segunda-feira, 18 de setembro de 2006

DESPORTO OU COMPETIÇÃO ?

Todos os dias temos que ouvir na TV ou rádio, ou ver aqui na NET, referências ao desporto, tipo "as notícias do desporto". Mas depois só dão notícias sobre competições desportivas, nomeadamente as competições onde os atletas ganham pipas de massa. Mais dia menos dia, quando eu disser que faço qualquer coisa por desporto, ou na desportiva, toda a gente vai olhar para mim e pensar que o que faço é muito bem pago. Assim evolui a nossa língua, só porque os jornalistas não a sabem usar com propriedade: uma coisa é o desporto, outra coisa são as modalidades competitivas profissionais, e toda a cáfila de loureiros e más companhias que as envolve!
Eu sou contra o dopping, melhor dizendo, contra as substâncias químicas ilegais usadas para fortalecer os atletas e o seu desempenho! Tenho dito!!!

JP+P

Nada de novo !

Tudo velho!
Velho, velho, mesmo velho!
É só trapos, cacos e contradições.
Os gregos já escreveram tudo!

S

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

não há machado que corte a raiz ao pinsamento

Há quem diga que os americanos arranjaram o 11 de Setembro. Claro. E achar que um 757 não caiu no pentágono é mais estúpido que quem fez cair um 757 sobre o pentágono.
Os "terroristas" que fizeram os 767 chocar contra o WTC fizeram-no pelos Estados Unidos da América - Oh say can you see... - Tudo foi combinado só para que se invadissem o Afeganistão e o Iraque. Tudo pela ópio e pelo petróleo.

Eu sou do tempo (gosto disto de se dizer: no meu tempo) das Doce e do Reinaldo. Sim que foi verdade. Eu conheci alguém que sabia de um amigo de alguém amigo cujo amigo tinha um amigo médico no Sta Maria e que viu, com os dois que a terra há-de comer, se não comeu já, um ânus dilacerado de uma cantora, vítima de um jogador de futebol.
Como se alguma vez, alguma se queixasse de tal coisa. Isso é coisa de imaginação masculina. Coisa de se achar másculo e de dar na mulher até ela não poder mais. Homens burros e estúpidos. Elas podem sempre mais, eles é que não. Elas nunca se queixam, eles pensam que sim. Deixá-los pensar. Lembremos a canção: Não há machado que corte a raiz ao pensamento.

made in eu

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Loureiro? Qual Loureiro?

Ah! O Loureiro!
Já sei, já sei!

Foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do Exército para lucro próprio.

Foi desgraduado de capitão para soldado e expulso, com desonra, do Exército.

Foi, depois do golpe 25 de Abril, readmitido e promovido a major pelo famigerado Conselho da Revolução.

É cônsul honorário da Guiné-Bissau e usa esse título para falsificar certidões de nascimento de jogadores de futebol que compra e vende como escravos.

Roubou 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em USD sacado sobre um banco que não existia.

E isto dos programas para os reformados na "sua" câmara pagos por todos nós?
Inacreditável é o apoio explícito (embora embaraçado) de Sócrates.
Inacreditável é o processo Apito Dourado demorar tanto tempo.
Inacreditável é receber uma pensão do Exército, como major na reserva.
Inacreditável é não estar na prisão.
Inacreditável, mas é a realidade.

S

terça-feira, 12 de setembro de 2006

UM HOMEM DE TRABALHO

Ele sim, era um homem trabalhador, um patrão responsável.

Todos os dias era vê-lo no escritório, debruçado sobre a secretária.

Se bem que às vezes, um homem não é de ferro, o patrão estava visivelmente cansado.

Nesses dias era vê-lo, afincadamente, a sua secretária debruçada sobre ele.

domingo, 10 de setembro de 2006

mas salvem o vinho

Nunca fui a Monsaraz. Falando verdade, nem sei exactamente onde fica. Tentarei não saber, nem ir nunca.
Monsaraz defende que tem uma tradição: matar um touro na praça de armas do castelo.
Em Portugal muitas tradições estão ligadas a mortes de animais. Os defensores dessas tradições sentem-se ofendidos, na sua dignidade, pela lei proibir a sua barbárie.
Mas a lei em Portugal também é bárbara. O estado português só olha a dinheiro. Os assassinos de animais escapam com uma multa, como um condutor em excesso de velocidade, ou um contribuinte que se atrasa na entrega da declaração de rendimentos.
Não conheço as leis dos outros países europeus mas não me custa imaginar o que aconteceria se alguém em Londres, ou Paris, ou Estocolmo, ou em qualquer outro lugar, decidisse esfaquear um cão, ou gato, ou touro, ou outro qualquer animal, em nome de uma tradição.
Portugal é um país horrível, quer para pessoas, quer para animais. Os portugueses são demasiado estúpidos e incapazes de evoluirem e se modernizarem.
Não mascaremos a (não) evolução nacional com estatísticas económicas, com investimentos em TGV, auto-estradas ou geradores eólicos.
Não sei quantos anos terá uma tradição para ser considerada como tal. Gostaria de ver começar uma: arrasar a praça de armas do castelo, com bombas inteligentes, apesar de paradoxal. Acredito que aos olhos da lei não fosse crime assim tão grave. Pergunto-me qual seria o valor da multa a pagar.

made in eu

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

não é só o amor...

