Não me lembro de passar uma única semana sem que haja problemas técnicos numa das linhas do metropolitano de Lisboa. Os problemas técnicos do metro, e para os quais, os passageiros se estão borrifando, significam que quem vai para perto, sai para a rua e vai a pé. Quem vai para longe, sai para a rua e tenta apanhar um autocarro. Se o passe, pago antecipadamente ao metropolitano não der para o autocarro, a tarifa a desembolsar será € 1.20
Problemas técnicos surgem em tudo o que é máquina. Nem a melhor manutenção pode prever certas falhas, que nunca se sabem de onde vêm.
O problema do metropolitano de Lisboa deve ser outro. São demasiadas falhas. Porquê? Ou o material é do pior que existe, ou os técnicos são do que mais mau há no mundo, ou os administradores não sabem, nem querem, administrar aquilo para que são pagos. O material nunca é burro. Os técnicos e os administradores sim.
Duvido muito que os senhores administradores e os técnicos andem, sequer, um minuto de metro por mês. A julgar pelos administradores de outras empresas, devem andar em potentes e luxuosos carros, dados pela empresa e pagos pelos utentes do metropolitano, que nem metro têm para se deslocar por causa de constantes problemas técnicos.
Se preciso for, os administradores ainda metem os custos dos automóvei como despesas da empresa e aí a temos a dar prejuízo e a necessitar de novos aumentos nas tarifas. Administradores destes, em qualquer país civilizado e moderno, teriam de se dedicar à pesca. Mas em Portugal, ainda são capazes de receber algum louvor. Aqui é assim: a "merda" sobe sempre ao topos.
Ou a natureza trata disto e repete em Lisboa 1755, ou continuaremos a ver passar os administradores em carrões, pagos com nossos bilhetes de andar a pé.
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
É pena não sermos vizinhos de Israel. A verdadeira oportunidade perdida deste país é não raptarmos uns quantos soldados judeus para que nos pudessem destruir de vez e começarmos tudo de novo. Se assim fosse, faríamos tudo diferente? Acredito que não.
Parece que o grande feito da nossa história foi os descobrimentos.
Quem quer acreditar nisso? Quem é que queria ir a navegar em barcos nojentos, sem para onde ia e se chegaria alguma vez? Ninguém. Só os deputados da altura, os chulos de sempre, os dos subsídios do estado que arranjavam viagens para não terem de fazer mais nada. Obrigariam que fossem chamados de Drs e Engs, as celebridades de então?
Depois da primeira viagem, creio que não houve mais dificuldade em arranjar marinheiros para as campanhas. Seriam os bombeiros de hoje. Os de agora porque gostam de não ter de trabalhar enquanto apagam fogos, os de então porque ouviam os camaradas regressados contarem facilidades sobre pretas com buracos negros nunca vistos, nem antes "navegados". E assim, por causa da vagina africana, ficámos com a fama de corajosos e brilhantes homens do mar.
Como a hipótese de Israel parece pouco provável, só mesmo uma resolução da ONU para eliminar este país para todo o sempre. Sem isso resta-nos viver sem esperança no meio dos descobridores do sec XXI.
made in eu
Parece que o grande feito da nossa história foi os descobrimentos.
Quem quer acreditar nisso? Quem é que queria ir a navegar em barcos nojentos, sem para onde ia e se chegaria alguma vez? Ninguém. Só os deputados da altura, os chulos de sempre, os dos subsídios do estado que arranjavam viagens para não terem de fazer mais nada. Obrigariam que fossem chamados de Drs e Engs, as celebridades de então?
Depois da primeira viagem, creio que não houve mais dificuldade em arranjar marinheiros para as campanhas. Seriam os bombeiros de hoje. Os de agora porque gostam de não ter de trabalhar enquanto apagam fogos, os de então porque ouviam os camaradas regressados contarem facilidades sobre pretas com buracos negros nunca vistos, nem antes "navegados". E assim, por causa da vagina africana, ficámos com a fama de corajosos e brilhantes homens do mar.
Como a hipótese de Israel parece pouco provável, só mesmo uma resolução da ONU para eliminar este país para todo o sempre. Sem isso resta-nos viver sem esperança no meio dos descobridores do sec XXI.
made in eu
quarta-feira, 30 de agosto de 2006
Queira Deus...
Os campeonatos de atletismo fizeram-me ver que as atletas têm dois visuais distintos: quando estão nas provas e quando recebem medalhas no pódio.
Nas provas estão de rabo-de-cavalo, ou de tótós ou com qualquer outro tipo de "arranjo" para as ajudar a superar as dificuldades da competição.
Mas quando as atletas sobem ao pódio, todas se transformam. Invariavelmente de fato fato de treino, cabelo solto, maquilhadas, todas parecem bonecas. Todas, menos as portuguesas.
É com as atletas no pódio que invejo os homens dos outros países. Suecos, alemães, ingleses, russos, etc.
Vejo a beleza das medalhadas, as feições perfeitas e não posso deixar de pensar nas nossas campeãs. Não que não tenham o mesmo mérito desportivo que as outras têm, mas para a beleza do atletismo feminino, queira Deus, que no futuro, mais nenhuma portuguesa ganhe qualquer medalha.
made in eu
Nas provas estão de rabo-de-cavalo, ou de tótós ou com qualquer outro tipo de "arranjo" para as ajudar a superar as dificuldades da competição.
Mas quando as atletas sobem ao pódio, todas se transformam. Invariavelmente de fato fato de treino, cabelo solto, maquilhadas, todas parecem bonecas. Todas, menos as portuguesas.
É com as atletas no pódio que invejo os homens dos outros países. Suecos, alemães, ingleses, russos, etc.
Vejo a beleza das medalhadas, as feições perfeitas e não posso deixar de pensar nas nossas campeãs. Não que não tenham o mesmo mérito desportivo que as outras têm, mas para a beleza do atletismo feminino, queira Deus, que no futuro, mais nenhuma portuguesa ganhe qualquer medalha.
made in eu
terça-feira, 22 de agosto de 2006
TI MARIA DA PEIDA
Ponto prévio: graças à colaboração dos vários bandalhos que aqui escrevem, estamos já quase nas 100 piadinhas e torradinhas. Acho que vamos comemorar o nº 100, ainda não pensei foi no como, mas uma "bebadêra de caixão à cova" virtual e simultânea era capaz de ser uma boa ideia (pelo menos era barata!!!)
Na sequência do texto anterior, para não abandalhar isto, vou ripostar com outro texto de reflexão. Na sexta-feira passada fui a Proença-a-Velha participar na festa popular de Verão. O ponto alto daquele dia era a presença da Ti Maria da Peida, algo que eu desconhecia, mas que segundo fontes da população local já apareceu no programa do Herman.
