Como se alguma vez, alguma se queixasse de tal coisa. Isso é coisa de imaginação masculina. Coisa de se achar másculo e de dar na mulher até ela não poder mais. Homens burros e estúpidos. Elas podem sempre mais, eles é que não. Elas nunca se queixam, eles pensam que sim. Deixá-los pensar. Lembremos a canção: Não há machado que corte a raiz ao pensamento.
made in eu
Os "terroristas" que fizeram os 767 chocar contra o WTC fizeram-no pelos Estados Unidos da América - Oh say can you see... - Tudo foi combinado só para que se invadissem o Afeganistão e o Iraque. Tudo pela ópio e pelo petróleo.
Eu sou do tempo (gosto disto de se dizer: no meu tempo) das Doce e do Reinaldo. Sim que foi verdade. Eu conheci alguém que sabia de um amigo de alguém amigo cujo amigo tinha um amigo médico no Sta Maria e que viu, com os dois que a terra há-de comer, se não comeu já, um ânus dilacerado de uma cantora, vítima de um jogador de futebol.
Como se alguma vez, alguma se queixasse de tal coisa. Isso é coisa de imaginação masculina. Coisa de se achar másculo e de dar na mulher até ela não poder mais. Homens burros e estúpidos. Elas podem sempre mais, eles é que não. Elas nunca se queixam, eles pensam que sim. Deixá-los pensar. Lembremos a canção: Não há machado que corte a raiz ao pensamento.
made in eu
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