O PS e o PSD querem fazer uma pacto para a justiça.

Um, à vez, têm vindo a tornar a justiça num descalabro, desde há muito tempo. A justiça e todo o país. E tem sido à vez. Imaginem agora juntos...

Eu acrescento algo mais ao livro do MEC e digo: não é só o amor que é fodido.

made in eu

Omnipresente

Dificuldades na linha do metro do Porto. Valentim Loureiro aparece na TV explicando oqual é o problema.

Mais problemas em Gondomar. Valentim Loureiro, aperece na TV, como presidente da câmara, relatando tudo, tim-tim por tim-tim.

Liga de futebol. O Mateus era amador e passou a profissional no mesmo ano. Não podia. Quem deveria saber que não podia, não sabia. Confusão. Na TV aparece Valentim Loureiro, jurando a pés juntos que não é jurista, mas que ouve os juristas falar e também dá a sua opinião.

Congresso do PSD. Moção para aqui, moção para ali, e entre congressistas e câmaras de TV, aparece Valentim Loureiro a dizer de sua justiça.

Apito Dourado. Preferências por uns árbitros. Preferências por uns fiscais de linha. Na TV passa a foto de Valentim Loureiro como tendo dito (via telefónica, a um fiscal-de-linha, árbitro assistente, como agora se lhe chama. Eu fico pelo velhinho "liner"): Puxo-lhe as orelhas.

Tenho a ideia que Valentim Loureiro é como uma criança hiperactiva. Como o "Super-Homem" que está em todo o lado quase ao mesmo tempo.

É uma figura nacional, sem qualquer dúvida. Mais conhecido que Mouzinho de Albuquerque, que o Santo Condestável e mesmo que o próprio filho, há uns anos vocalista de uma banda cá do burgo.

O que me causa mor espanto é que em tantos anos ser ainda, e só, tratado por major. General ficava-lhe melhor, pelo menos se os cargos fossem atribuídos por tempo de antena.

Pobre país o nosso.

made in eu

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

100 anos de satisfação

António Guterres teve no seu governo alguém que emprestava o carro do estado, a que tinha direito, a um seu amigo cadastrado. Guterres soube-o. Aceitou a explicação da senhora. Hoje tem um alto cargo na ONU.

Durão Barroso disse que o país estava de tanga. Ganhou as eleições mas, a julgar pelo resultado, o ordenado não devia ser o ideal. Abandonou o governo para um cargo mais bem pago. Com ele levou a tanga.

Jorge Coelho disse que "quem se mete com o PS, leva!" Lembrou-me um filme de gangsters que vi e que um deles dizia:
- John, don't try to fuck me. If you try to fuck me, I'll try to fuck you. Don´t try to fuck me.

Marques Mendes diz o que o governo deveria e não deveria fazer. Marques Mendes foi governo há pouco tempo. Alguém que o faça recordar isso. A sua memória parece ser fraca.

José Sócrates referiu que não aumentaria os impostos no caso de ser primeiro-ministro. Aumentou o IVA após ser eleito. As agulhas num detector de mentiras deveriam parecer bailarinas. Acredito que as de um detector de verdades não se mexessem.

Alvy Singer, personagem do filme Annie Hall, diz que a ética dos políticos está ao nível da dos pedófilos. Eu concordo.
A solução é pensar muito à frente, no tempo. É adiantarmos a imaginação um séculos e termos a certeza que nem nós, nem ninguém, terá de conviver com estes políticos, então.

Agora é fugir deles e não lhes dar a hipótese de rebater a nossa imaginação. Prová-la-iam errada e prometer-nos-iam que um voto no seu partido, nas eleições seguintes, era a melhor garantia para dar a cada português 100 anos de vida.

made in eu

as horas

O jornal 24 horas diz que o Moniz da TVI tem um relógio de 5000 contos.
Acho vulgar. Nada de mais. Nada de caso único. Muita gente usa relógios que valem mais que elas próprias.
Creio que o relógio do Moniz deverá ainda "dar horas" daqui a 50 anos. Ele é que, aposto, não estará cá para ver.