Depois de um baile abrilhantado pelo conjunto "4ª Audição", que até nem esteve mal, e de mais um insuportável leilão de fruta e tortas, a reverter para a Comissão de Festas, ouve-se uma voz que anuncia que vai ter início um espectáculo com a Ti Maria da Peida, e que esta personagem é uma senhora de quase 80 anos, razão pela qual o apresentador pede a compreensão e o repeito do povo ali presente, que se junta e se cala, e procura a melhor posição para observar o que se vai passar no palco. Estava uma boa enchente, mas ainda cabiam lá muitas mais pessoas, pois o recinto era bastante largo. O apresentador sai e quando todos olhavam para o palco, começa a ouvir-se uma voz, de uma senhora a pedir licença para passar e de lá de trás do povo todo, a caminhar em direcção ao palco, surge uma figura alta, toda vestida de preto, com uma carga de ramos de eucalipto à cabeça. Sempre a caminhar e a falar, tipo de coisas a falar do cansaço e da carga pesada, lá sobe ao palco e pede a participação de um popular para ajudar a tirar os ramos da cabeça. Lá vai a primeira ajuda para o espectáculo! Que até aí não tinha tido nada de espectáculo (nem viria a ter...). Depois começa a contar a história da vida dela, filha do Zé Peido, etc, coisas assim do género, aquela malta toda a rir. Ah, faltava dizer que a Ti Maria da Peida é um travesti, relativamente bem caracterizado, daí a sua altura fora do comum numa mulher de 80 anos vinda de uma aldeia do interior. Lá pergunta ao ajudante voluntário como se chama e corre com ele do palco. Depois apresenta as suas filhas, primeiro a Peidolas, que vem a correr de trás do palco em trajes menores, sendo uma mulher gorda, muito gorda, o que faz aquele povo rir convulsivamente. Nesta altura já alguns de nós estávamos irrequietos e irritados, mas enfim, íamos esperar para ver. Depois a Peidocas, outra mulher ainda mais gorda, com a mesma vestimenta, ou falta dela, a bem dizer! Depois das gargalhadas pelas figuras patéticas, o povinho foi brindado com mais uma cena de participação voluntária, em que as três mulheres da familia descem do palco e a Ti Maria da Peida vai dizendo ao microfone que gostaria muito de desencalhar as suas filhas naquela bonita terra de Proença-a-Nova, ai desculpem, Proença-a-Velha, porque é que fazem tantas Proenças? etc, etc, enquanto começa uma música em playback e a Ti Maria da Peida agarra em dois espectadores e os obriga a dançar um pouco com as filhas. Como depois não querem casar com as filhas as mesmas sobem ao palco e desaparecem lá para trás. Surge depois o marido da Ti Maria, que era o apresentador mas vestido de polícia, com um bigode. Lá vêm aquelas conversas da treta, sem piada nenhuma, mas a desfazer na virilidade e autoridade do polícia, pois claro, para a malta se rir. Lá começam depois a cantar uma música em playback. Depois é pedida a participação do público, sobem mais dois espectadores ao palco, devidamente alcoolizados, desta vez foi para a música seguinte, em que a Ti Maria da Peida vai precisar de um baloiço, que está preso na estrutura do palco que segura os holofotes, mesmo à frente do palco. Soltam o playback, mas o gajo que devia soltar o baloiço não estava lá, e a própria Ti Maria vai lá tentar soltar o baloiço, que estava preso lateralmente na mesma estrutura, dizendo algo como: bom aqui vou eu soltar isto, não devia ser eu a fazê-lo, tenta subir mas com o microfone na mão e com aquela roupa não consegue, desiste e lá vem o ajudante a correr fazer o que devia ter feito antes. Que falta de nível em tudo, até ao momento nem uma piada, nada de jeito. Lá se senta no baloiço, empurrada pelos voluntários, depois obriga os voluntários a baloiçar um pouco, chega ao fim a música. Depois entra em palco uma anã, aqui tive que me pôr em bicos de pés para conseguir ver o palco entre as cabeças das pessoas, que se riam e eu ouvia uma voz diferente, não percebia de que se riam as pessoas. Mais um texto sem piada nenhuma, a anã sai do palco, a Ti Maria da Peida desce do palco à procura de novas vítimas. A malta já foge, mas ela lá consegue apanhar alguns e manda-os para o palco. Lá em cima diz-lhes para tirarem as calças, ficando em cuecas, há um que se recusa, manda-o sair do palco, assim já não faz falta. Mais umas piadas acerca de cuecas de homem, sem piada, pois claro, e mais um playback musical. Depois lá se vestem as vítimas, sempre muito divertidas pelos 5 minutos de glória em cuecas, e voltam as gordas para mais umas graçolas sem jeito, voltam a sair e vem a Ti Maria da Peida para mais uma descida do palco, entre os espectadores, desta vez para andar a correr atrás das pessoas que fugiam, para as agarrar, colocar o microfone no traseiro e ouvir-se um estrondoso peido, que ia variando, para a Ti Maria ir comentando. Uma das vítimas, como que percebendo que aquela gente tinha sido paga para fazer um espectáculo e afinal aquilo não era nada, ainda disse: não me paga pela minha colaboração? Pois bem, não posso contar mais detalhes porque nem estava a prestar atenção e muito menos a memorizar tal tristeza. Começou outro playback e viemos embora. Que final de noite mais mal aproveitada. Lá ficou o recinto com as pessoas todas, a rirem, nenhuma se vinha embora. Aquilo é o que se pode chamar de ganhar dinheiro fácil sem ter trabalho nenhum, à custa da parolice das pessoas e ainda gozando com elas, mas com uma falta de tudo o que se esperaria num verdadeiro espectáculo que era espantosa. O mal é contratarem estes oportunistas sem graça ou é a malta rir-se e ainda aplaudir no fim?
JP+P
Na sequência do texto anterior, para não abandalhar isto, vou ripostar com outro texto de reflexão. Na sexta-feira passada fui a Proença-a-Velha participar na festa popular de Verão. O ponto alto daquele dia era a presença da Ti Maria da Peida, algo que eu desconhecia, mas que segundo fontes da população local já apareceu no programa do Herman.
