Tempo de deixarmos de ser racistas, sexistas e socialistas. Imagens verdadeiras de verdadeiros sexos. Cada um sabe de si, só o ministro parece saber de todos. Eu prefiro o sexo feminino, united colours of them, brancas, pretas, amarelas ou outras. Mas até nisto gostos não se discutem. E depois convenhamos que é muito menos pornográfica do que qualquer das mentiras dos governantes. Minha opimião, claro está. Choque? Choque são as reformas da função pública, e este, pelo menos, é com tinta...
sexta-feira, 26 de maio de 2006
Tempo de deixarmos de ser racistas, sexistas e socialistas. Imagens verdadeiras de verdadeiros sexos. Cada um sabe de si, só o ministro parece saber de todos. Eu prefiro o sexo feminino, united colours of them, brancas, pretas, amarelas ou outras. Mas até nisto gostos não se discutem. E depois convenhamos que é muito menos pornográfica do que qualquer das mentiras dos governantes. Minha opimião, claro está. Choque? Choque são as reformas da função pública, e este, pelo menos, é com tinta...
quarta-feira, 24 de maio de 2006
Velha piada
Estavam dois ratos, num cinema, a roer o filme "O Código DaVinci".
Diz um deles: Então, estás a gostar?
Responde o outro: Não, gostei mais do livro...
Enfim, velha, mas eficaz e sempre boa para actualizar...
Diz um deles: Então, estás a gostar?
Responde o outro: Não, gostei mais do livro...
Enfim, velha, mas eficaz e sempre boa para actualizar...
domingo, 14 de maio de 2006
Novas notícias

Chegou-nos ao blog notícias deste bandalho, sob a forma de fotos, do momento da saída de sua casa para o trabalho.
Ao volante do seu modesto (só tem dois lugarzinhos) Porsche Cayman, este bandalho teve que andar devagarinho, para poupar na gasolina.
Sabemos que amanhã inicia uma árdua campanha laboral, que o leva a conhecer os "spots" turísticos de Alicante, e arredores. Os bandalhos aqui recomendam que se deite nas praias do Mediterrâneo, entre as 13 e as 16 horas locais, todos os 5 dias da estadia laboral, para depois nos trazer a todos um grande (es)Torrão de Alicante.
S
DOMINGO DE MANHÃ
Era Domingo de manhã. Ligou a tv, viu uma notícia sobre a AFINSA. Tinha uma pálida ideia sobre o assunto.
Saiu de casa, em direccão à praia mais próxima. Belo dia de Sol.
Estendeu a toalha e deitou lá a ideia.
JP+P
Saiu de casa, em direccão à praia mais próxima. Belo dia de Sol.
Estendeu a toalha e deitou lá a ideia.
JP+P
sexta-feira, 12 de maio de 2006
DESCONTENTES COM A POLÍTICA
Estes gajos que se entendam: nas eleições votam em branco, ou ficam transparentes que ninguém os vê nas assembleias de voto, agora querem vestir o país de negro.
Pelo menos eu andei de vermelho em Atenas, de onde não trouxe nenhuma história digna de escrever aqui. E nunca me vi grego lá, andava com um sorriso que contrastava com os gregos mal encarados.
Em Espanha, em vez de se vestirem de luto pela vergonha dos políticos que têm, vão fazer botellones (ajuntamentos de jovens enormes proibidos pelo governo) para exigirem preços baixos para as habitações. Aqui fica-se só pelo dizer mal...
Se não estiver muito Sol até sou capaz de vestir uma t-shirt preta do Greenpeace!
JP+P
Pelo menos eu andei de vermelho em Atenas, de onde não trouxe nenhuma história digna de escrever aqui. E nunca me vi grego lá, andava com um sorriso que contrastava com os gregos mal encarados.
Em Espanha, em vez de se vestirem de luto pela vergonha dos políticos que têm, vão fazer botellones (ajuntamentos de jovens enormes proibidos pelo governo) para exigirem preços baixos para as habitações. Aqui fica-se só pelo dizer mal...
Se não estiver muito Sol até sou capaz de vestir uma t-shirt preta do Greenpeace!
JP+P
quinta-feira, 11 de maio de 2006
quarta-feira, 10 de maio de 2006
e por que não?
Ai Se Sesse!
Se um dia nós se gostasse,
Se um dia nós se queresse,
Se nós dois se impariasse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois drumisse
Se juntinho nós dois morresse,
Se pro céu nós assubisse...