made in eu

terça-feira, 5 de setembro de 2006

e eu que me esqueci do que ia dizer

tinha uma coisa para dizer mas varreu-se-me. Achei que era importante dizê-lo aqui no blogue. Eu sei que este blogue mete nojo mas se assim não fosse não escreveria nele. As coisas sérias metem nojo. WA dizia que o sexo só é nojento quando bem feito. Ninguém o faz bem. Ninguém. Apenas se pensa que sim. Mete nojo o que se pensa. E o que se não pensa também. Vamos dizer mal dos blogues que não metam nojo. Vamos meter nojo nós e encher o vómito do mundo de coisas nojentas. Bloguemos orgasticamente até ejacular algo nojento. Só assim conseguiremos salvar o mundo dos outros, e de nós.

made in eu

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

não nos falte imaginação

Começa hoje a 4ª série dos Prós e dos Contras na RTP.
Não só se repetem programas como os convidados são sempre doutores, e os mesmos.
Hão-de repetir o Big Brother com a estrela homossexual e outras estrelas do jet7.
Voltam as entrevistas em que os entrevistados falam pouco e os entrevistadores muito, como não se faz nas boas televisões do mundo.
Mesas redondas sobre futebol. Mesas quadradas sobre futebol. Secretárias individuais e triangulares sobre futebol.
Programas sobre a fidelidade, ou não, de casais que não existem, de imagens combinadas, acompanhadas por um público que existe mas não devia existir.

Por que se repetirão tantos programas? Não haverá imaginação para coisas novas ou é dinheiro que falta? Não sei nem ideia faço.

É justo (pelo menos eu acho) não colocar neste esgoto a RTP2. Lá estão os melhores. Lá estão as melhores. Lá são melhores.
Acredito que deverá ser, de muito longe, o canal menos visto.
Uma curiosa definição que li dizia que meio mundo era dos artistas, e outro meio dos artolas. Certamente não se referiam ao mundo "português". Aqui, os artolas acreditam que reinam mas quem reina de verdade são outros "artistas" porque os artistas, esses, os verdadeiros, estão na RTP2.

made in eu

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

CHORAR OU RIR???

PIADINHA OU TORRADINHA ?

Eis a questão!

No último filme do Almodovar, a estrear dia 7, a tradutora, uma Fátima Chinita ou algo assim, quando no filme dizem que estão a comer rosquilhas, um doce muito tradicional, traduz que estão a comer Donuts, lá mais para a frente diz que vão comer "uns doces", e os muito clássicos mantecados são traduzidos por bolinhos de manteiga. Um atentado cultural! Ainda pensei escrever para a distribuidora do filme, mas não imagino que mandem recolher as películas e se dêem ao trabalho de fazer uma tradução com qualidade. Havia mais erros de tradução, cada qual mais estúpido e inexplicável. No final da ante-estreia estava lá uma senhora a perguntar o que achámos do filme e eu disse mal da tradução, pois claro, não se compreende num filme tão bom. Venha depressa o DVD para vermos em casa sem legendas, ou bora lá a España ver o filme. Se calhar até é mais barato do que cá!
Imaginem irem a España ver um filme português e traduzirem pastel de bacalhau por "frito com peixe seco e salgado" ou "douradinho da Iglo".

JP+P

metropolitano da vergonha

Não me lembro de passar uma única semana sem que haja problemas técnicos numa das linhas do metropolitano de Lisboa. Os problemas técnicos do metro, e para os quais, os passageiros se estão borrifando, significam que quem vai para perto, sai para a rua e vai a pé. Quem vai para longe, sai para a rua e tenta apanhar um autocarro. Se o passe, pago antecipadamente ao metropolitano não der para o autocarro, a tarifa a desembolsar será € 1.20

Problemas técnicos surgem em tudo o que é máquina. Nem a melhor manutenção pode prever certas falhas, que nunca se sabem de onde vêm.
O problema do metropolitano de Lisboa deve ser outro. São demasiadas falhas. Porquê? Ou o material é do pior que existe, ou os técnicos são do que mais mau há no mundo, ou os administradores não sabem, nem querem, administrar aquilo para que são pagos. O material nunca é burro. Os técnicos e os administradores sim.
Duvido muito que os senhores administradores e os técnicos andem, sequer, um minuto de metro por mês. A julgar pelos administradores de outras empresas, devem andar em potentes e luxuosos carros, dados pela empresa e pagos pelos utentes do metropolitano, que nem metro têm para se deslocar por causa de constantes problemas técnicos.
Se preciso for, os administradores ainda metem os custos dos automóvei como despesas da empresa e aí a temos a dar prejuízo e a necessitar de novos aumentos nas tarifas. Administradores destes, em qualquer país civilizado e moderno, teriam de se dedicar à pesca. Mas em Portugal, ainda são capazes de receber algum louvor. Aqui é assim: a "merda" sobe sempre ao topos.