Depois de um baile abrilhantado pelo conjunto "4ª Audição", que até nem esteve mal, e de mais um insuportável leilão de fruta e tortas, a reverter para a Comissão de Festas, ouve-se uma voz que anuncia que vai ter início um espectáculo com a Ti Maria da Peida, e que esta personagem é uma senhora de quase 80 anos, razão pela qual o apresentador pede a compreensão e o repeito do povo ali presente, que se junta e se cala, e procura a melhor posição para observar o que se vai passar no palco. Estava uma boa enchente, mas ainda cabiam lá muitas mais pessoas, pois o recinto era bastante largo. O apresentador sai e quando todos olhavam para o palco, começa a ouvir-se uma voz, de uma senhora a pedir licença para passar e de lá de trás do povo todo, a caminhar em direcção ao palco, surge uma figura alta, toda vestida de preto, com uma carga de ramos de eucalipto à cabeça. Sempre a caminhar e a falar, tipo de coisas a falar do cansaço e da carga pesada, lá sobe ao palco e pede a participação de um popular para ajudar a tirar os ramos da cabeça. Lá vai a primeira ajuda para o espectáculo! Que até aí não tinha tido nada de espectáculo (nem viria a ter...). Depois começa a contar a história da vida dela, filha do Zé Peido, etc, coisas assim do género, aquela malta toda a rir. Ah, faltava dizer que a Ti Maria da Peida é um travesti, relativamente bem caracterizado, daí a sua altura fora do comum numa mulher de 80 anos vinda de uma aldeia do interior. Lá pergunta ao ajudante voluntário como se chama e corre com ele do palco. Depois apresenta as suas filhas, primeiro a Peidolas, que vem a correr de trás do palco em trajes menores, sendo uma mulher gorda, muito gorda, o que faz aquele povo rir convulsivamente. Nesta altura já alguns de nós estávamos irrequietos e irritados, mas enfim, íamos esperar para ver. Depois a Peidocas, outra mulher ainda mais gorda, com a mesma vestimenta, ou falta dela, a bem dizer! Depois das gargalhadas pelas figuras patéticas, o povinho foi brindado com mais uma cena de participação voluntária, em que as três mulheres da familia descem do palco e a Ti Maria da Peida vai dizendo ao microfone que gostaria muito de desencalhar as suas filhas naquela bonita terra de Proença-a-Nova, ai desculpem, Proença-a-Velha, porque é que fazem tantas Proenças? etc, etc, enquanto começa uma música em playback e a Ti Maria da Peida agarra em dois espectadores e os obriga a dançar um pouco com as filhas. Como depois não querem casar com as filhas as mesmas sobem ao palco e desaparecem lá para trás. Surge depois o marido da Ti Maria, que era o apresentador mas vestido de polícia, com um bigode. Lá vêm aquelas conversas da treta, sem piada nenhuma, mas a desfazer na virilidade e autoridade do polícia, pois claro, para a malta se rir. Lá começam depois a cantar uma música em playback. Depois é pedida a participação do público, sobem mais dois espectadores ao palco, devidamente alcoolizados, desta vez foi para a música seguinte, em que a Ti Maria da Peida vai precisar de um baloiço, que está preso na estrutura do palco que segura os holofotes, mesmo à frente do palco. Soltam o playback, mas o gajo que devia soltar o baloiço não estava lá, e a própria Ti Maria vai lá tentar soltar o baloiço, que estava preso lateralmente na mesma estrutura, dizendo algo como: bom aqui vou eu soltar isto, não devia ser eu a fazê-lo, tenta subir mas com o microfone na mão e com aquela roupa não consegue, desiste e lá vem o ajudante a correr fazer o que devia ter feito antes. Que falta de nível em tudo, até ao momento nem uma piada, nada de jeito. Lá se senta no baloiço, empurrada pelos voluntários, depois obriga os voluntários a baloiçar um pouco, chega ao fim a música. Depois entra em palco uma anã, aqui tive que me pôr em bicos de pés para conseguir ver o palco entre as cabeças das pessoas, que se riam e eu ouvia uma voz diferente, não percebia de que se riam as pessoas. Mais um texto sem piada nenhuma, a anã sai do palco, a Ti Maria da Peida desce do palco à procura de novas vítimas. A malta já foge, mas ela lá consegue apanhar alguns e manda-os para o palco. Lá em cima diz-lhes para tirarem as calças, ficando em cuecas, há um que se recusa, manda-o sair do palco, assim já não faz falta. Mais umas piadas acerca de cuecas de homem, sem piada, pois claro, e mais um playback musical. Depois lá se vestem as vítimas, sempre muito divertidas pelos 5 minutos de glória em cuecas, e voltam as gordas para mais umas graçolas sem jeito, voltam a sair e vem a Ti Maria da Peida para mais uma descida do palco, entre os espectadores, desta vez para andar a correr atrás das pessoas que fugiam, para as agarrar, colocar o microfone no traseiro e ouvir-se um estrondoso peido, que ia variando, para a Ti Maria ir comentando. Uma das vítimas, como que percebendo que aquela gente tinha sido paga para fazer um espectáculo e afinal aquilo não era nada, ainda disse: não me paga pela minha colaboração? Pois bem, não posso contar mais detalhes porque nem estava a prestar atenção e muito menos a memorizar tal tristeza. Começou outro playback e viemos embora. Que final de noite mais mal aproveitada. Lá ficou o recinto com as pessoas todas, a rirem, nenhuma se vinha embora. Aquilo é o que se pode chamar de ganhar dinheiro fácil sem ter trabalho nenhum, à custa da parolice das pessoas e ainda gozando com elas, mas com uma falta de tudo o que se esperaria num verdadeiro espectáculo que era espantosa. O mal é contratarem estes oportunistas sem graça ou é a malta rir-se e ainda aplaudir no fim?
JP+P
sábado, 19 de agosto de 2006
A virtude acabou?
(com desculpas pela ingenuidade da pergunta)
Muitos terão já reparado como, de há alguns anos para cá, a palavra “virtualidade”, normalmente no plural, se instalou no discurso político, e daí vem passando para o discurso em geral. Expressões como “este projecto contém virtualidades que…”, ou “as virtualidades contidas neste trabalho…” e até, por vezes, em referência a pessoas, como “as virtualidades da sua conduta são um exemplo para todos nós”, e por aí adiante. Como todos saberão, tratam-se de referências à VIRTUDE, palavra aplicável a comportamentos virtuosos, excelência moral, aspectos positivos de qualquer coisa, etc. Como todos também (ainda) se lembrarão, virtualidade vem de virtual, que significa algo que, sendo possível, plausível, não existe realmente. Ora, isto é a prova de que a virtude acabou, desapareceu (sim, já se sabia, mas faltava(?) a prova...). Desapareceu primeiro do comportamento, e depois do discurso, que acompanha sempre a realidade com algum atraso (tal como a legislação e a religião, ainda mais atrasadas que o discurso). Assim, actualmente, quando os políticos e outras pessoas assimiladas se querem referir à virtude, como esta já não existe – ou assim se quer fazer crer - falam de virtualidade, de algo que não existe realmente. Como também se sabe, poucas formas de fazer desaparecer algo (ideias, acontecimentos, pessoas, alguma virtude que ainda ande por aí, extraviada….) são tão eficazes como deixar de falar nelas, eliminá-las do discurso, primeiro, e da linguagem, finalmente. E o discurso é sempre um espelho de quem o produz, das pessoas e da sociedade.
(com desculpas pela ingenuidade da pergunta)
Muitos terão já reparado como, de há alguns anos para cá, a palavra “virtualidade”, normalmente no plural, se instalou no discurso político, e daí vem passando para o discurso em geral. Expressões como “este projecto contém virtualidades que…”, ou “as virtualidades contidas neste trabalho…” e até, por vezes, em referência a pessoas, como “as virtualidades da sua conduta são um exemplo para todos nós”, e por aí adiante. Como todos saberão, tratam-se de referências à VIRTUDE, palavra aplicável a comportamentos virtuosos, excelência moral, aspectos positivos de qualquer coisa, etc. Como todos também (ainda) se lembrarão, virtualidade vem de virtual, que significa algo que, sendo possível, plausível, não existe realmente. Ora, isto é a prova de que a virtude acabou, desapareceu (sim, já se sabia, mas faltava(?) a prova...). Desapareceu primeiro do comportamento, e depois do discurso, que acompanha sempre a realidade com algum atraso (tal como a legislação e a religião, ainda mais atrasadas que o discurso). Assim, actualmente, quando os políticos e outras pessoas assimiladas se querem referir à virtude, como esta já não existe – ou assim se quer fazer crer - falam de virtualidade, de algo que não existe realmente. Como também se sabe, poucas formas de fazer desaparecer algo (ideias, acontecimentos, pessoas, alguma virtude que ainda ande por aí, extraviada….) são tão eficazes como deixar de falar nelas, eliminá-las do discurso, primeiro, e da linguagem, finalmente. E o discurso é sempre um espelho de quem o produz, das pessoas e da sociedade.