Mas porém se acontecesse
Que São Pedro não abrisse,
As portas do céu e fosse
Te dizer quarque tolisse!
E se eu me irritasse
E tu cum eu insistisse,
Pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse,
E o buxo do céu furasse...
Talvez que nós dois ficasse
Talvez que nós dois caisse,
E o céu furado arriasse
E as virge toda fugisse!
anónimo
Se um dia nós se gostasse,
Se um dia nós se queresse,
Se nós dois se impariasse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois drumisse
Se juntinho nós dois morresse,
Se pro céu nós assubisse...
Mas porém se acontecesse
Que São Pedro não abrisse,
As portas do céu e fosse
Te dizer quarque tolisse!
E se eu me irritasse
E tu cum eu insistisse,
Pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse,
E o buxo do céu furasse...
Talvez que nós dois ficasse
Talvez que nós dois caisse,
E o céu furado arriasse
E as virge toda fugisse!
anónimo
terça-feira, 9 de maio de 2006
Não nos calaram, não nos calarão.
Não nos deixemos levar por conversas de políticos, nem por alguém chamado Fernando.
Não calaremos as nossas vozes perante a injustiça, nem por bananas importadas da Colômbia.
Não baixaremos os braços até à vitória final, ou até dia 23 de Junho, o que acontecer antes.
Pensam que nos enganam? A nós ninguém nos engana. Nem a nós nem aos esquimós canadenses.
Lutemos pelo nossos direitos, e pelos esquerdos também, no que à luta testicular diz respeito.
Viva a Liberdade, do Cacém (dizem que tem um rabo de sonho). E a de Freamunde também (do rabo desta nada se sabe).
made in eu
Não calaremos as nossas vozes perante a injustiça, nem por bananas importadas da Colômbia.
Não baixaremos os braços até à vitória final, ou até dia 23 de Junho, o que acontecer antes.
Pensam que nos enganam? A nós ninguém nos engana. Nem a nós nem aos esquimós canadenses.
Lutemos pelo nossos direitos, e pelos esquerdos também, no que à luta testicular diz respeito.
Viva a Liberdade, do Cacém (dizem que tem um rabo de sonho). E a de Freamunde também (do rabo desta nada se sabe).
made in eu
Barco de 2 ao fundo
O Limpopo foi ao fundo. É verdade, o Swordfish acabou com o Limpopo. Meteram-lhe 5 misseis no bucho e zás! foi a pique.


Comemorações do Dia da Marinha, de 12 a 21 de Maio em Sines.
domingo, 7 de maio de 2006
foi encontrada esta posta perdida
Sou turpolireta,
Se alguém tiver a bondade de querer discutir comigo os nomes dos furacões, agradeço do fundo do peito, e das pernas, por que não?
Assistir à destruição de casas de madeira (pinho de preferência) sob ventos acima das 140 mph faz parte do meu imaginário sexual.
Aguardo vossos comentários, apesar de ter cumprido pena pela violação de uma galinha. Felizmente para mim, não sofria de gripe (a galinha) mas de uma simples constipação.
Subscrevo-me,
muito atentamente
turpolireta
nota: entrega-se a quem lha provar pertencer-lhe
eu
S
Se alguém tiver a bondade de querer discutir comigo os nomes dos furacões, agradeço do fundo do peito, e das pernas, por que não?
Assistir à destruição de casas de madeira (pinho de preferência) sob ventos acima das 140 mph faz parte do meu imaginário sexual.
Aguardo vossos comentários, apesar de ter cumprido pena pela violação de uma galinha. Felizmente para mim, não sofria de gripe (a galinha) mas de uma simples constipação.
Subscrevo-me,
muito atentamente
turpolireta
nota: entrega-se a quem lha provar pertencer-lhe
eu
S
sexta-feira, 5 de maio de 2006
Crescei e multiplicai-vos...
... ou sereis castigados com impostos! (d'aprés José Sócrates)
Belo! Agora o Estado acha que pode meter-se nas decisões da vida privada de cada um, nomeadamente a opção de ter ou não ter filhos. Em nome do equilíbrio do sistema e da segurança social, e para combater o envelhecimento da população.
Envelhecimento? Esperança de vida? Aí está um outro ponto de melhoria, estabelecer uma data limite... chegou lá, finou-se!
Muitos filhos está associado a duas coisas: estabilidade e bem estar socioeconómico, ou pobreza extrema. Como a primeira situação não está no horizonte, vê-se para onde nos estão a empurrar.