Ou a natureza trata disto e repete em Lisboa 1755, ou continuaremos a ver passar os administradores em carrões, pagos com nossos bilhetes de andar a pé.

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

É pena não sermos vizinhos de Israel. A verdadeira oportunidade perdida deste país é não raptarmos uns quantos soldados judeus para que nos pudessem destruir de vez e começarmos tudo de novo. Se assim fosse, faríamos tudo diferente? Acredito que não.
Parece que o grande feito da nossa história foi os descobrimentos.
Quem quer acreditar nisso? Quem é que queria ir a navegar em barcos nojentos, sem para onde ia e se chegaria alguma vez? Ninguém. Só os deputados da altura, os chulos de sempre, os dos subsídios do estado que arranjavam viagens para não terem de fazer mais nada. Obrigariam que fossem chamados de Drs e Engs, as celebridades de então?
Depois da primeira viagem, creio que não houve mais dificuldade em arranjar marinheiros para as campanhas. Seriam os bombeiros de hoje. Os de agora porque gostam de não ter de trabalhar enquanto apagam fogos, os de então porque ouviam os camaradas regressados contarem facilidades sobre pretas com buracos negros nunca vistos, nem antes "navegados". E assim, por causa da vagina africana, ficámos com a fama de corajosos e brilhantes homens do mar.
Como a hipótese de Israel parece pouco provável, só mesmo uma resolução da ONU para eliminar este país para todo o sempre. Sem isso resta-nos viver sem esperança no meio dos descobridores do sec XXI.

made in eu

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Queira Deus...

Os campeonatos de atletismo fizeram-me ver que as atletas têm dois visuais distintos: quando estão nas provas e quando recebem medalhas no pódio.
Nas provas estão de rabo-de-cavalo, ou de tótós ou com qualquer outro tipo de "arranjo" para as ajudar a superar as dificuldades da competição.
Mas quando as atletas sobem ao pódio, todas se transformam. Invariavelmente de fato fato de treino, cabelo solto, maquilhadas, todas parecem bonecas. Todas, menos as portuguesas.
É com as atletas no pódio que invejo os homens dos outros países. Suecos, alemães, ingleses, russos, etc.
Vejo a beleza das medalhadas, as feições perfeitas e não posso deixar de pensar nas nossas campeãs. Não que não tenham o mesmo mérito desportivo que as outras têm, mas para a beleza do atletismo feminino, queira Deus, que no futuro, mais nenhuma portuguesa ganhe qualquer medalha.

made in eu

terça-feira, 22 de agosto de 2006

TI MARIA DA PEIDA

Ponto prévio: graças à colaboração dos vários bandalhos que aqui escrevem, estamos já quase nas 100 piadinhas e torradinhas. Acho que vamos comemorar o nº 100, ainda não pensei foi no como, mas uma "bebadêra de caixão à cova" virtual e simultânea era capaz de ser uma boa ideia (pelo menos era barata!!!)