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
HÁ QUE APROVEITAR AS PROMOÇÕES
Aquela gaja era insaciável.
Não perdia uma boa promoção. Aproveitava todas as lojas de móveis que levavam a casa e faziam as montagens, grátis!!, entrava e comprava uma cadeira baratinha.
Depois combinava um dia, e lá iam os homens levar a cadeira e montá-la.
Não perdia uma boa promoção. Aproveitava todas as lojas de móveis que levavam a casa e faziam as montagens, grátis!!, entrava e comprava uma cadeira baratinha.
Depois combinava um dia, e lá iam os homens levar a cadeira e montá-la.
sexta-feira, 11 de agosto de 2006
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
ADAPTAÇÃO AO ESTADO LAICO
Se em França já proibiram o uso de sinais religiosos nas escolas, acho que Portugal deveria dar um exemplo do que é um estado laico. Se existe uma lista de nomes autorizados para atribuir às crianças que vão nascendo por aí, deveriam ser transformados os nomes religiosos, para nomes mais adaptados aos dias de hoje.
Maria da Conceição, passaria a ser Maria da Concessão
Maria da Imaculada Conceição, passaria a Maria da Taxada Concessão
Maria da Anunciação, passaria a ser Maria da Publicitação
Maria da Ascensão passaria a ser Maria da Aviação
Maria da Fé, passaria a Maria da Festa
Maria do Rosário passaria a Maria do Solário
JP+P
Maria da Conceição, passaria a ser Maria da Concessão
Maria da Imaculada Conceição, passaria a Maria da Taxada Concessão
Maria da Anunciação, passaria a ser Maria da Publicitação
Maria da Ascensão passaria a ser Maria da Aviação
Maria da Fé, passaria a Maria da Festa
Maria do Rosário passaria a Maria do Solário
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quinta-feira, 27 de julho de 2006
FÉRIAS, GRANDES FÉRIAS NO ESTRANGEIRO
Avisam-se todos os leitores deste modesto blogue, que a partir do dia 1 de Agosto, este espaço de liberdade criativa vai de férias. Com efeito este blogue foi premiado com uma viagem ao estrangeiro, com tudo pago por 30 dias. Não podemos revelar o local por razões de segurança, mas asseguramos que não é na Europa nem no Brasil. Por esta justificada ausência, e merecido descanso, a partir do dia 1 vai ser impossível ler este blogue, bem como todos os postadores terão que passar a escrever os seus textos e guardá-los no computador, aguardando que o blogue regresse. Se por acaso os leitores vierem a este endereço e a página se abrir toda, e virem aqui textos postados, podem ter a certeza que é uma falsificação (os falsificadores conseguem ocupar o espaço deixado vazio). Neste caso, a única coisa que autentica este blogue, e que os falsificadores não conseguem reproduzir, é este ligeiro cheiro a caramelo que o écran liberta cada vez que se visita este blogue. Por isso, antes de lerem qualquer coisa nesta bandalheira total, encostem o nariz ao écran, para se certificarem que é o original.
JP+P
JP+P
a merda
No telejornal de ontem na RTP, falava um enviado especial de Beirute.
Como é costume hoje em dia, podemos ler também outras notícias que passam na parte inferior do ecran. Não era o caso. A notícia escrita estava parada e relacionada com a conversa do enviado especial (se um dia alguém das TVs portuguesas for no Space Shuttle, será um enviado espacial especial).
x israelitas feridos (ou mortos, já não me lembro) em embuscada.
Esteve bem mais de um minuto para que todos pudessem lê-la.
Toda a gente discute educação. Agora haverá exames, não para os alunos, mas para se saber qual o nível do ensino a matemática (srs professores e políticos, não se esqueçam da aritmética básica que tanta falta faz ao miúdos e futuros adultos) e a português.
Com a 4ª classe, conseguia-se, há muitos anos, um trabalho razoável, num escritório, fábrica, repartição pública, etc etc etc.
Hoje a sociedade mudou. Não sei se evoluiu. Já ninguém consegue ir trabalhar, com a 4ª classe, agora 4º ano (caramba, 4º ano!) para um canal de televisão. Há que ser licenciado, ou licenciada, dr ou dra, não importa do que seja.
Eu acredito que seja em sexo oral para elas, e sexo oral para eles, ou para conhecidos que o façam por cunhas, ou por qualquer outro atributo, ou meio horizontal, como sói dizer-se, em que nem estou para pensar.
E depois é vê-los, os mais conhecidos, nas revistas cor-de-rosa, a gozarem as justas férias, nos melhores locais, ou mais in, como grandes celebridades e alguém de valor, a quem muitos muito devem.
O problema podia ser reduzido a uma legenda de TV mas, infelizmente, é o espelho da modernidade deste pobre país.
Quando vejo os que nos governam a acreditar no futuro de Portugal, tenho a certeza que estão só e só a pensar na reforma que vão ter. Para eles, esse é o futuro.
Que Deos tenha pena de nóz!
made in eu
Como é costume hoje em dia, podemos ler também outras notícias que passam na parte inferior do ecran. Não era o caso. A notícia escrita estava parada e relacionada com a conversa do enviado especial (se um dia alguém das TVs portuguesas for no Space Shuttle, será um enviado espacial especial).
x israelitas feridos (ou mortos, já não me lembro) em embuscada.
Esteve bem mais de um minuto para que todos pudessem lê-la.
Toda a gente discute educação. Agora haverá exames, não para os alunos, mas para se saber qual o nível do ensino a matemática (srs professores e políticos, não se esqueçam da aritmética básica que tanta falta faz ao miúdos e futuros adultos) e a português.
Com a 4ª classe, conseguia-se, há muitos anos, um trabalho razoável, num escritório, fábrica, repartição pública, etc etc etc.
Hoje a sociedade mudou. Não sei se evoluiu. Já ninguém consegue ir trabalhar, com a 4ª classe, agora 4º ano (caramba, 4º ano!) para um canal de televisão. Há que ser licenciado, ou licenciada, dr ou dra, não importa do que seja.
Eu acredito que seja em sexo oral para elas, e sexo oral para eles, ou para conhecidos que o façam por cunhas, ou por qualquer outro atributo, ou meio horizontal, como sói dizer-se, em que nem estou para pensar.
E depois é vê-los, os mais conhecidos, nas revistas cor-de-rosa, a gozarem as justas férias, nos melhores locais, ou mais in, como grandes celebridades e alguém de valor, a quem muitos muito devem.
O problema podia ser reduzido a uma legenda de TV mas, infelizmente, é o espelho da modernidade deste pobre país.
Quando vejo os que nos governam a acreditar no futuro de Portugal, tenho a certeza que estão só e só a pensar na reforma que vão ter. Para eles, esse é o futuro.
Que Deos tenha pena de nóz!
made in eu
quarta-feira, 26 de julho de 2006
ora com franqueza
há um gajo em Leiria chamado José Ramalho !!!!!!!!!!!!!! Eu já tinha ouvido muita coisa na minha vida, mas uma destas...
estudos superiores
alguém disse que iria parar de escrever neste blogue. Acho bem que o faça. Depois dos estudos efectuados (mais um) sobre o comportamento sexual dos europeus, também eu vou parar de escrever.