Belo! Agora o Estado acha que pode meter-se nas decisões da vida privada de cada um, nomeadamente a opção de ter ou não ter filhos. Em nome do equilíbrio do sistema e da segurança social, e para combater o envelhecimento da população.
Envelhecimento? Esperança de vida? Aí está um outro ponto de melhoria, estabelecer uma data limite... chegou lá, finou-se!
Muitos filhos está associado a duas coisas: estabilidade e bem estar socioeconómico, ou pobreza extrema. Como a primeira situação não está no horizonte, vê-se para onde nos estão a empurrar.
quinta-feira, 4 de maio de 2006
custou... mas cheguei!
quarta-feira, 3 de maio de 2006
em home nagem à primita Maria
2 amigos encontram-se após largos anos.
-Caramba pá, há quanto tempo.
-É verdade.
-Que tens feito?
blá blá blá...
-E olha, tenho uma filhazita.
-Tu também? Eu também.
-Como é que se chama a tua pequenota?
-A minha, Pepsodent, e a tua?
-A minha, Maria.
-Maria?!?!? hahahahaha chama-se mesmo Maria? hahahahaha Maria, nome de bolacha!!!
Felicidades para a nova Maria e para a mamã.
-Caramba pá, há quanto tempo.
-É verdade.
-Que tens feito?
blá blá blá...
-E olha, tenho uma filhazita.
-Tu também? Eu também.
-Como é que se chama a tua pequenota?
-A minha, Pepsodent, e a tua?
-A minha, Maria.
-Maria?!?!? hahahahaha chama-se mesmo Maria? hahahahaha Maria, nome de bolacha!!!
Felicidades para a nova Maria e para a mamã.
segunda-feira, 1 de maio de 2006
PIADINHA SEM PÉS NEM CABEÇA
Não sei o que lhe passou pela cabeça, mas chegou à ponta da prancha e atirou-se de pés para a piscina. Mas pior foi o outro, que perdeu mesmo a cabeça, e não teve outro remédio, para evitar ficar todo vermelhinho, do que entrar na água da piscina de pés. Lá diz o ditado: cada cabeça sua sentença!
JP+P
JP+P
ÀS VÍTIMAS DO SISTEMA
Hoje, 1º de Maio, aqui vai uma justa homenagem às vítimas do sistema de ensino português.
A Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Básico e Secundário propôs à Ministra da Educação uma iniciativa legislativa que tem por finalidade incentivar e desenvolver nos professores a aquisição de novas e complementares capacidades psico-pedagógico-culturais. Esta proposta, que foi bem recebida nos gabinetes da 5 de Outubro, é destinada prioritariamente aos professores que estão colocados em escolas e não têm alunos (horário zero!?!), mas adapta-se também na perfeição a todos os docentes que, como se sabe, têm muitas horas livres e muitos furos no horário. Os alunos, que designaram esta iniciativa como “Aulas de Sub-ocupação”, oferecem-se para, em grupos que não excedem os 12 voluntários, dirigirem-se para salas de aulas e aí aguardarem pelos professores que estejam desocupados nessa hora. Nestas aulas de sub-ocupação pretende-se que os professores desenvolvam actividades lúdico-culturais que permitam a melhoria dos seus conhecimentos de cultura geral, em contraponto e preventivamente às conversas pouco edificantes que se mantêm nas salas de professores, bares, casas-de-banho ou cantos de corredores (futebol, filhos, fodas e modas). Estas aulas, surgem ainda como prevenção de actividades desenvolvidas fora do espaço-escola, degradantes e promotoras da má imagem dos professores junto da sociedade civil e das associações de pais, como o tabagismo, o alcoolismo, o consumismo, o cocainismo ou o haxixismo. Nestas aulas de sub-ocupação os alunos dispõem-se a realizar jogos como o Trivial Pursuit, ou mesmo a ditarem textos eruditos (Eduardo Prado Coelho, Vasco Graça Moura, Carlos Magno) que os professores terão que dactilografar em computador, promovendo uma integração dos conhecimentos culturais com a informática e com a ortografia. Os alunos que se voluntariem para as aulas de sub-ocupação ficarão automaticamente dispensados das aulas de substituição, o que traz reconhecidas vantagens acrescidas em termos educativos e culturais para os alunos.
JP+P
A Bem da Nação
sexta-feira, 28 de abril de 2006
febre no sangue
'
febre no sangue' foi como os franceses lhe chamaram
febre no sangue' foi como os franceses lhe chamaramhttp://www.filmsite.org/sple.html - estive entretida a ler umas coisas e aprendi donde veio o esplêndidoroso título
Though nothing can bring back the hour
Of splendor in the grass, of glory in the flower
We will grieve not, but rather find
Strength in what remains behind.