Na sequência do texto anterior, para não abandalhar isto, vou ripostar com outro texto de reflexão. Na sexta-feira passada fui a Proença-a-Velha participar na festa popular de Verão. O ponto alto daquele dia era a presença da Ti Maria da Peida, algo que eu desconhecia, mas que segundo fontes da população local já apareceu no programa do Herman.
Depois de um baile abrilhantado pelo conjunto "4ª Audição", que até nem esteve mal, e de mais um insuportável leilão de fruta e tortas, a reverter para a Comissão de Festas, ouve-se uma voz que anuncia que vai ter início um espectáculo com a Ti Maria da Peida, e que esta personagem é uma senhora de quase 80 anos, razão pela qual o apresentador pede a compreensão e o repeito do povo ali presente, que se junta e se cala, e procura a melhor posição para observar o que se vai passar no palco. Estava uma boa enchente, mas ainda cabiam lá muitas mais pessoas, pois o recinto era bastante largo. O apresentador sai e quando todos olhavam para o palco, começa a ouvir-se uma voz, de uma senhora a pedir licença para passar e de lá de trás do povo todo, a caminhar em direcção ao palco, surge uma figura alta, toda vestida de preto, com uma carga de ramos de eucalipto à cabeça. Sempre a caminhar e a falar, tipo de coisas a falar do cansaço e da carga pesada, lá sobe ao palco e pede a participação de um popular para ajudar a tirar os ramos da cabeça. Lá vai a primeira ajuda para o espectáculo! Que até aí não tinha tido nada de espectáculo (nem viria a ter...). Depois começa a contar a história da vida dela, filha do Zé Peido, etc, coisas assim do género, aquela malta toda a rir. Ah, faltava dizer que a Ti Maria da Peida é um travesti, relativamente bem caracterizado, daí a sua altura fora do comum numa mulher de 80 anos vinda de uma aldeia do interior. Lá pergunta ao ajudante voluntário como se chama e corre com ele do palco. Depois apresenta as suas filhas, primeiro a Peidolas, que vem a correr de trás do palco em trajes menores, sendo uma mulher gorda, muito gorda, o que faz aquele povo rir convulsivamente. Nesta altura já alguns de nós estávamos irrequietos e irritados, mas enfim, íamos esperar para ver. Depois a Peidocas, outra mulher ainda mais gorda, com a mesma vestimenta, ou falta dela, a bem dizer! Depois das gargalhadas pelas figuras patéticas, o povinho foi brindado com mais uma cena de participação voluntária, em que as três mulheres da familia descem do palco e a Ti Maria da Peida vai dizendo ao microfone que gostaria muito de desencalhar as suas filhas naquela bonita terra de Proença-a-Nova, ai desculpem, Proença-a-Velha, porque é que fazem tantas Proenças? etc, etc, enquanto começa uma música em playback e a Ti Maria da Peida agarra em dois espectadores e os obriga a dançar um pouco com as filhas. Como depois não querem casar com as filhas as mesmas sobem ao palco e desaparecem lá para trás. Surge depois o marido da Ti Maria, que era o apresentador mas vestido de polícia, com um bigode. Lá vêm aquelas conversas da treta, sem piada nenhuma, mas a desfazer na virilidade e autoridade do polícia, pois claro, para a malta se rir. Lá começam depois a cantar uma música em playback. Depois é pedida a participação do público, sobem mais dois espectadores ao palco, devidamente alcoolizados, desta vez foi para a música seguinte, em que a Ti Maria da Peida vai precisar de um baloiço, que está preso na estrutura do palco que segura os holofotes, mesmo à frente do palco. Soltam o playback, mas o gajo que devia soltar o baloiço não estava lá, e a própria Ti Maria vai lá tentar soltar o baloiço, que estava preso lateralmente na mesma estrutura, dizendo algo como: bom aqui vou eu soltar isto, não devia ser eu a fazê-lo, tenta subir mas com o microfone na mão e com aquela roupa não consegue, desiste e lá vem o ajudante a correr fazer o que devia ter feito antes. Que falta de nível em tudo, até ao momento nem uma piada, nada de jeito. Lá se senta no baloiço, empurrada pelos voluntários, depois obriga os voluntários a baloiçar um pouco, chega ao fim a música. Depois entra em palco uma anã, aqui tive que me pôr em bicos de pés para conseguir ver o palco entre as cabeças das pessoas, que se riam e eu ouvia uma voz diferente, não percebia de que se riam as pessoas. Mais um texto sem piada nenhuma, a anã sai do palco, a Ti Maria da Peida desce do palco à procura de novas vítimas. A malta já foge, mas ela lá consegue apanhar alguns e manda-os para o palco. Lá em cima diz-lhes para tirarem as calças, ficando em cuecas, há um que se recusa, manda-o sair do palco, assim já não faz falta. Mais umas piadas acerca de cuecas de homem, sem piada, pois claro, e mais um playback musical. Depois lá se vestem as vítimas, sempre muito divertidas pelos 5 minutos de glória em cuecas, e voltam as gordas para mais umas graçolas sem jeito, voltam a sair e vem a Ti Maria da Peida para mais uma descida do palco, entre os espectadores, desta vez para andar a correr atrás das pessoas que fugiam, para as agarrar, colocar o microfone no traseiro e ouvir-se um estrondoso peido, que ia variando, para a Ti Maria ir comentando. Uma das vítimas, como que percebendo que aquela gente tinha sido paga para fazer um espectáculo e afinal aquilo não era nada, ainda disse: não me paga pela minha colaboração? Pois bem, não posso contar mais detalhes porque nem estava a prestar atenção e muito menos a memorizar tal tristeza. Começou outro playback e viemos embora. Que final de noite mais mal aproveitada. Lá ficou o recinto com as pessoas todas, a rirem, nenhuma se vinha embora. Aquilo é o que se pode chamar de ganhar dinheiro fácil sem ter trabalho nenhum, à custa da parolice das pessoas e ainda gozando com elas, mas com uma falta de tudo o que se esperaria num verdadeiro espectáculo que era espantosa. O mal é contratarem estes oportunistas sem graça ou é a malta rir-se e ainda aplaudir no fim?