As portuguesas gostam menos de sexo no verão que as espanholas e os portugueses, que dão 3.8 quecas por semana (hahahaha) e em cada uma fazem-no, pelo menos, em 4 distintas posições, têm a maior preocupação no prazer da parceira (não da parteira, note-se).
Ora a pergunta, ou melhor, a sugestão que eu deixo é a seguinte, em cima da mesa e nada escondido nem por trás: E se fossem os estudos, e os perguntadores, e os respondedores, todos para o grande pénis, pai de todos, ou se se fossem sodomizar, não ganharíamos todos com isso? Nem todos. Estudos apontam, que só 27.3% de nós ganhariam. 4% também se quereriam sodomizar, e 12.7% queriam sodomizar o parceiro mas sem se preocupar com o seu prazer.
Eu propunha um estudo para saber qual o grau de felicidade da população, se se queimassem os homosexuais, aos domingos à tarde, em plena praça do Rossio.
As portuguesas gostam menos de sexo no verão que as espanholas e os portugueses, que dão 3.8 quecas por semana (hahahaha) e em cada uma fazem-no, pelo menos, em 4 distintas posições, têm a maior preocupação no prazer da parceira (não da parteira, note-se).
Ora a pergunta, ou melhor, a sugestão que eu deixo é a seguinte, em cima da mesa e nada escondido nem por trás: E se fossem os estudos, e os perguntadores, e os respondedores, todos para o grande pénis, pai de todos, ou se se fossem sodomizar, não ganharíamos todos com isso? Nem todos. Estudos apontam, que só 27.3% de nós ganhariam. 4% também se quereriam sodomizar, e 12.7% queriam sodomizar o parceiro mas sem se preocupar com o seu prazer.
Eu propunha um estudo para saber qual o grau de felicidade da população, se se queimassem os homosexuais, aos domingos à tarde, em plena praça do Rossio.
terça-feira, 25 de julho de 2006
segunda-feira, 24 de julho de 2006
quem é quem é
Li que pirataram, ou piratearam, ou fecundaram, um blogue famoso.
Eu não sei como é que isso se faz mas acho bem feito.
Gosto de piratas, sempre gostei.
Tudo o que tem a ver com fazer mal, desgraçar, apedrejar, destruir, esmagar, degradar, etc etc etc políticos, eu concordo.
Não há gente mais nojenta, porca, degradante e ordinária que políticos.
Pena que juntamente com os blogues, não infectem com vírus os ditos cujos. Vírus que transformariam os políticos em diarreia. Vírus que teriam o condão de no-los fazer ver na realidade.
made in eu
Eu não sei como é que isso se faz mas acho bem feito.
Gosto de piratas, sempre gostei.
Tudo o que tem a ver com fazer mal, desgraçar, apedrejar, destruir, esmagar, degradar, etc etc etc políticos, eu concordo.
Não há gente mais nojenta, porca, degradante e ordinária que políticos.
Pena que juntamente com os blogues, não infectem com vírus os ditos cujos. Vírus que transformariam os políticos em diarreia. Vírus que teriam o condão de no-los fazer ver na realidade.
made in eu
sábado, 22 de julho de 2006
sexta-feira, 21 de julho de 2006
VIRUS, OU BACTÉRIA OU INSECTO RASTEJANTE
Apareceram aqui uns comentários em inglês, em cada texto, que no final têm um link para clicar. Vou ver como é possível eliminá-los, porque vê-se mesmo que é para estragar o computador de quem lá clica. Não sei qual é o efeito, nem quero experimentar!!! Para insecto rastejante basta-me a barata tonta dos exames de química, que não admite que errou!
JP
JP
quinta-feira, 20 de julho de 2006
quarta-feira, 19 de julho de 2006
sábado, 15 de julho de 2006
HOMOFOBIA
Dois gajos na conversa:
- Eh pá, uma coisa que me chateia é a roupa lavada com OMO. Fica a roupa com um cheiro pá, que identifico à distância. A minha mulher já me tentou enganar uma vez, pôs 2 ou 3 amaciadores numas camisas lavadas com OMO, eh pá, mas aquilo até me fez borbulhas na pele.
- Paneleirices tuas! Se há coisas que não suporto são paneleirices!!!
JP
- Eh pá, uma coisa que me chateia é a roupa lavada com OMO. Fica a roupa com um cheiro pá, que identifico à distância. A minha mulher já me tentou enganar uma vez, pôs 2 ou 3 amaciadores numas camisas lavadas com OMO, eh pá, mas aquilo até me fez borbulhas na pele.
- Paneleirices tuas! Se há coisas que não suporto são paneleirices!!!
JP
sexta-feira, 14 de julho de 2006
interessante
Woody Allen:
De acordo com as últimas descobertas dos astrónomos, o espaço é finito. Não deixa de ser uma ideia reconfortante para alguém, que como eu, nunca sabe onde põe as coisas.
De acordo com as últimas descobertas dos astrónomos, o espaço é finito. Não deixa de ser uma ideia reconfortante para alguém, que como eu, nunca sabe onde põe as coisas.
REACÇÃO QUÍMICA
Por algo semelhante, em França, os jovens que chumbaram nos outros exames sem ser o de química, seriam capazes de, mais uma vez, experimentar o efeito do calor sobre os materiais utilizados pela indústria da construção automóvel. Até eu, que passei no exame de química, na época em que quando os professores faltavam éramos deixados na rua, sem nada de importante para fazer, num tempo em que os exames eram exigentes, era capaz de ir ajudar nessa experiência.
JP
JP
terça-feira, 11 de julho de 2006
uns e uns são doises
O que me dói não é o facto de, nós portugueses, sermos pequenos, e muito menos pobres.
O que me dói é sermos estúpidos; é estarmos a rebentar de merda, por 8 séculos de prisão de ventre, e ainda assim sermos uns cagões.
O que me dói é sermos estúpidos; é estarmos a rebentar de merda, por 8 séculos de prisão de ventre, e ainda assim sermos uns cagões.
sábado, 8 de julho de 2006
Piada do Dia

Mancas era um pintas, passava a vida a mimar a sua “menina”, 49cc bem puxadinhos, pinhão trocado, matricula dobrada, pintura personalizada e autocolantes da moda. Passava a vida em corridas, a apostar livrete contra livrete e nem as curvas o faziam abrandar. Todos viam que aquela vida não teria um grande fim e havia até quem lembrasse o velho Herodes e dissesse “ - ou paras ou te prejudicas” , ele não parou e um dia… Prejudicou-se.
Ass. Ai o Canedo!...
sexta-feira, 7 de julho de 2006

Professores...
Tenho recebido "meles" (mail, batizado por uma mãe de Portugal) de (quase) todos os meus amigos profesores e também alguns de quem não é professor, que parece só agora se terem apercebido que andam a ser f... à grande e bem à portuguesa. E quase todos apelam à união da classe. A propósito de tudo o que se tem dito, falta dizer o que ainda não se disse ( e ainda fica muito por dizer...). Então, vejamos: alguém já pensou nos funcionários das escolas para ajudar na avaliação do desempenho dos funcionários das escolas? E estou a falar de toda a comunidade escolar da escola! Antes de chegar aos pais não seria mais lógico falar com quem está ali mesmo ao pé? E já agora, há uma grande falha no sistema de avaliação dos alunos. Um dos itens de avaliação do "saber ser" é "Respeita colegas e professores". Então e os outros funcionários?