William Wordsworth's
eu já fumava qualquer coisinha
post dedicado a Paulo Patrão que acho que me chamou pseudointelectual de esquerda (???) Eu!? Antes puta!
S
quinta-feira, 27 de abril de 2006
Eu vi um!
Ahh é isso ???
Tempo
Apanhei isto por aí...
Poética
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A Oeste a morte
Contra quem vivo
Do Sul cativo
O Este é o meu Norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
- Meu tempo é quando.
Vinicius de Moraes
com estima e consideração,
Doutor Zeca
Poética
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A Oeste a morte
Contra quem vivo
Do Sul cativo
O Este é o meu Norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
- Meu tempo é quando.
Vinicius de Moraes
com estima e consideração,
Doutor Zeca
quarta-feira, 26 de abril de 2006
MENTIROSOS
Já se sabia que a religião católica tinha uma grande tradição de mentira (para já não falar de outras coisas mais inquisitórias). Mas não é que chegando eu a Lisboa, utilizando os transportes colectivos, ou transportes para quem não tem altenativa, dou por mim a ler naquelas televisões do Metro, que o Papa usa roupa de marca? Então ele já não usa os produtos brancos? É que parece mesmo branco, mas se calhar é da televisão, que não mostra bem os tons. Qualquer dia, um gajo vai à missa, e depois tem lá um ecrã a dizer quem patrocina aquilo: Padre vestido por Jesus Moda, Sacristão vestido por Lopes da Silva, etc, etc.
JP+P
JP+P
afinal...

O senhor presidente preocupa-se com as desigualdades entre os demais. Ouvi dizer que foi o que disse. Eu não o ouvi. Ouvi, mas foi dizer. Se o disse, então bem enganou aqueles que diziam que o homem era o pai do cavaquismo que tanto mal fez ao país. Eu também me preocupo com as desigualdades entre os seres humanos. Porque há-de alguém andar a papar a Daniela Petrova e eu não? Assim sendo, viva o Cavaco (ele também anda chateado por não conseguir comê-la)
made in eu
terça-feira, 25 de abril de 2006
Transporte de mercadorias em duas rodas
segunda-feira, 24 de abril de 2006
NÃO HÁ AÍ UMA RUA PARA LHE DAREM???
Maria Alcina de Roque Forte. Ela foi uma verdadeira filantropa. Em vida dedicou-se ao desenvolvimento da sociedade onde estava inserida, aos gestos de caridade para com o seu semelhante.
Quando morreu deixou bem claro que queria doar o seu coração, os seus rins e a sua medula para algum transplante necessário a um seu semelhante.
E ainda doou a rata para fazerem testes de medicamentos em animais...
JP+P
Quando morreu deixou bem claro que queria doar o seu coração, os seus rins e a sua medula para algum transplante necessário a um seu semelhante.
E ainda doou a rata para fazerem testes de medicamentos em animais...
JP+P
SÓ FENO, TODOS OS DIAS FENO
Pode dizer-se de uma ovelha que só come feno, feno todos os dias, tem uma alimentação muito enfardonha???
JP+P
JP+P
sábado, 22 de abril de 2006
É, é! É paralamentar...
CENAS LAMENTÁVEIS
Mini-férias da Páscoa, alegada avaria no sistema de voto electrónico. Chamaram-lhe o Parlamento, mas lamento termos que assistir a estas cenas (par)lamentáveis. Também ficava mal chamar-lhe a Câmara dos Comuns, porque um português comum não tem acesso a tantas mordomias. Bonito era a Câmara dos Lordes...
Mas não falemos de parlamentos, que eu lembro-me dela...
JP+P
Mas não falemos de parlamentos, que eu lembro-me dela...
JP+P
quinta-feira, 20 de abril de 2006
já pensaram
Sá pensaram se em vez de vivermos na Terra, vivessemos num outro planeta, igualmente azul, mas chamado Silvana, poderíamos viver sem pretos e chineses e até os brancos seriam chamados de Fás. Um planeta onde as cores fossem trocadas por notas musicais, um planeta onde as flores fossem a preto e branco e o odor não viesse delas mas sim das pedras sonoras que só poderiam ser escutadas através dos Rés (aqui na Terra, ciganos e índios).
Se não pensaram não pensem. Não vale a pena.