JP+P

sábado, 19 de agosto de 2006

A virtude acabou?
(com desculpas pela ingenuidade da pergunta)

Muitos terão já reparado como, de há alguns anos para cá, a palavra “virtualidade”, normalmente no plural, se instalou no discurso político, e daí vem passando para o discurso em geral. Expressões como “este projecto contém virtualidades que…”, ou “as virtualidades contidas neste trabalho…” e até, por vezes, em referência a pessoas, como “as virtualidades da sua conduta são um exemplo para todos nós”, e por aí adiante. Como todos saberão, tratam-se de referências à VIRTUDE, palavra aplicável a comportamentos virtuosos, excelência moral, aspectos positivos de qualquer coisa, etc. Como todos também (ainda) se lembrarão, virtualidade vem de virtual, que significa algo que, sendo possível, plausível, não existe realmente. Ora, isto é a prova de que a virtude acabou, desapareceu (sim, já se sabia, mas faltava(?) a prova...). Desapareceu primeiro do comportamento, e depois do discurso, que acompanha sempre a realidade com algum atraso (tal como a legislação e a religião, ainda mais atrasadas que o discurso). Assim, actualmente, quando os políticos e outras pessoas assimiladas se querem referir à virtude, como esta já não existe – ou assim se quer fazer crer - falam de virtualidade, de algo que não existe realmente. Como também se sabe, poucas formas de fazer desaparecer algo (ideias, acontecimentos, pessoas, alguma virtude que ainda ande por aí, extraviada….) são tão eficazes como deixar de falar nelas, eliminá-las do discurso, primeiro, e da linguagem, finalmente. E o discurso é sempre um espelho de quem o produz, das pessoas e da sociedade.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

HÁ QUE APROVEITAR AS PROMOÇÕES

Aquela gaja era insaciável.

Não perdia uma boa promoção. Aproveitava todas as lojas de móveis que levavam a casa e faziam as montagens, grátis!!, entrava e comprava uma cadeira baratinha.

Depois combinava um dia, e lá iam os homens levar a cadeira e montá-la.

sexta-feira, 11 de agosto de 2006

Pilhas de trabalho

Pilhas de trabalho a acumularem-se e os bandalhos todos de férias!

S

quinta-feira, 10 de agosto de 2006

O quê?
Que é isso da lei da pa-ri-da-de?
Pu-ta que as pa-riu!

S

Mais de-puta-das?
Mas...pu-ta que as pa-riu, mesmo!

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

ADAPTAÇÃO AO ESTADO LAICO

Se em França já proibiram o uso de sinais religiosos nas escolas, acho que Portugal deveria dar um exemplo do que é um estado laico. Se existe uma lista de nomes autorizados para atribuir às crianças que vão nascendo por aí, deveriam ser transformados os nomes religiosos, para nomes mais adaptados aos dias de hoje.

Maria da Conceição, passaria a ser Maria da Concessão
Maria da Imaculada Conceição, passaria a Maria da Taxada Concessão
Maria da Anunciação, passaria a ser Maria da Publicitação
Maria da Ascensão passaria a ser Maria da Aviação
Maria da Fé, passaria a Maria da Festa
Maria do Rosário passaria a Maria do Solário

JP+P

quinta-feira, 27 de julho de 2006

FÉRIAS, GRANDES FÉRIAS NO ESTRANGEIRO

Avisam-se todos os leitores deste modesto blogue, que a partir do dia 1 de Agosto, este espaço de liberdade criativa vai de férias. Com efeito este blogue foi premiado com uma viagem ao estrangeiro, com tudo pago por 30 dias. Não podemos revelar o local por razões de segurança, mas asseguramos que não é na Europa nem no Brasil. Por esta justificada ausência, e merecido descanso, a partir do dia 1 vai ser impossível ler este blogue, bem como todos os postadores terão que passar a escrever os seus textos e guardá-los no computador, aguardando que o blogue regresse. Se por acaso os leitores vierem a este endereço e a página se abrir toda, e virem aqui textos postados, podem ter a certeza que é uma falsificação (os falsificadores conseguem ocupar o espaço deixado vazio). Neste caso, a única coisa que autentica este blogue, e que os falsificadores não conseguem reproduzir, é este ligeiro cheiro a caramelo que o écran liberta cada vez que se visita este blogue. Por isso, antes de lerem qualquer coisa nesta bandalheira total, encostem o nariz ao écran, para se certificarem que é o original.

JP+P

a merda

No telejornal de ontem na RTP, falava um enviado especial de Beirute.
Como é costume hoje em dia, podemos ler também outras notícias que passam na parte inferior do ecran. Não era o caso. A notícia escrita estava parada e relacionada com a conversa do enviado especial (se um dia alguém das TVs portuguesas for no Space Shuttle, será um enviado espacial especial).
x israelitas feridos (ou mortos, já não me lembro) em embuscada.
Esteve bem mais de um minuto para que todos pudessem lê-la.

Toda a gente discute educação. Agora haverá exames, não para os alunos, mas para se saber qual o nível do ensino a matemática (srs professores e políticos, não se esqueçam da aritmética básica que tanta falta faz ao miúdos e futuros adultos) e a português.