Outra coisa que ainda não foi analisada é a Sex ratio ( taxa de machos e fêmeas). Em toda a comunidade escolar há muito mais fêmeas que machos. Já foi provado que as fêmeas humanas sincronizam o seu período fértil (e, consequentemente, também os outros) quando interagem com frequência. Isto foi uma característica herdada dos nossos antepassados, que deve ter tido as suas vantagens (cooperação ), mas que agora , talvez, possa ser responsável, quem sabe se pelo insucesso escolar? É um assunto que merece a reflexão do ministério e talvez os responsáveis pelo descalabro cultural nacional proponham alguma medida do tipo, obrigatoriedade de paridade nas escolas, e depois vem o presidente da república e veta!
FIM
Parece que durante o jogo Portugal-França ninguèm foi às urgências do Hospital de Viseu.
Nada se sabe sobre se o mesmo aconteceu no hospital de Grenoble.
Eu, se fosse visiense queixar-me-ia, quanto mais não fosse, de uma qualquer irritação psicossomática. Não tarda muito e começam a fechar hospitais.
Tudo tem que ter um mínimo de utentes, de acordo com os nossos políticos.
Lamenta-se que não tenham tido a decência suficiente para não construirem os estádios para o euro, e que não tenham agora o decoro para os fechar, em vez de andarem a fechar hospitais.
É pena que até os árabes se estejam a cagar para este país, ou que os nossos políticos não estivessem reunidos no topo do World Trade Center, a 11 de Setembro.
Nada se sabe sobre se o mesmo aconteceu no hospital de Grenoble.
Eu, se fosse visiense queixar-me-ia, quanto mais não fosse, de uma qualquer irritação psicossomática. Não tarda muito e começam a fechar hospitais.
Tudo tem que ter um mínimo de utentes, de acordo com os nossos políticos.
Lamenta-se que não tenham tido a decência suficiente para não construirem os estádios para o euro, e que não tenham agora o decoro para os fechar, em vez de andarem a fechar hospitais.
É pena que até os árabes se estejam a cagar para este país, ou que os nossos políticos não estivessem reunidos no topo do World Trade Center, a 11 de Setembro.
A EGIPTÓLOGA
A cientista tinha diante de si uma múmia, a qual tinha descoberto na sua última escavação no Egipto.
- Passem-me as luvas... - pediu aos seus dois assistentes.
Num gesto automático, feito da experiência de lidar com múmias, protegeu as mãos de alguma possível bactéria milenar, e começou a desembrulhar o cadáver.
Ia puxando as tiras de tecido, desembrulhava, dava uma volta, desembrulhava pacientemente. O tecido ia desaparecendo, mas mais tecido ela desembrulhava, tanto desembrulhou que finalmente... olhou por segundos e comentou com desdém:
- Que bela prenda me saiste !!!
JP
- Passem-me as luvas... - pediu aos seus dois assistentes.
Num gesto automático, feito da experiência de lidar com múmias, protegeu as mãos de alguma possível bactéria milenar, e começou a desembrulhar o cadáver.
Ia puxando as tiras de tecido, desembrulhava, dava uma volta, desembrulhava pacientemente. O tecido ia desaparecendo, mas mais tecido ela desembrulhava, tanto desembrulhou que finalmente... olhou por segundos e comentou com desdém:
- Que bela prenda me saiste !!!
JP
quinta-feira, 6 de julho de 2006
A MELHOR SELECÇÃO
Aqui para nós, não há (ai, não!) melhor selecção do que a selecção que tem maior percentagem de grãos arábica do que robusta!
JP
JP
quarta-feira, 5 de julho de 2006
segunda-feira, 3 de julho de 2006
Receita
Para estes dias de calor, de tantas vitórias da Selecção, sugerimos...

...uma fresca e colorida salada de grelos!

...uma fresca e colorida salada de grelos!
sexta-feira, 30 de junho de 2006
Quem mais?
"QUANDO ELA GOSTA DE TI COMO AMIGO"
Até hoje pensava que a pior frase que podia ouvir de uma rapariga era: "Temos que falar...".
Mas não! A pior frase de todas é: "Eu também gosto de ti... mas como amigo."
Isto significa que para ela tu és o mais simpático do mundo, aquele que melhor a compreende, o mais dedicado... mas nunca vai sair contigo. Vai sair com um gajo nojento que apenas quer ir para a cama com ela. Ai sim, quando o outro lhe faça alguma das dele, ela chamar-te-á para te pedir conselhos.
É como se fosses a uma entrevista de trabalho e te dissessem: "Você e a pessoa ideal para o posto, tem o melhor currículo, e o que esta melhor preparado... mas não vamos contrata-lo. Vamos contratar um incompetente. Só lhe pedimos uma coisa, quando esse gajo fizer asneira, podemos chama-lo para tirar-nos da embrulhada em que ele nos meteu?"
Eu pergunto: "O que é que fiz mal?!"
Fomos ao cinema, rimo-nos, passamos horas em cafés... e depois de quantos cafés ficamos amigos de verdade? Depois de cinco? Seis?... Com um café menos e tinha ido para a cama com ela!
Para as mulheres, um amigo rege-se pelas mesmas normas de um Tampax: podem ir para a piscina com ele; podem montar a cavalo; dançar..., mas, a única coisa que não podem fazer com ele é ter relações sexuais. Ainda por cima, bem vistas as coisas... se para uma mulher considerar-te "seu amigo" consiste em arruinar a tua vida sexual, o que fará ela com os inimigos?
A mim parece-me muito bem que sejamos amigos, o que não percebo é porque é que não podemos "ir para a cama como amigos?!".
Eu penso que a amizade entre homens e mulheres não existe, porque se existisse saber-se-ia. O que acontece é que quando ela te diz que gosta de ti como amigo, para ela significa isso e ponto.
Mas para ti não. Para ti quer dizer que se numa noite estão na praia, ela já com uns copos, está lua cheia, os planetas estão alinhados e um meteorito ameaça a Terra... podias muito bem ir para a cama com ela! Por isso engoles... Por isso nunca perdes a esperança. Ela sai com o Joe? Isso vai acabar. E quando isso acontecer, tu atacas com a técnica de consolador: "Não chores, o Joe era um chulo. Tu mereces muito melhor, alguém que te compreenda, alguém que esteja no sítio certo quando tu precisas, que seja baixito, que seja moreno, que não seja muito bonito, que se chame John...COMO EU!!"
Pelo menos, sendo amigo podes meter nojo para eliminar concorrência. É a técnica da "lagarta nojenta". Quando ela te diz:
* Que simpático é o Paul, não é?
* O Paul? É muito simpático... só é pena ser um pouco estrábico.
* Ele não é estrábico, o que tem é um olhar muito ternurento.
* Sim, tens razão. No outro dia reparei nisso quando olhava para a Marta.
* Não estava a olhar para a Marta, estava a olhar para mim!
* Vês como é estrábico?
O cúmulo dos cúmulos é o facto dela considerar ter uma relação "super especial" contigo quando pode dormir na mesma cama sem que se passe nada.
COMO É QUE É??!! Então o "super especial" não seria que se passasse algo?!
Um dia depois de uma festa, tu ficas a ajuda-la a limpar, como fazes SEMPRE, e quando acabam ela diz:
* UH! Que tarde. Porque é que não ficas cá a dormir?
* E onde é que durmo?