Nota final: a minha preocupação são outros buracos que não o do ozono. Para o bem, e para o mal...
made in eu
Se não pensaram não pensem. Não vale a pena.
Nota final: a minha preocupação são outros buracos que não o do ozono. Para o bem, e para o mal...
made in eu
quarta-feira, 19 de abril de 2006
Ingrícolas e Exgrícolas
Somos um país essencialmente agrícola: uns já cavaram, outros vão cavar e os que ficam são nabos.
S (mijar-se a rir é problemático?)
S (mijar-se a rir é problemático?)
segunda-feira, 17 de abril de 2006
Tecidos em festa
Foi um forrabodó entre a minha t-shirt de algodão e a camisola de lã - caxemira é puta cara, não chego lá -.
Pensei que o desodorizante perdera a eficácia e afinal era a chuva orgástica entre o algodão e a lã (simultâneamente ao menos?).
Podiam esperar pela noite, quando estivesse a ver televisão. Podiam "linguar" um pouco durante o dia, era assim tão mau? Mas não! Foi em pleno metropolitano, a caminho do trabalho. Pouca vergonha! Também não verão máquina nos próximos tempos.
Da lã não abdico. Por isso vou trocar o algodão pelo nylon. Esse, pelo menos, é gay!
made in eu
Do Norte e do Sul
Dizem - quem? - que as do sul são quentes e que quentes são as do norte. Mais brancas umas que outras, outras mais altas que umas. Melhores mulheres, aquelas, mais mulheres, estas. Estampas, algumas, outras nem por isso. Pernas perfeitas? Quais? Bonitas, inteligentes, feias, espertas? E qual delas é mais nossa? Não sei! O meu saber empírico sobre ambas é nenhum. Fado meu ou astúcia inconsciente? Sempre tentei orientar-me pelas estrelas, cadentes ou não. Paixões de outras latitudes... sem qualquer desprezo dos nossos norte e sul. Poderão estes oferecer mais e melhor que o tinto e o sol? Não creio. Tomar um sob o outro basta-me para ter o que de mais apetecível encontro na cabeça e pés da nossa geografia.
Produto de seca e envelhecimento, quem sabe...
Que me perdõem os novos, as novas, e todos os outros. Ou não.
made in eu
quarta-feira, 12 de abril de 2006

Nem Páscoa havia pensado por que assim se chamava, nem tão pouco a sua galinha.
Páscoa era de uma timidez absoluta e até o facto de o verem entrar na capoeira lhe causava arrepios e suores. Suores nocturnos, se quisesse ver a galinha já de noite.
Assim vivia Páscoa entre a vergonha do galinheiro e o som horrível e nada melódico dos ensaios com o clarinete, com que o vizinho o acordava, quase todos os dias, às dez e vinte da madrugada. Às vezes às dez e vinte cinco.
Foi numa manhã, pouco antes das doze e quarenta e cinco, - a referência à precisão das horas é notável, porquanto sabemos, Páscoa não usava relógio -, que o ovo foi visto. Nem casca, nem gema, nem mais claro nem mais escuro. Luzia como nada antes visto por Páscoa, mas usando de cautelas, pensou: Nem tudo o que luz é ouro. Bem pensou mas fora da realidade daquela vez. Ouro era, a galinha o pusera.
Entrava em casa com medo de o poder entregar aos bandidos, sob ameaça de arma branca, quando o clarinetista, ou pseudo, se assomou à janela e gritou: Bem o vi eu também, bem o vi. Páscoa, meteu a cabeça de fora e disse: Quão bem o viste? Quere-lo? Tomas destes. E atirou um ovo verdadeiro, daqueles que compramos nos hipermercados, em caixas de papelão que sempre se abrem à procura de algum partido. Não sabemos a classificação do ovo que Páscoa, com uma pontaria que julgava não ter, acertou em cheio na cara do vizinho. XXL? XX? Não sabemos e não o saberemos nunca.
No próximo capítulo adiantaremos algo mais sobre este atrito entre vizinho, mas já podemos adiantar que, a partir deste episódio, o clarinete começou a soar às dez e quinze e saberemos o quanto alterou a vida de Páscoa, estes cinco, ou dez, minutos adiantados de horríveis sopros supostamente melódicos.
Boa Páscoa à São do meu CoraSão.
Possuído
E pronto, este blogue também já está possuído por mais uma alma demoníaca. Este texto é só para tomar posse! Venham mais cinco! E vão mandando para aqui as vossas piadinhas, que bem precisados estamos de alguma intelectualidade!
JP+P
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