Com a 4ª classe, conseguia-se, há muitos anos, um trabalho razoável, num escritório, fábrica, repartição pública, etc etc etc.
Hoje a sociedade mudou. Não sei se evoluiu. Já ninguém consegue ir trabalhar, com a 4ª classe, agora 4º ano (caramba, 4º ano!) para um canal de televisão. Há que ser licenciado, ou licenciada, dr ou dra, não importa do que seja.
Eu acredito que seja em sexo oral para elas, e sexo oral para eles, ou para conhecidos que o façam por cunhas, ou por qualquer outro atributo, ou meio horizontal, como sói dizer-se, em que nem estou para pensar.

E depois é vê-los, os mais conhecidos, nas revistas cor-de-rosa, a gozarem as justas férias, nos melhores locais, ou mais in, como grandes celebridades e alguém de valor, a quem muitos muito devem.

O problema podia ser reduzido a uma legenda de TV mas, infelizmente, é o espelho da modernidade deste pobre país.

Quando vejo os que nos governam a acreditar no futuro de Portugal, tenho a certeza que estão só e só a pensar na reforma que vão ter. Para eles, esse é o futuro.

Que Deos tenha pena de nóz!


made in eu

quarta-feira, 26 de julho de 2006

ora com franqueza

há um gajo em Leiria chamado José Ramalho !!!!!!!!!!!!!! Eu já tinha ouvido muita coisa na minha vida, mas uma destas...

estudos superiores

alguém disse que iria parar de escrever neste blogue. Acho bem que o faça. Depois dos estudos efectuados (mais um) sobre o comportamento sexual dos europeus, também eu vou parar de escrever.
As portuguesas gostam menos de sexo no verão que as espanholas e os portugueses, que dão 3.8 quecas por semana (hahahaha) e em cada uma fazem-no, pelo menos, em 4 distintas posições, têm a maior preocupação no prazer da parceira (não da parteira, note-se).
Ora a pergunta, ou melhor, a sugestão que eu deixo é a seguinte, em cima da mesa e nada escondido nem por trás: E se fossem os estudos, e os perguntadores, e os respondedores, todos para o grande pénis, pai de todos, ou se se fossem sodomizar, não ganharíamos todos com isso? Nem todos. Estudos apontam, que só 27.3% de nós ganhariam. 4% também se quereriam sodomizar, e 12.7% queriam sodomizar o parceiro mas sem se preocupar com o seu prazer.
Eu propunha um estudo para saber qual o grau de felicidade da população, se se queimassem os homosexuais, aos domingos à tarde, em plena praça do Rossio.

terça-feira, 25 de julho de 2006

Recado ao postador:
Post, uma bosta! Aqui, abosta-se à frente de todos! Jogo limpo!
Cu-me(n)ta-se atrás, à vontade, mas as bostas limpas em cima da mesa!
Estão loucos, ou esqueceram a decência, perdão, demência!
S

segunda-feira, 24 de julho de 2006

quem é quem é

Li que pirataram, ou piratearam, ou fecundaram, um blogue famoso.
Eu não sei como é que isso se faz mas acho bem feito.
Gosto de piratas, sempre gostei.
Tudo o que tem a ver com fazer mal, desgraçar, apedrejar, destruir, esmagar, degradar, etc etc etc políticos, eu concordo.
Não há gente mais nojenta, porca, degradante e ordinária que políticos.
Pena que juntamente com os blogues, não infectem com vírus os ditos cujos. Vírus que transformariam os políticos em diarreia. Vírus que teriam o condão de no-los fazer ver na realidade.

made in eu

sábado, 22 de julho de 2006

Já está!


S

sexta-feira, 21 de julho de 2006

VIRUS, OU BACTÉRIA OU INSECTO RASTEJANTE

Apareceram aqui uns comentários em inglês, em cada texto, que no final têm um link para clicar. Vou ver como é possível eliminá-los, porque vê-se mesmo que é para estragar o computador de quem lá clica. Não sei qual é o efeito, nem quero experimentar!!! Para insecto rastejante basta-me a barata tonta dos exames de química, que não admite que errou!

JP

quinta-feira, 20 de julho de 2006

é mesmo?

Mesmo se não for pequena a alma, nem tudo vale a pena.

quarta-feira, 19 de julho de 2006

"Amélia"



A revista que ensina as mulheres a serem mulheres.

sábado, 15 de julho de 2006

HOMOFOBIA

Dois gajos na conversa:
- Eh pá, uma coisa que me chateia é a roupa lavada com OMO. Fica a roupa com um cheiro pá, que identifico à distância. A minha mulher já me tentou enganar uma vez, pôs 2 ou 3 amaciadores numas camisas lavadas com OMO, eh pá, mas aquilo até me fez borbulhas na pele.
- Paneleirices tuas! Se há coisas que não suporto são paneleirices!!!