* Na minha cama.
Aí, ate te tremem as pernas!. "Esta é a minha noite, alinharam-se os planetas!". Passados uns minutos, dás-te conta que não são precisamente os planetas que se alinharam, porque ela, como são amigos, com toda a confiança fica em roupa interior e tu, pelo que vês, pensas: "Vou ter que ficar de boxers. Com todo o alinhamento de planetas que tenho em cima..." E, assim que te metes na cama, dobras os joelhos para dissimular. Ela mete-se na cama, dá-te uma palmada no rabo e diz-te "Ate amanhã". E põe-se a dormir!
COMO É QUE É??!! Como é que se pode pôr no ronco tão cedo? E esta fulana não reza nem nada?!"
Estás na cama com a rapariga dos teus sonhos. No início nem te atreves a mexer, para não tocar em nada. Sabes que se nesse momento fizessem um concurso, ninguém te podia ganhar: és o gajo mais quente do mundo! E como é longa a noite! Vem-te à cabeça um monte de perguntas: "Tocar uma mama com o ombro será de mau amigo? E se é a mama que toca em mim?" Mas depois de muitas horas, já só fazes uma pergunta:
"SEREI REALMENTE UM MANSO?!" não podes acreditar que estás na mesma cama e não se vai passar nada. Confias que, a qualquer altura, ela vai dar a volta e dizer "Anda lorpa, que já sofreste bastante. Possui-me!" Mas não. Para as mulheres parece que nunca sofremos o suficiente. E como sofres...! Porque tens todo o sangue do corpo acumulado no mesmo sítio. Já houve mesmo casos de homens que rebentaram. Mas ainda não acabou a tua humilhação.
Às 7 da manhã tocam à campainha:
* AH! É o Joe!
* O Joe? Mas ele não te tinha deixado?
* Depois conto-te tudo. Estou com pressa. Esqueci-me de te dizer que o Joe ia trazer o cão. Como vamos à praia eu disse-lhe que ficando contigo o cão não podia estar em melhores mãos. Porque tu és um amigo! UH?! Estas com má cara! Dormiste bem?
E aí ficas tu com o cão, que esse sim é o melhor amigo do homem.
JERRY SEINFELD
Até hoje pensava que a pior frase que podia ouvir de uma rapariga era: "Temos que falar...".
Mas não! A pior frase de todas é: "Eu também gosto de ti... mas como amigo."
Isto significa que para ela tu és o mais simpático do mundo, aquele que melhor a compreende, o mais dedicado... mas nunca vai sair contigo. Vai sair com um gajo nojento que apenas quer ir para a cama com ela. Ai sim, quando o outro lhe faça alguma das dele, ela chamar-te-á para te pedir conselhos.
É como se fosses a uma entrevista de trabalho e te dissessem: "Você e a pessoa ideal para o posto, tem o melhor currículo, e o que esta melhor preparado... mas não vamos contrata-lo. Vamos contratar um incompetente. Só lhe pedimos uma coisa, quando esse gajo fizer asneira, podemos chama-lo para tirar-nos da embrulhada em que ele nos meteu?"
Eu pergunto: "O que é que fiz mal?!"
Fomos ao cinema, rimo-nos, passamos horas em cafés... e depois de quantos cafés ficamos amigos de verdade? Depois de cinco? Seis?... Com um café menos e tinha ido para a cama com ela!
Para as mulheres, um amigo rege-se pelas mesmas normas de um Tampax: podem ir para a piscina com ele; podem montar a cavalo; dançar..., mas, a única coisa que não podem fazer com ele é ter relações sexuais. Ainda por cima, bem vistas as coisas... se para uma mulher considerar-te "seu amigo" consiste em arruinar a tua vida sexual, o que fará ela com os inimigos?
A mim parece-me muito bem que sejamos amigos, o que não percebo é porque é que não podemos "ir para a cama como amigos?!".
Eu penso que a amizade entre homens e mulheres não existe, porque se existisse saber-se-ia. O que acontece é que quando ela te diz que gosta de ti como amigo, para ela significa isso e ponto.
Mas para ti não. Para ti quer dizer que se numa noite estão na praia, ela já com uns copos, está lua cheia, os planetas estão alinhados e um meteorito ameaça a Terra... podias muito bem ir para a cama com ela! Por isso engoles... Por isso nunca perdes a esperança. Ela sai com o Joe? Isso vai acabar. E quando isso acontecer, tu atacas com a técnica de consolador: "Não chores, o Joe era um chulo. Tu mereces muito melhor, alguém que te compreenda, alguém que esteja no sítio certo quando tu precisas, que seja baixito, que seja moreno, que não seja muito bonito, que se chame John...COMO EU!!"
Pelo menos, sendo amigo podes meter nojo para eliminar concorrência. É a técnica da "lagarta nojenta". Quando ela te diz:
* Que simpático é o Paul, não é?
* O Paul? É muito simpático... só é pena ser um pouco estrábico.
* Ele não é estrábico, o que tem é um olhar muito ternurento.
* Sim, tens razão. No outro dia reparei nisso quando olhava para a Marta.
* Não estava a olhar para a Marta, estava a olhar para mim!
* Vês como é estrábico?
O cúmulo dos cúmulos é o facto dela considerar ter uma relação "super especial" contigo quando pode dormir na mesma cama sem que se passe nada.
COMO É QUE É??!! Então o "super especial" não seria que se passasse algo?!
Um dia depois de uma festa, tu ficas a ajuda-la a limpar, como fazes SEMPRE, e quando acabam ela diz:
* UH! Que tarde. Porque é que não ficas cá a dormir?
* E onde é que durmo?
* Na minha cama.
Aí, ate te tremem as pernas!. "Esta é a minha noite, alinharam-se os planetas!". Passados uns minutos, dás-te conta que não são precisamente os planetas que se alinharam, porque ela, como são amigos, com toda a confiança fica em roupa interior e tu, pelo que vês, pensas: "Vou ter que ficar de boxers. Com todo o alinhamento de planetas que tenho em cima..." E, assim que te metes na cama, dobras os joelhos para dissimular. Ela mete-se na cama, dá-te uma palmada no rabo e diz-te "Ate amanhã". E põe-se a dormir!
COMO É QUE É??!! Como é que se pode pôr no ronco tão cedo? E esta fulana não reza nem nada?!"
Estás na cama com a rapariga dos teus sonhos. No início nem te atreves a mexer, para não tocar em nada. Sabes que se nesse momento fizessem um concurso, ninguém te podia ganhar: és o gajo mais quente do mundo! E como é longa a noite! Vem-te à cabeça um monte de perguntas: "Tocar uma mama com o ombro será de mau amigo? E se é a mama que toca em mim?" Mas depois de muitas horas, já só fazes uma pergunta:
"SEREI REALMENTE UM MANSO?!" não podes acreditar que estás na mesma cama e não se vai passar nada. Confias que, a qualquer altura, ela vai dar a volta e dizer "Anda lorpa, que já sofreste bastante. Possui-me!" Mas não. Para as mulheres parece que nunca sofremos o suficiente. E como sofres...! Porque tens todo o sangue do corpo acumulado no mesmo sítio. Já houve mesmo casos de homens que rebentaram. Mas ainda não acabou a tua humilhação.
Às 7 da manhã tocam à campainha:
* AH! É o Joe!