JP

sexta-feira, 14 de julho de 2006

interessante

Woody Allen:

De acordo com as últimas descobertas dos astrónomos, o espaço é finito. Não deixa de ser uma ideia reconfortante para alguém, que como eu, nunca sabe onde põe as coisas.

REACÇÃO QUÍMICA

Por algo semelhante, em França, os jovens que chumbaram nos outros exames sem ser o de química, seriam capazes de, mais uma vez, experimentar o efeito do calor sobre os materiais utilizados pela indústria da construção automóvel. Até eu, que passei no exame de química, na época em que quando os professores faltavam éramos deixados na rua, sem nada de importante para fazer, num tempo em que os exames eram exigentes, era capaz de ir ajudar nessa experiência.
JP

terça-feira, 11 de julho de 2006

uns e uns são doises

O que me dói não é o facto de, nós portugueses, sermos pequenos, e muito menos pobres.
O que me dói é sermos estúpidos; é estarmos a rebentar de merda, por 8 séculos de prisão de ventre, e ainda assim sermos uns cagões.

sábado, 8 de julho de 2006

Piada do Dia



Mancas era um pintas, passava a vida a mimar a sua “menina”, 49cc bem puxadinhos, pinhão trocado, matricula dobrada, pintura personalizada e autocolantes da moda. Passava a vida em corridas, a apostar livrete contra livrete e nem as curvas o faziam abrandar. Todos viam que aquela vida não teria um grande fim e havia até quem lembrasse o velho Herodes e dissesse “ - ou paras ou te prejudicas” , ele não parou e um dia… Prejudicou-se.

Ass. Ai o Canedo!...

sexta-feira, 7 de julho de 2006


Professores...

Tenho recebido "meles" (mail, batizado por uma mãe de Portugal) de (quase) todos os meus amigos profesores e também alguns de quem não é professor, que parece só agora se terem apercebido que andam a ser f... à grande e bem à portuguesa. E quase todos apelam à união da classe. A propósito de tudo o que se tem dito, falta dizer o que ainda não se disse ( e ainda fica muito por dizer...). Então, vejamos: alguém já pensou nos funcionários das escolas para ajudar na avaliação do desempenho dos funcionários das escolas? E estou a falar de toda a comunidade escolar da escola! Antes de chegar aos pais não seria mais lógico falar com quem está ali mesmo ao pé? E já agora, há uma grande falha no sistema de avaliação dos alunos. Um dos itens de avaliação do "saber ser" é "Respeita colegas e professores". Então e os outros funcionários?
Outra coisa que ainda não foi analisada é a Sex ratio ( taxa de machos e fêmeas). Em toda a comunidade escolar há muito mais fêmeas que machos. Já foi provado que as fêmeas humanas sincronizam o seu período fértil (e, consequentemente, também os outros) quando interagem com frequência. Isto foi uma característica herdada dos nossos antepassados, que deve ter tido as suas vantagens (cooperação ), mas que agora , talvez, possa ser responsável, quem sabe se pelo insucesso escolar? É um assunto que merece a reflexão do ministério e talvez os responsáveis pelo descalabro cultural nacional proponham alguma medida do tipo, obrigatoriedade de paridade nas escolas, e depois vem o presidente da república e veta!
FIM
Parece que durante o jogo Portugal-França ninguèm foi às urgências do Hospital de Viseu.
Nada se sabe sobre se o mesmo aconteceu no hospital de Grenoble.

Eu, se fosse visiense queixar-me-ia, quanto mais não fosse, de uma qualquer irritação psicossomática. Não tarda muito e começam a fechar hospitais.

Tudo tem que ter um mínimo de utentes, de acordo com os nossos políticos.

Lamenta-se que não tenham tido a decência suficiente para não construirem os estádios para o euro, e que não tenham agora o decoro para os fechar, em vez de andarem a fechar hospitais.

É pena que até os árabes se estejam a cagar para este país, ou que os nossos políticos não estivessem reunidos no topo do World Trade Center, a 11 de Setembro.

A EGIPTÓLOGA

A cientista tinha diante de si uma múmia, a qual tinha descoberto na sua última escavação no Egipto.
- Passem-me as luvas... - pediu aos seus dois assistentes.
Num gesto automático, feito da experiência de lidar com múmias, protegeu as mãos de alguma possível bactéria milenar, e começou a desembrulhar o cadáver.
Ia puxando as tiras de tecido, desembrulhava, dava uma volta, desembrulhava pacientemente. O tecido ia desaparecendo, mas mais tecido ela desembrulhava, tanto desembrulhou que finalmente... olhou por segundos e comentou com desdém:
- Que bela prenda me saiste !!!

JP