* O Joe? Mas ele não te tinha deixado?
* Depois conto-te tudo. Estou com pressa. Esqueci-me de te dizer que o Joe ia trazer o cão. Como vamos à praia eu disse-lhe que ficando contigo o cão não podia estar em melhores mãos. Porque tu és um amigo! UH?! Estas com má cara! Dormiste bem?
E aí ficas tu com o cão, que esse sim é o melhor amigo do homem.
JERRY SEINFELD
quinta-feira, 29 de junho de 2006
ah, pastor!
quarta-feira, 28 de junho de 2006
Do outro mundo
bandeira
Deu bandeira a tentativa dos republicanos em aprovar como crime a queima da bandeira dos EUA, lá na terra deles, obviamente. Foi só por um, mas por um se ganha, por um se perde.
O Supremo considerou a queima da bandeira como um acto de liberdade de expressão, defendido pela constituição dos Estados Unidos da América, essa grande constituição.
Ora nós também temos uma constituição, que sendo a nossa, nem por isso deixa de ser mais merdosa. E mais merdosa porquanto tudo se está cagando para ela e ainda por cima afirmam que é ela a culpada do nosso país não se desenvolver mais depressa. Eu não sei se o país dos acusadores é o mesmo dos defensores. Eu, da constituição só conheço a praça, que fica algures pela cidade. Quanto à bandeira, se for o pano símbolo de Portugal, podem queimar quantos quiserem, por mim também. Se for o Paco, desse coitado já tenho mais pena. E não transformemos esta causas de embandeirar em arco de Rua Augusta, em fitas constitucionais e constituintes, porque senão, ainda alguém descobre que é contra a pátria a queima das fitas e então aí é que está tudo fecundado.
made in eu
O Supremo considerou a queima da bandeira como um acto de liberdade de expressão, defendido pela constituição dos Estados Unidos da América, essa grande constituição.
Ora nós também temos uma constituição, que sendo a nossa, nem por isso deixa de ser mais merdosa. E mais merdosa porquanto tudo se está cagando para ela e ainda por cima afirmam que é ela a culpada do nosso país não se desenvolver mais depressa. Eu não sei se o país dos acusadores é o mesmo dos defensores. Eu, da constituição só conheço a praça, que fica algures pela cidade. Quanto à bandeira, se for o pano símbolo de Portugal, podem queimar quantos quiserem, por mim também. Se for o Paco, desse coitado já tenho mais pena. E não transformemos esta causas de embandeirar em arco de Rua Augusta, em fitas constitucionais e constituintes, porque senão, ainda alguém descobre que é contra a pátria a queima das fitas e então aí é que está tudo fecundado.
made in eu
terça-feira, 27 de junho de 2006
PESCA À LINHA
AMOR DE PESCADOR É...
Andar na net e apanhar a São on line
www.saoveiga.com
Aconselhável até para aqueles bandalhos a quem tudo o que vem à rede é peixe!
Andar na net e apanhar a São on line
www.saoveiga.com
Aconselhável até para aqueles bandalhos a quem tudo o que vem à rede é peixe!
domingo, 25 de junho de 2006
futebol e gente
Decorre, como nem toda a gente sabe, o campeonato mundial de futebol, ou de futebol mundial.
Eu defendi sempre a compra de serviços de treinadores estrangeiros (ler "O Estangeiro"). Arrependi-me há dias, ou há dias que pensei estar errado. O Zico cantou o hino japonês, em japonês, segundo disse um japonês. Mas como o disse em japonês, fiquei sem ter a certeza que era a isso que se referia. Depois o mesmo Zixo, brasileiro, entoou o Ipiranga também. Quem acredita que ele queria mais a vitória do Japão que a do Brasil?
Ontem foi a vez do treinador argentino do México ficar fora do relvado, para não ter uma atitude passiva para com os mexicanos e se lhe encherem de lágrimas os olhos no hino da sua bem amada Argentina.
Também os portugueses têm um treinador brasileiro. Cantará ele em português de Portugal melhor que o Zico canta em japonês do Japão? Um peixe nada melhor do que um pássaro voa?
Como seria um jogo entre o Brasil e Portugal? Cantaria também: entre outras mil és tu Brasil ó pátria amada... seguida ou antecipada por: entre as brumas da memória...?
As relações internacionais de trabalho deveriam ser limitadas às casas de alterne. Não estamos a imaginar as "ronaldinhas" de Bragança a cantar o brado retumbante, nem a marchar contra os canhões, antes de através da língua, que nem sempre a de Camões, acariciarem os transmontanos e não só, do melhor e nunca visto pelos homens daqueles lados, sem hipocrisia nem bigodes.
Se se abrisse uma excepção, então que fosse para irmos buscar um chefe de governo. Mais broche menos broche, quem se iria importar?
made in eu
Eu defendi sempre a compra de serviços de treinadores estrangeiros (ler "O Estangeiro"). Arrependi-me há dias, ou há dias que pensei estar errado. O Zico cantou o hino japonês, em japonês, segundo disse um japonês. Mas como o disse em japonês, fiquei sem ter a certeza que era a isso que se referia. Depois o mesmo Zixo, brasileiro, entoou o Ipiranga também. Quem acredita que ele queria mais a vitória do Japão que a do Brasil?
Ontem foi a vez do treinador argentino do México ficar fora do relvado, para não ter uma atitude passiva para com os mexicanos e se lhe encherem de lágrimas os olhos no hino da sua bem amada Argentina.
Também os portugueses têm um treinador brasileiro. Cantará ele em português de Portugal melhor que o Zico canta em japonês do Japão? Um peixe nada melhor do que um pássaro voa?
Como seria um jogo entre o Brasil e Portugal? Cantaria também: entre outras mil és tu Brasil ó pátria amada... seguida ou antecipada por: entre as brumas da memória...?
As relações internacionais de trabalho deveriam ser limitadas às casas de alterne. Não estamos a imaginar as "ronaldinhas" de Bragança a cantar o brado retumbante, nem a marchar contra os canhões, antes de através da língua, que nem sempre a de Camões, acariciarem os transmontanos e não só, do melhor e nunca visto pelos homens daqueles lados, sem hipocrisia nem bigodes.
Se se abrisse uma excepção, então que fosse para irmos buscar um chefe de governo. Mais broche menos broche, quem se iria importar?
made in eu
sexta-feira, 23 de junho de 2006
até segunda
ouvi dizer que a selecção nacional de futebol de Portugal joga, este fim de semana que aí se vem, contra a sua congénere (o que quer que isto queira dizer), holandesa.
Se pudesse escolher escolheria as holandesas. Ganham às nossas, de caras, por um montão deles. Eu diria que também ganham de corpos...
Entre eles, não quero saber. Quem quiser saber, consulte uma enciclopédia, já disponível na net.
Mas que eu trocava a felicidade de um golo luso para a parvalhada, por um lançamento de fundo com uma holandesa, ai isso trocava.
Se pudesse escolher escolheria as holandesas. Ganham às nossas, de caras, por um montão deles. Eu diria que também ganham de corpos...
Entre eles, não quero saber. Quem quiser saber, consulte uma enciclopédia, já disponível na net.
Mas que eu trocava a felicidade de um golo luso para a parvalhada, por um lançamento de fundo com uma holandesa, ai isso trocava.
terça-feira, 20 de junho de 2006
ideia peregrina
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